E aí E aí [Música] [Música] [Música] E aí [Música] [Música] E aí [Música] [Música] o Olá eu sou Raquel azar E você está no portal de educação ambiental uma realização da Coordenadoria de educação ambiental da secretaria de infraestrutura e meio ambiente o Governo do Estado de São Paulo isso é a primeira vez que você participa com a gente aqui no nosso participe somos da de início a mais uma edição e eu vou explicar para vocês como funciona o particípio o particípio é um programa aqui do portal de educação ambiental que tem o objetivo de explicar a gente traz aqui especialistas convidados nos temas que a gente a borda né as pessoas que estão com a mão na massa nesses temas para que você possa tirar suas dúvidas entender melhor e saber o que isso tem a ver com você e o seu dia a dia então aproveite mande seus comentários aqui pelo portal de educação ambiental e mande suas dúvidas seus comentários aqui também pelo chat ao vivo do YouTube se você tiver acompanhando direto por aqui bom então aproveite essa oportunidade e agora eu vou dizer né claro que você tá aqui você já sabe do que se trata mas o nosso tema hoje é arqueologia meio ambiente e educação ambiental a gente sempre fala de como a educação ambiental e multidisciplinar transdisciplinar e hoje a gente veio com esse assunto que vai ser muito importante muito interessante para gente conhecer mais uma abordagem mais uma forma da gente entender como a gente pode por meio da Educação Ambiental trabalhar para transformar a nossa sociedade então eu vou cumprimentar Aqui quem tá aqui com a gente o giro os nossos convidados muito especiais eu vou primeiro dar uma lá para o Paulo Eduardo zanettini que ele é graduado em história pela Universidade de São Paulo mestre e doutor em arqueologia pelo museu de arqueologia e etnologia da Universidade de São Paulo e eu também diretor do exame Tiny arqueologia tudo bom Paulo bem vindo obrigada por me uma boa tarde a equipe do é fiel aos colegas aqui e não integrais bate-papo EA todos os ouvintes que estão nos escutar bom obrigada obrigada mais uma vez pela sua disponibilidade e vai ser um bate-papo ótimo com certeza eu vou saber se tá Paulo acho que vai ser mais fácil você mesmo deixar ele muda quando eu tiver falando por gentileza que às vezes eu falo aqui aí dá um dá um eco então acho que abre na hora de falar que fecha quando eu tiver falando vai ser bom viu Obrigada e eu vou cumprimentar Também quem tá aqui com a gente hoje é o Eduardo Góis Neves que é graduado em história pela Universidade de São Paulo mestre e doutor em arqueologia pela Universidade indiana e livre-docente pela Universidade de São Paulo entre outras instituições da minha professora titular de arqueologia brasileira do museu de arqueologia e etnologia da Universidade de São Paulo onde é vice-diretor tão bem vindo Eduardo obrigada por estar aqui com a gente hoje botar de brigar o Raquel prazer estar aqui também Boa tarde Flávio e também junto do alguns o objetivo da companhia de tantos anos e batalhas aí pela trilogia um prazer estar aqui de passar essa tarde com você obrigada obrigada obrigada é mais uma vez e a gente tá aqui também com o Flávio Silveira Almeida ele é técnico em assuntos educacionais e responsável pelo setor educativo do museu de arqueologia de Itaipu e onde atualmente ele também é diretor substituto tudo bom Flávio Obrigada bem-vinda para aceitar nosso convite de estar quilos Olá gente boa tarde eu queria um a brigada brigada Flávio mais uma vez e lembrando que se você tá acompanhando aqui o particípio se não deu para você assistir Se você conhece alguém que não pode assistir ao vivo o vídeo continua disponível então você pode compartilhar e inclusive pelo portal de educação ambiental você ainda pode mandar suas perguntas aqui para que a gente possa encaminhar né a gente mantém o contato com os nossos convidados e eventualmente se tiver alguma pergunta posteriormente a gente pede ajuda para eles e respondi para você também eu vou dar um rolé aqui para quem está nos acompanhando antes a gente já entrar no assunto e a gente tá aqui com Rafael Galdino que ele é da secretaria de infraestrutura e meio ambiente da cfb tudo bom Rafael Obrigado apertar aqui para gente hoje A Gleice tá aqui acompanhando Obrigada glayce inclusive foi Nossa a gente sempre tem os anjos deles são do particípio tá gente teve a Sandrinha que a nossa Historiador aqui é da equipe da Coordenadoria de educação ambiental e que fez nessa essa sugestões de nomes e contato e a Gleice que indicou também vocês tratarem aqui com a gente vê somente o Paulo a Gleice trabalha na CETESB então a questão já fica o gancho aí já vou dizer um pouquinho né dá um spoiler do que o Paulo vai abordar o sentido do licenciamento né a importância do ele dá a teologia é considerando as atividades do licenciamento ambiental a gente tem pessoas de outros estados acompanhando aqui também então além do Flávio que tá na a distância né Flávia pelo no Rio de Janeiro a gente tem também o Haroldo Black sempre e faz aqui do participe que ela é da secretaria do meio ambiente de Araucária no Paraná brigada Haroldo cortar aqui com a gente a Berenice também tá dando um Olá aqui que ela é da Museu aberto de geociências mineralogia e astronomia de Botucatu acho que vocês também já conheço você né Paulo pelo que a gente conversou aqui também então dando um alô aqui para quem Tá acompanhado pelo chat ao vivo do YouTube pelo portal de educação ambiental já tem algumas perguntas aqui pelo portal de educação ambiental Então continue acompanhando eu vou passar os nossos convidados para eles responderem oportunamente aqui ao longo das salas e então como a gente costuma dizer vamos começar pelo começo vamos entender um pouquinho melhor sobre a importância da arqueologia né O que que ela significa para gente conhecer Qual é a relação com o meio ambiente com a educação ambiental se eu vou convidar o Paulo para fazer essa fala Inicial Paulo a palavra tá com você eu já vou compartilhando aqui apresentação para é a roxa E aí E aí E aí E aí é só para dizer que a gente tinha pessoal da secretaria do meio ambiente de Piquete que tá aqui acompanhando também obrigada por estarem aqui com a gente e se você já estão vendo a tela com ela fininha Deixa eu só ver aqui Apresentação mas vamos lá vamos primeiro slides para a gente começa a nossa a nossa conversa é o Roberto Pode vamos lá para o introdutório que é mais ou menos milho do ar para os dias então vamos lá basicamente é a minha rápida navegação na vai custar a caminho da arqueologia e eu vou me deter como nós temos Professor Eduardo como a representante assim universo da pesquisa acadêmica eu vou me deter no universo e cardiologia se ver eu vou ver que a arqueologia relacionada ao atendimento das demandas ambientais temporária a não só para atender licenciamentos mas as possibilidades a e arqueologia nos colocou e os desafios que a arqueologia nos colocou a ao lidarmos com essa questão do meio ambiente de uma maneira bastante pragmática a correlação o ap a saída da da economia eu coloquei aqui quatro slides slides vizinhos é um Store gordinho da história de Uma Breve História da arqueologia eu sempre digo que a que você perceber do que que eu acabo há sempre uma é uma questão aqui para nós é absolutamente corriqueira o que fazemos como atuamos Quais são os nossos achados e a toda uma construção mítica e simbólica em torno da personagem da arqueologia que obviamente estacao cada muito na literatura no mundo da diversão do cinema e que nos coloca como personagem sair bastante exóticos né E vamos tentar sair desse Campo da do exotismo para a gente chegar aonde estamos pisando na em que terreno estamos usando então durante muito tem arqueologia eu digo o passado nos condena a que durante muito tempo os arqueólogos e eles eram verdadeiros usurpadores de valores de relíquias de coisas de outros povos já fiz em todos os cantos do mundo isso aconteceu realmente nos quatro quatro quadrantes do planeta na onde arqueólogo a serviço de estados a e uma regiões encontravam As Relíquias e simplesmente Assis traíam a do seu local de origem e aquelas pessoas os quais a mantinham relação o o criatividade ou independente da do tipo de relacionamento que tinha com esses objetos com essas coisas que estavam e dados né isso a caminha muito tempo isso é uma coisa que marca ainda a gente vê na internet usar kogos amadores com seus raios é o seu detectores de metais procurando curiosidades Rick as coisas enterradas e provocando a destruição impacto em sítios arqueológicos é algo Ah tá meu vamos assim do ghast no espírito do entendimento da noção comum do que seja atividade de arqueologia alguém que vai lá procurar coisas enterradas na então toda vez que fala o jargão estou fazendo um arqueologia de algo está enterrado até hoje mesmo no meio acadêmico ao entendimento na ela um pouco distorcido do nosso objeto de pesquisa mas de qualquer maneira essa é uma arqueologia a que a gente quer ver distante a e obviamente o pensamento contemporâneo a própria evolução do pensamento a transformação do pensamento em compasso para transformações da sociedade nos legaram aí um imenso naipe de possibilidades de investigação e contemplar é inúmeros aspectos que outras disciplinas não consegue tá tirar é para pegar um pequeno os perto é nós temos aí o planeta e tendo ocupado a milhões de anos a idade de ambos a grupos humanos estão trafegando ocupando mais diferentes biomas e deles muito pouco ficou registrado Vamos ser aquilo que ficou da atividade cotidiana deles a abandonada descartável propositalmente e esse é o objetivo último da arqueologia vai perguntar é dialogar com essas sociedades a luz do nosso tempo né das suas transformações dos seus passos para Gênesis seu desaparecimento é a independente da cronologia aquelas tem que é o outro aspecto muito marcante da arqueologia a arqueologia estuda o antigo hoje arqueologia tá dedicada na estudar o nível lixo Urbano ao lixo nuclear a as manifestações de grafite no no centro Urbano as relações entre grupos para grupos e coletividades em final uni um imenso para Thiago que fez com que é arqueologia também buscasse novos paradigmas e novas formas a disse pronunciar para deixarmos de ser Aqueles usurpadores né de outros e para construir é com saberes outros lá no plano da cultura é uma reflexão coletiva a respeito do nosso passado nosso presente e do nosso futuro e obviamente eu tô fazendo uma coisa muito genérica mas para dizer que a ciência ela caminhou obviamente ela abre no despontar do século do século 20 no caminho que se consolida é dentro da pesquisa dita vamos assim acadêmica desenvolvida para os museus petiscos universidades e superior uma possibilidade é de abertura de um mercado para o profissional da arqueologia para ele atuar junto a demandas relacionadas ao licenciamento ambiental mas isso aí dos Coloca alguma série os problemas aí de questionamentos e os países fazem a respeito dessa maneira de fazer do modo de conduzir essa pesquisa e do seu resultado quando a gente fala de educação seu resultado chegar a sociedade eu vou pegar alguns casos né o caso dentro de área de expansão de Lavoura de cana na de um estudo feito para licenciamento de uma área de expansão da lavoura portanto nós estamos falando de São Paulo interior de São Paulo marcado por aquele mar de cana né é homogenizado um paisagens homogenizado as que tinham uma história extremamente diversificado a gente a gente fosse uma policultura uma estruturação do espaço para atender o nosso mercado interno que a viu-se repentinamente nas últimas décadas plasmado sobre a ótica da geração a geração aí tá da produção do setor alcooleiro para produção de álcool e insumos aí para para para dá para parar aqui vezes essa coisa toda rapidamente vou levar um produto é um processo acabado muito rapidamente seu jogo que articula bem essas questões e a partir de um trabalho de educação patrimonial na nossa educação a gente vai fazer uma criança extinção daqui a pouco nós conseguimos chegar a um resultado uma devolução e é um processo muito sólido numa região da Bahia depois eu falo muito rapidamente é de um projeto aí que a gente se lançou na rua com ônibus para dialogar com a sociedade com projeto curso muito bacana que existiu alto bancado para limpeza ele teve um uma Riomar uma resposta muito bacana da sociedade e depois faça um convite a vocês participarem do nosso projeto percurso de educação patrimonial que é uma tentativa da gente também superar os dilemas colocados pela pandemia de impossibilidade de um trabalho coletivo a proximidade né o distanciamento social nos impostos a é trabalhar com essas ferramentas ferramenta a distância mais enfim o site percursos vendo esse contexto e criar uma plataforma de diálogo e de construção aí de discussão em torno dos valores dos recursos culturais de uma comunidade Vamo pro próximo E aí e rapidamente né quando a gente fala de Meio Ambiente a educação a isso dos Coloca aí um quadro muito grande né a seu país com as dimensões que tem no Brasil com as dimensões que tem a riqueza é de idiomas e tem a uma grande uma grande contribuição e termos culturais as mais diversas etnias e grupos que afluíram para o território brasileiro seja aqueles que aqui estavam há milhares de anos mas a a vinda de europeus a a vinda forçada de Africanos escravizados enfim e gente do universo inteiro se reúne para desenhar a um novo espaço na interno de país s.a. isso nos coloca já de cara um grande um grande um grande desafio porque dentro dessa trajetória atividade de pesquisa no Brasil ela ela ela começou a na mão de alguns poucos pesquisadores hoje são milhares mas a era um território imenso para você conhecido para ser explorado para ser indagado e aqui vocês tem um reflexo muito importante dessa nesse gráfico um reflexo do que está acontecendo nos últimos 20 anos em termos de a conhecimento da arqueologia no território brasileiro a partir da instauração do dos normativas a passou-se a ser necessário o requerimento de uma permissão Federal para você puder atuar é com este bem de natureza difusa que é o bem o bem Arqueológico bem é pertence à união e portanto a gente tem um interfacil pesquisador Tem que apresentar uma uma idoneidade para produzir para atuar nessa interface entre a união O superficiário que que tem objetivos ali para concretizar na sua área que tem isso mostra o que significa o rebatimento da do pensamento ambiental e da sua incorporação da tecnologia incorporação a esses processos estudos a voltados à mitigação de impactos a advindos de rendimentos Quais que é a então dá para vocês verem o como em 20 anos arqueologia se modificou muito né isso aqui são o número de portarias expedidas é no ano a para vocês terem aí um quadro de como arqueologia hoje o que Sérgio é não tô falando aqui da razão e substância é de das críticas e números que podem ser feitas esse processo mas para dizer que é uma realidade hoje uma parte substantiva das pesquisas são desenvolvidas no âmbito de licenciamentos ambientais em todo o país a é ocorre a gente distribuir essas portarias a pelo país Oi gente vai ver essas coisas e só que não está atualizado e se mapinha do Brasil abaixo a gente de acordo com a intensidade da cor a gente tem o número de porcarias a aqui são emitidas por cada Unidade da Federação que nos mostra claramente que zonas dinâmicas economicamente têm uma chance maior de conhecer os seus recursos arqueológicos enquanto zonas mais distantes por sua vez é ficam mais afastadas desse possibilidade de acesso a gente marca por exemplo a gente vai ver no próximo slide vamos ver um exemplo claro né é bom é uma a gente vai mostrar a gente vai ver São Paulo eu queria dizer como é que isso se enquadra como é que é arqueologia entrou né é como uma abelhinha né abelhinha no meio de um espaço que vejo construído a partir do CONAMA né porque nós temos aí os estudos ambientais envolvendo todos os as especialidades de meio físico a todas as e-mail sócio-econômico e nós nos enquadramos como um capítulo dessa imenso estudo que é realizado sobre uma determinada obviamente os é fundamental isso nos impulsionou a pelo menos refletir criar estratégias adequadas para cuidar desses recursos desses recursos que tem mato na basicamente uma natureza finita e não renovável então portanto tudo o que acontecer de dano ao patrimônio Arqueológico é irrecuperável a então nós temos que ver quais são as nossas atitudes para me indicar alguns impactos são é i.a. Ingrid laváveis e quais ações que a gente tem que desenvolver para garantir que aquilo seja preservado seja estudado seja divulgado a sociedade na Então esse construiu toda uma normativa então o vem conferindo um pouco a pouco na cama perde mente nós participamos recentemente aí do mar e uma é uma fala comemorativa da de comemoração da lei federal de preservação de sítios arqueológicos onde uma colega mostrou a trajetória a partir da até de dois documentos internos e como está se construindo é para o arcabouço jurídico a infraestrutura jurídica para atendimento desse processo chamado licenciamento ambiental isso nos coloca os colocou a parte muitas vezes eram né ainda vistos exoticamente como trazer um capítulo que se incorpore que não dialoga com as outras disciplinas A a gente é Nelson o aos trabalhos muitas vezes são distantes e isso faz com que a gente também tem o caminho a parado na lei e sobretudo quando a gente fala no campo da educação é é que é o dizer acontecer com esta estrutura jurídica um distanciamento entre aquilo que a gente fala da sócio da biodiversidade e da sociodiversidade sua articulação né o campo da arqueologia são requeridos EA lei a nossa Leia bastante substantiva bastante é contundente neste questão da Necessidade e da gente devolver à sociedade os resultados de uma pesquisa uma pesquisa arqueológica E para isso a gente existem parâmetros muito bem definido de qual seria a natureza da atividade educativa é incorporando o pensamento contemporâneo sem educação que fazem com que a gente saia daquele conforto dizer eu vou a uma determinada comunidade e mostrar o que encontrei entrego o meu raciocínio E até logo a para um caminho que ela de espera aí eu preciso articular o meu conhecimento o conhecimento daquelas comunidades que estão sendo ali afetadas que estão em torno no entorno de uma área afetada isso foi ruim que fez com que surgisse uma educação eu tô falando do e o ponto de vista burocrático tá Não tô criticando os trabalhos uma educação ambiental e segue um caminho né muitas vezes um caminho caixinha é bem reduzido que envolve aí um trabalho relacionado a doenças sexualmente transmissíveis a hábitos de coleta de lixo na então curiosamente a gente vê algumas coisas completamente distorcidas como e programa em pleno sertão baiano colocando a latas coloridas para ensinar o descarte organizado de rejeitos de lixo no semiárido Nordestino que são coisas Camille só clicar e cartilhas que determinam e tal versus em ide outro lado uma educação patrimonial e que a gente muito outras vezes viu de dialogar de forma harmônica e integrada Então esse é um Desafio que eu faço os colegas área ambiental que eu acho que daqui para frente a gente vai precisar amarrar melhor né É porque os pacotinhos são rezou é praticamente mas os resultados podem ser metabolizado de uma forma melhor articulada entre o conhecimento que se geral sobre o meio físico e as ações em relação ao meio físico e ao componente cultural eu não tô falando só da arqueologia mas tô falando de todo um conjunto de bens na edificados coleções da bibliotecas é modos de fazer celebrações e constituem igualmente segmentos e áreas do patrimônio cultural que também precisam ser avaliados a para para no bojo de um comprar então acho que é dentro do tripé da sustentabilidade né que reúne povo a é povo é o planeta e o lucro nós temos Rio Um Desafio grande na de celular é de fazer avançar a consciência ambiental e que cima produzida nesses últimos falar nos últimos 40 - 40 anos a forma mais Store daí engajada daqui para frente a diante do quadro que a gente tá vivendo hoje então acho que isso é uma coisa muito importante assim batizada na nossos colegas do dos órgãos ambientais e chancela e muitas vezes a gente vê toda essa questão da da educação o melhor colocada como uma questão subsidiária quando eu acho que ela é Central no século 21 a para a própria existência as significação da arqueologia e da sua seu caminho de reflexão a respeito da sociedade Vamos para o próximo e tu é o primeiro exemplo quando eu falei daquela a desigualdade daquela Mel do território brasileiro a gente vai rapidamente muito rapidamente vai descer longe ser longa conversa mas é que você tem um mapa do estado de São Paulo e se lembra daquele estado é o estado mais entre aspas pesquisado seja para o qual a gente conta o maior número de permissões de pesquisa a gente distribuiu patrimônio Arqueológico no Estado de São Paulo a gente percebe e cinquenta a sessenta por cento desses municípios que a questão não tem nenhuma referência quanto ao seu recurso Arqueológico Ou seja é municípios que não têm Sítio Arqueológico no significa que não contém sitios arqueológicos significa eles não foram alvos de estudos não foram contemplados A pois estudos de qualquer ordem acadêmicos ou devotados ao licenciamento que nos mostra novamente essa e essa esse desequilíbrio que precisa ser essa rádio precisa ser pensado de uma forma mais holística a tanto nos processos de licenciamento como é na própria legislação de qualquer maneira como eu falei é São Paulo plasmou se no mar das mais de cana e nós fizemos o trabalho trabalho tem vários estágios para ser realizado de acordo com os estágios das licenças na licença prévia licença de instalação e licença de operação e fomos é parabenizado os achados herdamos um trabalho bem feito de reconhecimento da área e um estudo a dos sítios encontrar com números nessa região fizeram até uma grata surpresa que os colocou trouxe uma corrente Grosso vamos o caldo de qual é a antiguidade do homem em solo Paulista por um pouco tempo essa datação obtida em um dos sítios estudados dois mil anos foi adaptação mais antiga Olá colegas do museu de arqueologia seguiram na pesquisa superaram em mais mil anos essa esse recuo da ocupação e da atividade humana em solo brasileiro solo Paulista basicamente próximo né uma área em áreas de absolutamente não havia as demandas por licenciamento a são empresas com pensamento ambiental mais estruturado introjetado no seu modus Operandi no seu dia a dia essas profissões obviamente estão trabalhando no setor no setor que plasma paisagens que ele lhe na passado que tal mas ela tem na sua equação uma posição então foi permitido desenvolvido um trabalho muito cuidadoso o trabalho de publicações de extremo Requinte extremo cuidado e todos os todas as atividades de extroversão de socialização dos e na Região de Botucatu região de Sousa Manuel foram feitos a contento arco e divulgando e trazendo a trazendo a comunidade a sociedade o resultado obviamente a divulgação também desses desses ganhou depois de muito grande dado o esquema convencional de entendimento da mídia Então quando você acha uma coisa muito antiga a mídia bombardeia então foi posso dizer que essas pesquisas foram mundialmente divulgados né não é isso o nosso nosso objetivo enquanto a jogos de uma olimpíada de quem acha o sítio mais antigo um monte disso mas tivemos a grata notícia de um trabalho cuidadoso porque a gente já estava se aproximando de ir embora de um sítio abrir e totalmente exaurido do ponto de vista de pesquisa no último dos buracos nas últimas unidades aparece o micro pedacinho a 1,5 de profundidade que fez com que a gente Oi Taci na profundidade e encontrasse essa paisagem antiga de um tempo que o rio Tietê provavelmente não era era um pequeno riacho atravessável é até né então o órgão a mente a gente tem aí a transformação dessas paisagens a ao longo do tempo assinaladas EA vivência de quem vivenciou as suas transformações e nos dá em mais um dado de importância é do que os estudos de Ecologia tem leão a acupuntura a contribuir para o nosso entendimento nosso diálogo o planeta aí em esvaecido né então os achados e preservam no solo em sua maioria são achados feitos em pedra o construídos em Barros obviamente dependendo de cada lugar restos orgânicos se preservam Mais ou Menos Mais é esses são os documentos a juntos e aquele lugar que está sendo estudado e a nossa matéria-prima de diálogo com esses grupos humanos do passado próximo 1 é bom isso para trazer aquilo que eu falei para vocês então um trabalho bem equacionado é de gestão dos recursos arqueológicos um detalhe determinado licenciamento ele passa por um trabalho substancial de Educação de educação e a gente tem sobre a rubricar de Educação patrimonial tendo a cultura como protagonista a desse diálogo que vai ser travado com a comunidade a é como eu disse isso é um trabalho que ele se fecha e ele atende plenamente às normativas e legislação mas não dá uma satisfação muito grande de ter a avançado no diálogo isso permitiu a que novas sementes obviamente a nossa passagem por uma região ela é meio efêmera a porque nós temos um tempo de execução ideal que os projetos fossem continuados permanente logo as estratégias de educação visão muitas vezes capacitar profissionais a ação de sino para que eles sejam os replicadores de metodologias e de ações voltadas à discussão e reflexão em torno do patrimônio cultural e não são lineares são complexas são campo de disputa na E hoje nós temos várias Comunidades a CDD buscando por seus direitos não são falando direitos constitucionais o direito à cultura pertence a todo e qualquer brasileiro e eles estão a se aproximando e exigindo também a sua participação nesse discurso então a forma de discurso forma de conduzir a Essas atividades junto à comunidade organizados seja instituição formal e educação não formal permite que a gente lançar sementes obviamente não temos nenhuma pretensão de equacionado educado coisa de longo termo mas a gente consegue os trabalhos que realizam soltar sementinhas a que hoje estão o museu de São Manuel está buscando formas de se reorganizar para receber pelo menos que seja uma amostra dessas peças que fizeram São Manoel se notabilizar na ilha em Botucatu Museu da Fazenda Lageado e preparou para receber as erros envolvemos um projeto com Universidade de arqueologia no câmpus que infelizmente não foi adiante mais Bárbaro discutindo com o pessoal de agronomia das ciências da terra arqueologia dentro do campo de uma universidade encontramos inúmeros sítios em áreas e coisas e pretendemos avançar a nesse diabo e criar um processo de consciência de Formação daqueles profissionais que futuramente vão intervir no terreno né sejam agromor sejam Eu segui qualquer área das ciências veterinárias e Agronomia a próxima E aí e esse então como eu falei um exemplo que eu considero bem acabado nós vamos parar no Sertão da Bahia na região do alto sertão baiano Guanambi Igaporã ou já tô que acaba se finalizar após dez anos de trabalho coletivo na porque não precisa de arqueologia para consolidar a esse trabalho ao final dos trabalhos de arqueologia quando chegamos na região não havia salvo o Criciúma referências um património Arqueológico nessa região o primeiro trabalho Foi de trazer à tona é a riqueza desses desses componentes arqueológicos na formação e estruturação dessa região é muito bem organizado os processos todos os requeridos aí falou licenciamento e quando da realização da educação patrimonial setores da sociedade é se manifestaram fazendo um pequeno parêntesis para trabalhar a gente tem um doce de uma instituição que será repor o final Clube materiais e dos estudos que a gente produziu sejam ver um centro cultural que a devidamente cancelado Califórnia e não havia em Caetité nenhuma instituição nós trabalhamos Constituição da Bahia e esse material então sairia da sua região da da proximidade daquelas comunidades uma região do litoral baiano e as comunidades terão nós queremos que esse material fica aqui e ali nós tivermos dentro dessa Compreensão é dos players dessa cadeia a cadeia produtiva o entendimento que era necessário avançar e no campo da sustentabilidade ou seja fora do licenciamento a empresa buscou formas e financiamentos a para constituir lá um museu de território Então esse trabalho acabado e hoje a gente fica feliz de ver que essa instituição tem uma reserva técnica padrão internacional com todos os requisitos necessários era necessário o aumento a cada dia os projetos na licenciamento na Bahia daqui a pouco não há lugar que possa receber nós estamos falando apenas no lugar físico mas um lugar que possa refletir e utilizar esses recursos que saíram os atividade arqueológica propriamente dita mas adentrava instituição e tem suas atividades educativas suas atividades de distribuição de comunicação e portanto ela tem aquele material e defeito na batalha não foi longa Não Foi Fácil pontos próximo um Oi e essa basicamente aqui quer dizer a uma região que nada conhecia a gente gerou uma um cadastro um estudo de centenas sítio entendidos são sítios que a gente não se reteve ao passado multimilionário indígena mas inclusive as formações das sociedades que estavam sob influência do empreendimento nossas falando aqui de Comunidades Quilombolas é grupos indígenas mulher mulheres trabalhadoras aqui enfim e tráfego e atua politicamente nesse território resultar próximo isso demandou um projeto de escolher coletivamente qual seria a tipologia de museu onde se envolveu aí o do aporte a e o conhecimento da museologia social a onde se decidiu que a tipologia adequada seria a criação um pro o próximo próximo baixo a gente acelerando sinal que é que tem o museu de território aqui tem dia a sua sede táxi das imagem aérea ainda não estava finalizado aí o O entorno mas hoje funcionando plenamente e ao redor da série de Caetité núcleos exatamente ligados a essas comunidades que queriam participar desse desenho de sustentabilidade que tava a sendo construídos A então hoje aí te tem a na sua Secretaria de Cultura grupos que voltados à educação patrimonial é você tem um grupo formado e obviamente essa equação envolveu a conectar poder público Universidade que está lá presente o empreendedor os pesquisadores uma tarefa de construir um plano que demorou 14 meses e envolveu 3500 as pessoas então para você ter ideia da abrangência é de um trabalho desses não foi um trabalho burocrático mas o havia pleno entendimento do Empreendedor da fiscalização da necessidade de se atendimento e resultado a gente chega ao resultado com prato concreto nós vamos embora e a preservação no sentido amplo da palavra ela continua e tem lá suas equipes hoje trabalhando em cima disso a nossa que legal esse é rapidinho só para só para para fechar Mas é para trazer assim o mundo o Eu acho que o novo normal vai exigir as novas estratégias e até inovador sistema é novo ao contrário eu me inspirei numa a ambulante que circulava com o Brasil com o obviamente esse pesquisador colocava além de espécies animais aquelas coisas meio esquisitas e cabeça de duas cabeças né if e ele era um ônibus museu já chegou para o Brasil durante décadas e eu falei poxa a gente vive falando que arqueologia não interessa a ninguém Vamos mostrar que arqueologia interessa esse ônibus saiu de São Paulo o centro-oeste arrumou Guaporé EA gente já chegou atender em alguns casos 10 mil pessoas num dia obviamente não não ação educativa mais uma ação de divulgação de interação E aí com o espaço Museu por Selma o espaço ônibus você é uma coisa absolutamente conhecida de todos cria uma forma de intimidade porque nem sempre o museu é visitável por todos né a pessoas que nunca vem trabalhar um museu mas o ônibus as pessoas dentro a gente é o laboratório Loteca multimídia a e esse projeto foi Barba Oi Bárbara o entendeu é um Recall em favor da Defesa do né da visibilidade da atividade calogia do património Arqueológico muito bacana Infelizmente o ônibus foi roubado e o projeto teve que ser encerrado a massa e fechar e eu termino para dar espaço aos colegas últimos lado é mais um convite ou me disse para vocês nessa nossa busca por buscar por alternativas e formas e da atendimento aquilo que a gente acredita que seja meio da educação patrimonial de qualidade Como eu disse é próxima etapa que nos cabe é muso livros com a chamada educação ambiental e forma a mais a mais simétrica em mais integrada a para acontecer e a gente criando a fórmula c e maneiras e métodos e da lugar então fica o convite a todos que estão nos ouvidos é que faz uma uma uma visita ao site percurso que é o resultado obviamente um site em construção e começou a caminhar que recebeu e vem recebendo Porque a partir destes processos educação que a gente tem realizado à distância a uma interação é sobre esses universo sobre esse discurso do patrimônio é com as comunidades inclusive elas postam aqueles valores que são referenciais Então dependendo da une tem a gente começa a receber o interferência e com a contribuição é daqueles que foram objeto do nosso diálogo que estão trazendo às vezes é não só a referência mas as significações que estão por detrás né de um simples bule de café de uma bolsa herdada da mãe de um pratinho que veio é de um modo de trabalhar né do Machado polido que foi encontrado que hoje calça porta Enfim então a gente tá iniciando só navegação isso todos os convidados aí a participar entendeu lugar em que a gente encontro dele com essa iniciativa que a gente está levando adiante eu não sei se fui Claro mas eu acho que muito rapidamente era essa navegação eu acho que temos aí o uma porção de a fazer desta a educação ambiental uma educação cada vez mais efetiva atingirmos aquilo que a gente deseja o nosso a é muito bom para o nosso quantas quantas reflexão Recife por mais que a gente diga né do do ponto de vista da educação bem que a gente tá mais preparado né para essa inter-relação entre outros diversos temas entre a enfim o olhar da sociedade experiências e saberes as vivências ainda assim sempre tem o que o que a gente aprendeu que a gente explorar então foi muito bacana essa sua só a base né o início da apresentação falando da relação de arqueologia com sustentabilidade né como isso Começou o que por um lado né fazendo aqui a minha interpretação né A questão do licenciamento ambiental que tem a sua fundamental importância para gente conseguir é Grau né o uso do território tem um desenvolvimento sustentável proteger tantos elementos físicos né Como que ele está entre "mais acostumada né fisico-biologico então a compensação de Ares e tudo mais me chama muita atenção o aspecto que você disse que é um é uma insubstituível né o patrimônio Arqueológico então se não foram encontrados não foi dada vida a importância naquele momento é uma história que a gente certamente vai perder e então é muito importante a gente a gente tem esse olhar se você tá acompanhando a partir de agora o participar a gente tá falando sobre arqueologia meio ambiente e educação ambiental e uma uma outra questão da apresentação do Paulo chamou muito atenção é a nossa nosso entendimento muitas vezes com aqui o logia é Como olhar que só vai funcionar para o passado na verdade como se fosse só a gente conhecer coisas que já aconteceram e a gente tem um outro olhar pode ter outro olhar para a arqueologia tanto atuando no presente e tendo esse olhar para o futuro também né Acho que são modos de conhecer a sociedade né como o Paulo disse aqui conhecer com saberes reflexão e aí no reflexão coletiva sobre o passado Oi e o futuro foi muito muito bacana para obrigada pela sua apresentação já tem aqui alguns comentários e perguntas aqui também eu já vou fazer uma pergunta que já foi basicamente respondido eu entendo Aqui é Paulo sobre a Teresa Cristina aqui pelo portal de educação ambiental ela disse que ela faz parte de uma de baú que né mas organização da sociedade civil chamada Gaia SOS e desenvolve trabalhos socioambientais Então ela está direcionando objeto de acordo com os objetivos do desenvolvimento sustentável e como educador ela tem muito interesse em expandir projetos voltados a crianças e adolescentes relacionados a conscientização respeito preservação do planeta em geral e ela queria desenvolver projetos relacionados ao nosso tema do particípio de hoje E aí ela pede aqui o que puderem me orientar nesse segmento será De grande valia parabéns pelo trabalho e aí acho que já você já deixou essa dica né Paulo do projeto o percurso educação então gente vai deixar o link aqui no portal de educação ambiental também então Teresa e outras pessoas estiverem acompanhando né Podem também acessar o site e se inscrever nesse projeto e a gente vai eu peço para vocês também né nossos convidados os contatos para gente disponibilizar no portal de educação ambiental então Se alguém quiser entrar na ter mais informações da receber sugestões sobre projetos a gente vai disponibilizar aqui pelo portal de educação ambiental também e eu vou eu só tô olhando aqui alguns comentários e algumas pessoas já que eu dou uma Lacta bem até para vocês verem né quem tá aqui acompanhando a gente a gente já falou do meio ambiente de biquíni de Piquete a gente tem Valdete fisioter não o bicho tá nós vamos italiano Talvez seja demais junto é que tá aqui acompanhando a gente Leonice gonsalves também do campo deck de cajá tinta que acompanhando Que bacana Obrigada por ter aqui com a Jeane se a conversa ficará gravada a Isa tá perguntando aqui né não vou conseguir ficar muito tempo gostaria de ver ela inteira assim e fica disponível ainda participe tá você pode salvar esse link né para você assistir depois pode salvar para compartilhar e pelo portal de educação ambiental além do vídeo que você também pode assistir pelo YouTube a gente também coloca outros links foram mencionados aqui disponibiliza as apresentações então o link está aqui na descrição do vídeo também se você tiver e pelo YouTube para você acessar pelo portal de educação ambiental Eliana Nakayama também tá aqui com a gente tudo bom aí Ana já tivesse nos comentários pelo portal de educação ambiental o Bruno Aranda cada equipe do zoológico de São Paulo que bacana Abril obrigada por estar aqui com a gente vocês tem aí também aí são Palio e agora me confundi com a gente fala a palavra Valeu recursos paleontológicos agora não sei como dizer que tem lá umas pegadas também nos zoológico né não é arqueologia mas tem também informações de animais que viveram no passado lá pelas calçadas do zoológico tem essas evidências lá também Paulo Araújo de Almeida também tá aqui com a gente Ana Paula de São Carlos Que bacana que bacana na cola obrigada por aqui pra gente hoje Carlos linda também te agradecendo aqui parabenizando pela apresentação Fábio que da Secretaria de Meio Ambiente agricultura de Sertãozinho tudo bom obrigada Fábio Porchat aqui com a gente e beber Fernando também e ganhando reportar aqui O Paulo Araújo que é do Museu do índio de Conceição dos Ouros em Minas Gerais que legal obrigada por aqui o Bruno tá dizendo aqui também parabéns pelas falas do Paulo parabéns pelo tema brigada Bruno M Abreu também tá dando aqui no o lado negro sempre bom ouvir luz e a gente tem que amar pessoal primeiro empanar o Sampaio que legal a gente teve uma edição do participe e falando sobre criação de abelhas sem ferrão né tiver aqui apresentando de meliponários E obrigada por continuar com a gente aqui assistindo outras edições do participe também eu não vou fazer a pergunta do Leonardo da Leonice aqui a o Iberê gente ele se identificou aqui ó ele é museu da do Museu da Amazônia de Manaus e obrigado e verem cortar aqui com a gente e aqui também tem mais gostoso meliponário o meliponário a escola jardim com abelha o Reginaldo Silva aqui que São José dos Campos também tá aqui acompanhando obrigada a Lurdes também tá aqui com a gente Oi tudo bom Lu também você já tinha falado bem-vinda Vânia Santos do viveiro Florestal de Taubaté também daqui acompanha da gente do Instituto de Pesquisas ambientais Obrigada Vânia Carlos Alberto do meio ambiente da Secretaria de Meio Ambiente de Álvaro de Carvalho aqui de São Paulo Obrigada e olha já tem aqui uma pergunta da Leonice tem uma outra pelo portal de educação ambiental que eu vou deixar aqui no meio do caminho para vocês dois né porque depois o Paulo Eduardo vai falar então eu só vou aqui já fazer esse comentário a Leonice fez aqui uma pergunta né gostaria de saber como é feita a divulgação de achados arqueológicos no município ela disse aqui no meu Município foi encontrado o luzio use vocês me corrijam e como romper esse distanciamento entre o município e o seu achado acho que o Paulo chama atenção né que às vezes achados acabam caindo na mídia como isso fica para a população também e você pode comentar Paulo acho que um dos caminhos a fundamentais para que o município município não ficar aleijado correndo Federal e muitas vezes o município fica por não ter mecanismo porque ele não tem órgãos e o órgão interno eu posso dos órgãos de Meio Ambiente muitos Estão levando adiante ideia mas acho que é uma primeiro uma questão de estruturação de preparação para a exigências e determinações com relação àquilo que o próprio município entendem Como descer o valor a gente tá olhando benção tombados protegidos em âmbito Federal mas existem coisas que estão sob o domínio das comunidades que merecem ser incorporados essas leituras os trabalhos que a gente faz invariavelmente passa o contato com secretarias de educação o tipo da prefeitura local são oferecidos cursos e treinamentos ou rodas de conversa o curso estruturados a distância no qual a gente obviamente encontra a maior ou menor resistência maior ou menor interesse mas a gente tem se aplicado nesse mas eu acho que de um lado é o município procurar fortalecer as suas as suas práticas e estruturas para quem não seja É verdade é um direito do município sabia está informado então é né ao município preciso saber mais é eu vou encaminhar meu iphan empresa responsável pelo estudo e licenciamento o arqueólogo autorizado a isso merece ser questionado e merece ser colocado no âmbito desses estudos Então acho que a gente tem que mesmo metabolizar via de regra a gente é mais uma das etapas a hoje a norma é bem clara numa das etapas de pesquisa nós somos a e pintados a promover uma divulgação do que estamos fazendo não o dos resultados ou de discutir o patrimônio então uma etapa inicial a gente comunica e a entrega o material de apoio 20 educativo e explica o que devemos fazer o que estamos fazendo seus direitos culturais e aí é coisa segue né a gente cumprir com a nossa tarefa paga a nossa comunicação mas existe uma necessidade de resposta também interesse como eu disse lá em Caetité a secretaria de educação e cultura se envolveu de corpo e algo na E com isso a gente conseguiu linkar município Universidade o empreendedor e com resultado efetivo que foi a criação de um belíssimo museu de território que a região não tinha então acho que é por aí não é muito bom e a Marisa também tá dando aqui Parabéns pela palestra né Muito bom ampliar a prática da Educação Ambiental Obrigada Marisa apertar aqui com a gente e eu vou fazer então já a pergunta que tá aqui pelo portal de educação ambiental pelo Walter teste a verdade ele faz duas perguntas então vocês me dizem aí quem quem teria condições né de fazer comentários sobre essa pergunta dele e dá exemplos práticos aquele diz que existe um ano um GT ele é um grupo de trabalho cratera cratera de colônia no âmbito da APA capivari-monos Então a partir da importância do céu patrimônio está formatando materiais de trabalho de educação ambiental objetivando aí o fortalecimento de áreas preservadas e atributos do território bom então se os panarícios poderiam informar sobre trabalho similares gente eu tive algumas experiências aqui pelo Paulo o Flávio também vai trazer algumas experiências né do trabalho do museu de Itaipu então vocês fiquem à vontade também para comentar Se tiverem mais exemplos aí mas acho que é segunda pergunta que é meu enfoque aqui que eu acredito que tem relação com vocês dois né Paulo Eduardo as pesquisas arqueológicas oferecem subsídios sobre a ele colocou aqui entre as refúgios de vida e biodiversidade no passado na que nos deem elementos preventivos né quando a gente olha para o futuro das mudanças climáticas e como essas informações podem sensibilizar para as mudanças de atitude frente ao ambiente a gente fez né a gente tá nessa linha da já da compreensão de que a que elogia não fala é só sobre o passado de uma maneira estanque ou desconectado da nossa realidade e aí a a provocação agora no sentido de Ok então em o que a gente pode olhar para o futuro a partir daqui o logia e como isso pode se dar Nélia ela pergunta aqui do vaso né preciso oferece algum subsídio de o que que era Refúgio no passado que a gente possa ter alimento de alguma prevenção que a gente pode fazer em relação ao futuro Eduardo responder o professor Eduardo Valeu obrigado Paulo Raquel também eu acho que sim eu acho que como Paulo Falou muito bem existe uma coisa que sei que foi sedimentando nos últimos anos é no que se refere a prática da teologia aqui no Brasil isso e Que coisa é essa é o fato de que quando a gente fala sobre a teologia acho que não fala que não tá pensando o agindo lá o propondo ações Quero ver apenas com passada quando quer pelos é fundamental para o entendimento no passado mas quando e como nós trazemos a dimensão da paisagem que essa dimensão tão importante e EA quantidade que aquele hoje atende contar para nós a história dessas paisagens através da interação entre a natureza e as populações povos tradicionais e também populações urbanas mais recente fazer a gente percebe que tem hoje não fala só sobre passado mas fala sobre o presente também um exemplo disso é sempre olhar para uma zona onde eu trabalho por exemplo a gente vai perceber que ao longo do arco de desmatamento a zona que pega o sul da Amazônia e pega o leste do Pará o quente quem tem de Floresta em pé hoje além das unidades de conservação são as terras indígenas as terras protegidas e a populações indígenas têm uma ação milenar na construção dessas paisagens no aumento da agrobiodiversidade então a meu ver é impossível a escola educação ambiental a gente fala educação patrimonial e o Paulo encaminhou a fala dele para a praça direção e eu concordo com ele também o que a gente tem que falar e patrimônio socioambiental né Eu costumo dizer que as pessoas falam para repor no Brasil não tem pirâmide e não ter só tem lá em Machu Picchu as nossas pirâmides são as nossas florestas são os nossos biomas que foram construídos de maneira muito sofisticada pelas populações tradicionais ao longo do ao longo dos milênios por isso que eu acho muito difícil eu falei isso no final da minha falta mas vou falar no começo existe um conflito entre unidades de conservação e populações tradicionais eles ocorrem na Amazônia mas ocorre em São Paulo também na Jureia por exemplo eu a Oi livre onde você parece as duas dimensões já que né Mas sabe que a gente vê no a Judeia oito mil anos pelo menos a gente tem que ser o batismo é muito difícil separar demissão de alguns de uma ocupação humana que ocorreu numa outra sobrou uma outra lógica né não é lógico para o rolo muito bem né que essa lógica na descrição que eu tô moda né da cana-de-açúcar que vem arrebenta com tudo né ou com a soja e não deixa quase nada naquele Isso depende muito de marcar elogia bem feita como Paulo mostrou que nós você conseguir Identificar número daquele Madrid naquele canavial evidências da presença humana com mais de 12 mil anos e essas práticas que estão ligadas às populações tradicionais simpatias que aumentam a o que chama de água biodiversidade eu vou só totalmente diferente então eu acho que sim Acho que essa pergunta excelente ela coloca uma questão fundamental para nós que é como pensar em continuar a proteger seu patrimônio ambiental incorporar contribuição intelectual fundamental que os povos tradicionais tem feito a indígenas quilombolas ribeirinhas Caiçaras e assim por diante a beleza da e acho que a teologia no Brasil Contemporâneo ela tem essa pegada que é muito interessante fica bem incorpora essa contribuição fundamental dos povos tradicionais a construção dessas paisagens é mais do que respondido já nem começou a falar gente já tá com a cabeça desse tamanho aqui de tantas coisas importantes pode seguir com a sua Fala Eduarda por favor eu gosto você tiver compartilhar apresentação aquela palavra já fica com você para você dar continuidade obrigado então Obrigado cara era uma vez mais deixou só charme à mais eu só chamei a representação para compartilhar aqui a alcinha música aqui eu trouxe três exemplos aqui o neto baseado em São Paulo mas a minha pesquisa se faz a região amazônica aqui no Brasil e [Música] eu posso te dizer só o Paulo deu exemplos é de arqueologia ligada né você Empreendimentos econômicos que é a cirurgia predominante no Brasil hoje é eu fiz um levantamento alguns anos atrás mais de noventa porcento daqui a pouco já feita no Brasil é arqueologia ligado licenciamento ambiental mas existe um pouco de uma arqueologia quero que outra vez mais sensacional né que é uma aqui no dia que tá mais associado à academia que ela que energia que eu faço também eu não vejo nenhuma conta distância essas duas pelo jeito pelo contrário eu já transitei nos Dois Mundos é eu acho que existe existe fundamental que existe um diálogo entre essas práticas acho que já que mostra tanto na academia como também no license e no meu caso o tio queria trazer três exemplos pra vocês que vem lá da Amazônia aqui na verdade tem a ver com essa resposta que eu devo pergunta feita e encaminhado aqui pela Raquel e eu começo essa minha apresentação com essa imagem aqui que é mais mágica eu sempre uso que é uma imagem que na verdade não vem do Brasil ela vem do Equador mas acho que ela ilustra bem o que acontece aqui no Brasil vou falar da Amazônia Mas acho que isso vale para Mata Atlântica vale para o cerrado os outros biomas do Brasil também e essa imagem mostra aqui é uma região típica eu tô com apontador aqui pra vocês verem inglês né a região típica de expansão de Floresta na Amazônia equatoriana que tem aqui mais todinha umas casinhas contemporâneas algumas estradas mais uma área de Floresta com o passo umas aulas de capoeira também e sentir olhar o instituto nacional do património cultural do Equador fez um levantamento E aí com um tipo de sensor chamado lidaram lida que ele vai no avião ele permite que se veja o que tem o que existe a topografia por baixo da floresta então sempre olhar para você imagem Aqui a escala é mais aqui tem mais ou menos 875 metros essas cara não há uma área muito grande mas essa imagem mostra o que essa essa aqui é a mesma imagem e depois desse levantamento de lá ainda né ela mostra o que que toda essa região cês tão vendo essas coisas geométricas aqui elas são essas coisas geométricas são aterros artificiais de forma retangular quadrangular toda essa área aqui ela tá lotada de evidências da presença humana indígenas no passado então sempre voltar para ser mais a gente vai ver o que que na verdade não dá para preparar a história dessa floresta da história dessa ocupação que começa nessa região aqui há mais ou menos dois mil setecentos anos atrás no mínimo Isso aqui é uma capoeira muito antiga uma floresta que passou por um processo de sucessão muito longo e muito antigo mas que tem uma componente fundamental nossa e o que é ocupação indígena nesse caso antiga nessa área E por quê que foi interessante Porque essa imagem sintetiza o que eu acho quem sabe cada vez mais sobre a bacia amazônica por exemplo vou dar alguns exemplos de natureza transformada pela atividade humana na Amazônia esse só que já é no Brasil né esse somos que estão vendo aqui essas manchas escuras é a quem tem um sol amarelo que tipo porque ela Amazônia central perto de Manaus o solo Amarelo típico da região e essas manchas escuras são só os senhores de terras pretas que são solos muito férteis que tem uma produtividade muito grande mas estabilidade muito grande e que nós sabemos hoje que foram produzidos pelos povos indígenas nessa região aqui por exemplo esse somos data do século século 17 depois de Cristo portanto mas o né vai mais ou menos há 1.300 anos atrás como esse vocais obter essas terras pretas lá na Amazônia Central tem uma quantidade de mim essa de Caco de cerâmica as casas que eles faziam eram de madeira hora de palha o material todo apodrece como que sobra cobram essas grandes quantidades de cerâmicas fragmentadas e essas coisas são esses quadradinhos vermelhos aqui e são montículos artificiais eram aterros construídos por Esses povos que viviam ali a gente sabe aqui esse aqui é o mapa da Amazônia essas esses pontinhos em azul aqui e dia você mora o mapa aqui não é completo né mas eles indicam os locais onde nós temos a ocorrência desses solos de terras pretas pela Amazônia ele se vocês me olharam para esse mapa a gente vai ver que tem uma área muito grande né que pega o meu agora e o nego Rio Madeira mas é muito grande da Amazônia não desista evidência produção desses solos e portanto da modificação da paisagem pelos povos indígenas no passado esse todos eles são patrimônio natural mas eles também são património Arqueológico isso é o patrimônio socioambiental né hoje em dia o pessoal Procure aí criam existe uma série de que as coisas interessantes né brigada sair por exemplo o pessoal procure esse lugares para plantar aqui é uma fazenda de mim lá em cima de um sítio arqueológico comprar a preta acabou aquela imagem que a gente viu daquele sítio nenhum caso tem um Bananal aqui em cima né que acontece muito no Vale do Ribeira por exemplo né aqui em São Paulo em extensão batismo Vale do Ribeira eu falar com o seu batismo aqui é um pouco pessoal planta banana só que no Amazonas em cima de um sítio com terra preta e cheia de cerâmica que eu acho que aqui embaixo enterrada cemitério localizado nesses locais de terra preta também cês tão vendo aqui tem um sepultamento humano e cemitério tem mais ou menos 1.300 anos também e muitas cerâmica associada a Esses povos escuro Então tem um solo que é natural modificado criado a terra preta quer patrimônio sócio-ambiental a cerâmica arqueológica e cemitério os indígenas também aí vou passar rapidamente outros exemplos é muita cerâmico enterrado embaixo do montículo tudo isso ela na zona Central lá na zona Central esse só nos dados de mais ou menos 1.300 anos é um pouco mais o solo os mais antigos vestido que nós conhecemos aqui na Amazônia brasileira e ele vende gol do ônibus Estado de Rondônia num sítio que está escavando também chamado do Teotônio que está localizado às margens do rio Madeira essa cachorra não existe mais ela foi destruída pela construção da usina de Santo Antônio alguns anos atrás mas esse lugar aqui tem Antônio é um sítio e não vão conseguir falar né dar muitos detalhes aqui mas nós temos camadas arqueológicas enterradas muito profunda com esses solos de terra preta também que chega a quatro metros de profundidade tudo isso aqui é artificial formado pelos povos indígenas que ocupavam essa região no passado e nesse caso específico Nesse sítio no outro local do sítio né Nós temos depósitos de terra de terras pretas que estão da traduz em mais ou menos cinco mil e quinhentos anos de idade e lavar os encontramos evidências de cultivo de plantas já daquela época como abóbora e como feijões por exemplo 3 se solo aqui que vocês estão vendo Então esse vermelho mas isso só me escuro aqui ele tem mais de cinco mil anos de antiguidade é só aqui um perfil é um desenho de um perfil estratigráfico nesse mesmo local fazendo que a gente tem aqui aqui não dá para ver infelizmente mas é mais Amarelo aqui aqui é preto né esse preto que a gente tá vendo aqui equivale essa camada aqui a gente tem uma evidência de cultivo de feijão de abóbora de mandioca Tucumã que é uma palmeira lá da Amazônia e da castanha há mais de 5000 anos atrás mas em camadas ainda mais antigas com mais de 9 mil anos os dados aqui o botânicos são pequenos fragmentos de sementes eu estudados por nós e micro vestimos e plantas mostra o que a castanha por exemplo aí a goiaba já eram cultivadas e consumidas a mais de 9 mil anos atrás isso é interessante porque porque a castanha-do-pará ou café no Brasil é uma planta que importante né até hoje ela é consumida na Amazônia aqui tá uma Castanheira para quem não conhece e ela é um produto de exportação inclusive no Brasil né ela uma castanha não pode viver mais de 500 anos de idade geralmente Elas têm uma os castanhais gente sabe que tem café que já tem sido com datas mais antigas ainda com evidência de consumo de Castanha a mais de 11 mil anos atrás Tem que olhar para esse mapa bom eu vou continuar aqui é que nós sabemos também então eu tô mostrando alguns exemplos aqui do Alto Rio Madeira né Essas terras pretas de mais de 5 mil anos presença de Castanha a 9 mil anos mas estou na região Amazônica é um grande hoje em dia aquele hoje eu mostro aí foi um grande eu acho que isso vale para Mata Atlântica aí para para para Caatinga e para os errados também para ver como é que trabalham no Amazonas é um grande centro de produção do que eu chamo de agrobiodiversidade tem um monte de planta que a gente consome no Brasil e no mundo inteiro que for cultivado e domesticado pela primeira vez Amazônia Cacau batata doce de abacaxi guaraná cupuaçu Castanha Bacuri a mandioca Taioba amendoim né são várias plantas importantes e sempre olhar para essa lista aqui nós vamos ver o que que a gente tem muita água em como causa da castanha do Guaraná que é uma o cara era do cupuaçu o do cacau é do bimba mas a gente tem muita raiz também batata doce você tem algumas frutas que o meu caso abacaxi mandioca Taioba ar e assim por diante Então eu acho que o tempo que a gente pode usar para as estratégias agronômicas antigas desses povos é se você tem uns agroecológicas estão baseadas no cultivo de plantas de longa de vida muito longa com meu caso de árvores como a castanha mas de plantas de ciclo mais curto mas fica bem tipo armazenadas as rochas como é o caso da batata doce e a mandioca por exemplo tá e qualquer consequência disso a gente essa tags agroecológicas Elas começam a Amazônia como eu falei para vocês a mais de dez mil anos atrás a gente sabe que tem gente vivendo na Amazônia há pelo menos 12 mil anos né a gente tem datas mais antigas aqui para São Paulo do que para Amazônia né mas o que que é interessante esse processo de manejo de plantas cultivo né cultivo de árvores era tem um impacto que é muito importante é o meu jeito é um impacto ambiental o que tem a ver com quem chama de predominância de espécies de árvores na Amazônia isso aqui é muito rapidamente ao levantamento que mostra para nós aqui e a estimativa que você mais uns trezentos e noventa milhões de aves da Amazônia essas 390 milhões de árvores estão fazendo 16000 espécies é muito Expresso é muita árvore mas aí vem um dado interessante dessas 16 mil espécies apenas 227 portanto 1,4 por cento para se correspondem a quase metade de todas as árvores da Amazônia e esse padrão chamado the predominant que ele tem muitas espécies tem muita árvore mas o número muito pequeno tem uma representação muito muito expressiva que aí predominante quais são essas 227 espécies predominantes a mais comum é o açaí por exemplo é o açaí do Pará o açaí do mato né É sempre olhar Sales em frente tá cheio e pronto economicamente importante açaí Castanha Cacau é dois tipos de açaí e várias Palmeiras que são recursos e Oi hoje em dia para fazer o sensacionais e até descontração com o meu caso não sair que são super representadas no registro Botânico né de árvores da Amazônia e que tem aquele que aquilo dia mostra para nós que são cultivados e manejados pelos povos indígenas há milhares de anos uma dessa tomou seu açaí uma outra dessas 227 é a Seringueira vou passar para o segundo exemplo aqui rapidamente isso aqui é um seringal lá em Rondônia às margens do Rio Mamoré bom É uma história muito longa vou pegar só um pedacinho dela aqui no século 19 essa região aqui que hoje para o Acre EA Bolívia Luzia muita borracha muita Seringueira todo mundo com essa história né E essa borracha saía pelo Rio Madeira só que o madeira o rio muito em Cachoeira muito encachoeirado é difícil fazer ela ela disse fazer a navegação até por causa disso se construiu a estrada de ferro madeira-mamoré que passar o Largo dessas cachoeiras e um se liga a lista do século 19 o Coronel labre tento achar um aqui em caminho para tirar essa borracha pelo O que é o rio que não tem cachoeiras E aí ele fez uma expedição ele bancou a extensão no próprio bolso ele fez o que ele andou a pé o preço de mais umas 200 quilômetros entre o Alto rio madeira grande dos formadores do Alto Rio Madeira e o Rio Acre transformador no Rio Purus que que é interessante dessa viagem dele ele andou no final dessa viagem com 35 pessoas durante 20 dias Eles procuram 200km eles andavam muito rápido mais ou menos 10 km por dia se eu não tivesse com alguma com um terçado né com facão fazendo isso e não ia conseguir andar tão rápido e Ele publicou o diário da viagem dele o que é muito interessante e sem tirar o diário da viagem dele não faz um tempo inteiro que andou por estradas as estradas caminhos indígenas estradas Então procure que mandou tão rápido porque ele foi percorrendo caminhos que já existiu anteriormente criados pelos povos indígenas que ocupam essa região aqui caminhos eu tô falando rápido que eu não tenho muito tempo aqui mas eu tô marcando na estrada boa e bem cultivada quer dizer ele andou pelo caminho em viável de frutíferas no entorno do ao longo de 200 quilômetros E aí senti olhar para o lugar para ligando ó uma parte está na Bolívia que hoje em dia ainda tem Floresta que eu tô achando aqui no Brasil ele não tem mais pressa e que interessante sem te olhar nos últimos anos alô aqui por causa do desmatamento centenas de sítios arqueológicos foram identificados que são esses pontinhos pretos aqui que tiver no Acre e no sul do Amazonas e como é que estão em sítios eles estão hoje em dia em áreas de pastagem que eram cobertas por florestas pela lente estruturas geométricas quadrado poder angulares retangulares em alguns deles sem evidências de camisa de estradas estão vendo aqui tem uma linha aqui tem outra eu acho que tem que deve minhas duplas paralelas bom arriscavam nesse caminhos aqui é um se esses que nós estávamos só de Campinas Qual de vocês também que o ambiental inclusive né Essas linhas de transmissão aqui vocês tão vendo que tem uma linha reta Aqui só tem um caminho que não se sabia se era antigo ou não é o Ministério Público Federal fez uma demanda nós ficávamos esse sítio e concluímos que esse caminho de data de pelo menos um ano mil depois de Cristo aqui estão algumas imagens da instalação e posteriormente voltou para essa região a gente continuar trabalho vale do Acre fizemos usamos drones para mapear outro desses sítios identificamos vários desses caminhos estão vendo aqui tem um aqui tem alguns aqui tem outros aqui saindo dessa do centro dessas aldeias como é que essas aldeias elas eram montículos as casas ficavam no alto dos Montes Claros ao redor de uma praça central então nós achamos que está estudando esse tema ainda mais aqueles caminhos que o coronel utilizou no final do século 19 eles têm uma atividade que remonta e o ano mil depois de Cristo e mostra e ele não vou conseguir falar sobre isso aqui mas o nosso usado Claro Ecológico os mostro que essa região do entorno de sítios eram ocupadas por uma série de espécies economicamente importantes como as Palmeiras também eu coloquei ideia aqui que esses povos que viveram aqui que confio nesses caminhos e habitavam essas aldeias ele está no domingo construindo paisagem no entorno né e modificando a natureza trocando um tipo de Floresta por outro tipo de Floresta ele tem uma coisa que a gente não está fazendo hoje em dia está criando a gente tá assistindo Floresta para plantar capim e vou rapidamente o meu último exemplo aqui que eu acho que tem a ver eu pensei nesse último exemplo é porque ele tem a ver com Vale do Ribeira aqui em São Paulo e região do litoral sul de Iguape e Cananéia né que é um samba aqui que nós estamos estudando show no Monte Castelo ele fica na região do Rio Guaporé que o Paulo conhece muito bem Trabalhou muitos anos em Vila Bela e o Mato Grosso eu trabalho nessa região do Guaporé já em Rondônia na divisa da Bolívia que está em cinza com o Brasil aqui E esse Sítio Monte Castelo tá aqui a localização dele essa região há mais de novo contratado do Paulo mostra isso para nós muito bem é uma região que tem uma ocupação histórica foi muito importante no século 18 inclusive um forte foi construído ali pra gente pegar a cadeira 1676 de hoje em dia tem povos indígenas que ocupam a região tem populações ribeirinhas populações quilombolas e tem grupo de dias isolados também que eu tenho mosaico né de vocês falarem que vivem nessa área então algumas 183 foi criado uma reserva biológica ali no Guaporé e uma reserva biológica é um tipo de unidade de conservação E é claro de acesso limitadíssimo basicamente Ninguém pode viver dentro de uma reserva biológico né o que acontece as populações que viviam ali indígenas e quilombolas tiveram que sair até hoje estão brigando na justiça para ter acesso aos seus territórios tradicionais bom só que nessa review na reserva biológica tem sítios arqueológicos também e essa Ilha que vocês estão vendo aqui essa aqui é uma região de transição entre Campos alagados e áreas de Floresta Essa é saber que vocês estão vendo aqui na frente é uma ilha artificial samba aqui e foi construído tem mais ou menos 6 metros de altura por cento e sessenta metros de comprimento essa imagem aqui na época da cheia essa aqui é na época da seca né E tudo que vocês estão vendo aqui é uma ilha artificial começou a ser ocupada e construída há seis mil anos atrás só tem um perfil estratigráfico as camadas Sambaqui essa base que tá em amarelo é a base do Sambaqui esta plataforma foi formada por argila que foi misturada com que o material trazido de longe para conseguir essa base a gente tem esse cara E desde 2014 né e uma coisa interessante bom seja - ocupação humana evidências de cerâmicas muito antigas resultados você tinha que são muito legais mas o que que é interessante porque só um exemplo né das coisas que tem saído das nossas escavações fica interessante sobre os dois últimos slides aqui primeiro quando a gente chegou lá e 2013 era uma região aparentemente não tinha mais ninguém você que estava abandonado né a gente abre uma nós limpamos mata ele abriu começou a trocar nesse escavações deixou o material lona ferramentas corante volta no ano seguinte o material não tava mais lá que a gente tinha deixado eu tinha aqui 2016 na verdade já a gente tinha um recado na árvore que tá vendo um do 4 de 16 que um dia e tinha o nome de pessoas inscritas ali onde Gostou se corresponder com essas pessoas Deixando o carro e mensagens tem que escrever botava no saco plástico e quem eram essas pessoas eram os indígenas da Aldeia chamada palhal que tinha sido expelidos Ali pela criação a lógica e assim já nem falar desse jeito porque existe uma questão né mas não temos autorização para trabalhar ali né o acesso é super controlado mas a gente sabe que ocasionalmente alguns desses indígenas voltar nessa região que assim os seus filhos época da cheia precisa aprender lá a conhecer a natureza digamos assim fica a gente tem feito desde então o projeto de escavação compartilhada com eles que que trabalhando com com os povos indígenas que ocupam a região perto até hoje e também populações quilombolas e eu acho que esse caminho esse aqui é meu último slide mostra um pouco os desafios e possibilidades Espero que o dia tem para você parar aqui mas de patrimônio socioambiental no Brasil a gente tem que chegar aqui é por dentro da nossa parte uma um esforço muito grande porque a gente foi formatado a pessoa é uma tradição intelectual que valoriza muito o patrimônio e tem que valorizar a mesma né os objetos património edificado que sou uma banheira essa fundamental que tem que ser proteger esse patrimônio construído em ataqu no Brasil como em muitos anos isso né ao mesmo mas olha só também têm que incorporar também o direito aos povos tradicionais As populações que vão mencionou também de acesso essas paisagens que são resultado Nossa da sua própria história também isso vai quer o que por um lado assim ela tá contando né uma força horrorosa destruição que teve no Brasil hoje em dia e a mesma eu preservar uma legislação que é importante preciso de conquistas históricas ambiental e do patrimônio Arqueológico então não mas por outro lado lutar para que essa legislação que não pode ser perdida ela também possa incorporar essa contribuição e ela faça Justiça as demandas das populações tradicionais isso acontece na Amazônia vai ser acontece no Brasil inteiro né no Recôncavo Baiano no Nordeste e acontece aqui em São Paulo também e os contextos da Mata Atlântica então eu não tenho uma função prática para dar para isso mas eu acho que o que eu queria dizer um pouco ela né a gente não deve pensar separar o é natural e Ambiental do patrimônio cultural e pensar em maneiras de contemplar aí fazer justiça contribuição intelectual sofisticadi cima dos povos tradicionais tem feito para construir esses espaços que compõem o Brasil de hoje é isso obrigado o uau gente tem muita coisa muito aprendizado nessas falas E e essa união de saberes acho que essa ficou a mensagem também né do Paulo o Eduardo também trouxe isso gente já começou aí com ao longo do tempo lindo a questão socioambiental né E aí você precisa fazer mais mais sentido ainda Precisa de todos esses olhares nem para parte do ambiental patrimonial e cultural e Engraçado que a pensando na nossa origem né de humanidade quantos quantos pedágios tem origens em comum claro né devidas diferenças de Cultura está bem mais em quantos tipos de seres humanos a gente se transformou ao longo do tempo né o como parece distante o modo de vida por exemplo né Pensa numa qualidade tradicional do modo de vida de quem mora no mar e localizada e para o lado como isso foi o que viabilizou a vida que a gente tem hoje é o que viabiliza o neto de ver o nosso modo de vida então é isso muitas reflexões aqui do lado muito obrigado pela sua pela sua contribuição tem aqui mais pessoas comentando a Monica Doll O que é da do Parque Estadual Marinho da laje de Santos são os gestores que atuam na nas áreas protegidas que tenha esse Desafio em mão Ned equilibrar ou ambiental cultural com as comunidades que moram lá e no fim pelos exemplos que a gente está tendo aqui né das apresentações Por enquanto ainda vamos ver é do lado Flávio mas as apresentações de Eduardo Paulo que acaba sendo entre muitas "né mais fácil a gente fazer essa integração é aproximando as pessoas né da realidade aproximando ou as comunidades aproximando a população do Entorno que afetadas pelos Empreendimentos o que está próximo das descobertas arqueológicas muito bacana Eliana Nogueira também tá dando uma lac e o Luiz Arnaldo que é da secretaria da agricultura de Bragança Paulista casa da agricultura de Atibaia está dando Olá tudo bom Isabel sempre acompanhando a gente também as edições do participe tá vendo a terra que a gente tem condições hoje de cultivar de consumir Foi a que foi não é produzida né mas é aqui foi trabalhada pelas populações aí algo mais de 10 mil anos e isso me eu confesso que me dá mais um frio na barriga de tempo que a gente tá fazendo como a gente está substituindo essa vegetação e pistolas condições e o que a gente vai deixar aí para gerações futuras né a gente está fazendo uma modificação bem intensa e a gente precisa ver como a gente consegue mudar porque essa para que essa transformação Garanta que a próxima gerações tenham condições de continuar sobrevivendo ele é de isso aqui é excelente exposição e eu vou passar agora para o Flávio mas antes Eduardo tem alguma tem alguma outra consideração Paulo Flávio você gostaria de fazer alguma consideração a partir da apresentação de Eduardo fiquem à vontade e eu queria só falar uma coisa rapidamente quer Cola como contigo você aqui no dia dá para nós essa essa quantidade de olhar para o passado a nossa noção de escala de tempo é outra né a gente fala mil anos é Paulo falou em 12 mil anos 13 mil anos isso são coisas corriqueiras para nós assim e o que o que que eu acho você Você tocou num ponto fundamental porque a gente percebe que isso essas estratégias agroecológica que são milenares depois nos eu vou usar um tempo que tá mesmo ele é meio batido assim mas elas são sustentáveis ao resiliente que viemos assim ninguém sabe se O agronegócio o dia que ele tá hoje vai existir senão vai continuar existindo daqui a cem anos porque a demanda energética e impacto ambiental que ele traz só um imenso Então tudo bem gera renda agora importante né debate é muito mais complicado a gente tem que todo mundo tem que participar dessa conversa e não é demonizar nenhum dos lados é mas para mim como arqueólogo o inevitável quando eu vejo nossas práticas no presente eu não consigo deixar de você falou sobre futuro é exatamente qual que você consequência disso pro Futuro preto tem a perspectiva cronológica do tempo profundo ocorre de trabalho para fazer essa avaliação e é muito difícil eu acho é não dá para tudo tem a pegada ambiental tem um custo energético tem um custo social muito grande também então essa pergunta que você fez a pergunta fundamental que que vai ser qual que vai ser a consequência disso e não filmei daqui a dez mil anos o tipo daqui a cem anos né ou daqui a 50 anos já aplicar de gravação a gente perdeu 40 a gente pegar o Vinte por cento da Amazônia nos últimos 40 anos Vinte por cento desse vídeo por cento pode 16 por cento tem um uso não foi destruído desses vídeos por cento só 16 que vocês tenham um economicamente sustentável direito é isso que a gente não quem tá na Amazônia e decidiu que eu tente destruir 85 porcento não serve para nada em 40 anos o coitado já nada porque hoje né e não é nada mesmo é pensando nisso né mesmos efeitos das mudanças climáticas no se você né Se for pensar em termos de séculos também não é quanto tempo né Precisa da Revolução Industrial que 100 200 anos a gente tem um impacto que a gente tá sofrendo agora então não dá nem para dizer 10 né pensando nos resultados que a gente tem que a gente consegue usufruir pensando das populações humanas que viveram aí há milhares de anos atrás o impacto que a gente está fazendo um curto espaço de tempo chama muito atenção né até aquelas evidências arqueológicas é que a gente tem sim e a gente vive no momento que acaba sendo questionável também né Por Algumas pessoas aí a gente não tem tanto poder assim de influenciar mesmo as mudanças climáticas não pode ser só ser humano isso já aconteceu não existem várias questões meteorológicas e existem as alterações climáticas geológicas naturais mas não tem como dizer que é o ser humano não tem interferência na paisagem e consegue perceber isso como apresentação do Eduardo né pela questão da Amazônia dos sítios arqueológicos onde o que o que foi plantado a qualidade do solo os elementos que tem lá se a gente consegue ver do espaço né as alterações que foram feitas pela próxima devidas alterações na paisagem eu não tem como dizer que a gente não tem poder de interferir só que a gente consegue usar esse poder para interferir da maneira mais positiva buscando correr atrás da maneira mais emergencial que a gente conseguir de forma de produzir né Vamos ao termo como dois falou sustentáveis equilibrada né que bom garantir a vida de todos os seres e do ser humano também né é aquela história que não tinha que está mais ameaçada Oi Val gente muitas reflexões Então vamos pensando agora nessa trazer aqui o Flávio para trazer esses exemplos a gente viu um pouco da importância da arqueologia relação com o meio ambiente sustentabilidade a partir dos exemplos que o Paulo trouxe gente A importância é do ser humano né e da arqueologia para identificar não só modo de vida ou artefatos como a gente acaba associando mas também não da paisagem em si e agora a gente vai abordar um pouquinho com o Flávio né como a gente pode levar essas informações sobre arqueologia para as pessoas nem como trazer as pessoas para entenderem melhor a importância de tudo isso então Flávia a palavra está com você muito obrigada desde já Boa tarde a gente o seu apresentar um pouquinho do que a gente faz lá no museu de arqueologia de Itaipu curto é o pessoal poder entender o pouco duro do museu e da sua atuação vão falar A pousada materialmente relação ao museu de território ou cozido pode ao mesmo tempo como um modelo de território que a atuação dele é não é focada no unicamente do que tem dentro do Museu no seu espaço no Brasileirão o Palmeiras busca atender a sua comunidade do entorno de alguma forma então pesquisa alguns prints aí para para Geralmente eu falo Fala pessoal daqui do Rio mesmo mas como a gente está tendo uma coisa uma abrangência Nacional aí então trouxe algumas imagens por pessoal entender um pouco melhor a localização do museu de arqueologia de Itaipu Então essa imagem que tá que tá aí a entrada da Baía de Guanabara aqui no Rio de Janeiro lado esquerdo a gente tem as praias todo mundo conhece Copacabana Ipanema e do outro lado são Piratininga Itaipu Camboinhas são as regiões daqui do Da onde o projeto localizado ele. Azul ali logo abaixo do nome Taís e se localiza o museu é para próxima próximo site por favor é isso que eu quero mostrar a gente tem aí ainda aí no cantinho o museu e no ou e o museu tem um em torno muito rico com coisas muito diferenciadas nessa região é na Região Oceânica de Niterói toda essa região verde que vocês estão vendo aí é bem aqui bem na beira da do mar ele tomou os Andorinhas e ele faz parte do Parque Estadual da Serra da Tiririca toda essa área verde aí vai subindo aí no mapa até a cidade de Maricá aqui na cidade vizinha aqui Niterói faz todas as áreas faz parte do Parque Estadual da Serra da Tiririca tá é a próximo site por favor e além do do museu onde tá ele gente está indicado essa setinha vermelha aí a gente tem bem ó vem junto com 200 metros de distância essa área onde circulei de vermelho aí que é o sítio arqueológico na grande que vence considerado um função Batista obrigou não que é um sítio arqueológico notaram Teoricamente bem preservado pensando que se for comparar a outros dois aquela que existiam na região um pouquinho acima que eram o Google a dona que tinha noção Bacia de Campos esses dois filhos Natal e já foram instruídos anos 70 no período a urbanização aí da Região Oceânica de Niterói A e termina algumas circunstâncias aí o o sítio arqueológico na grande se manter entre aspas é bem preservado a aquilo e em Itaipu além da proximidade de como Sítio Arqueológico na grande é como ele deve ter no Morro das Andorinhas a gente tem um e pressionar os moradores que ocupam esse espaço no Alto do Parque há no mínimo há mais de 100 anos para o morador mais antigo essa comunidade tem hoje seus 80 anos e o e o pai dele trouxe ele para morar então ele tem uma comunidade morando ali há bastante tempo a gente tem também com mulheres pescadores tradicionais que fica que fica no entorno do museu é vai para o próximo slide por favor ah e esse aí é o pátio de entrada do museu de arqueologia de Itaipu ele ele funciona onde no século 18 foi construído com o recolhimento é de mulheres então ali Itaipu a gente tem uma área que é próxima como se puderam ver no primeiro larga próximo ao centro do Rio e esses recolhimento foi construído de vida ser uma área de uma o tempo usar uma praia fácil de entrar e sair com barcos Então esse recolhimento foi construído que é fonte próxima à Igreja de São Sebastião de Itaipu tu e a ideia era abrigar mulheres que estavam digamos fora dos padrões de comportamento social do período do século 18 então mulheres com problemas com seus maridos mulheres que não queriam casar com quem seus países furinhos e vários outros circos eram jogadas para para esse tipo de espaços e só que como Itaipu era um local bem o lado de acordo com a os documentos que a gente tem sobre esse espaço o recolhimento Itaipu é um local bastante mal visto então e não era muito desligado com as mulheres é para serem enviadas para lá então era considerado o mesmo ideia esse espaço eram considerados como se fosse tomar uma espécie de prisão uma punição com essas mulheres mesmo tá então tem um próximos lado também dá uma mostra um pouquinho do do espaço do museu e se responde minha Azul ele funciona para transar com 18 ele deixou desistir já não é condicionado foi abandonado e quem ocupa esse espaço se a 19 são os pescadores que já habitavam esse espaço já desde o período que o recolhimento funcionado que ele tem informações de atividade Pesqueira também nesse período tá então o museu de ficar mais no século 19 e o no período como esse feito a destruição dos sítios é é uma pequena estão batidas Camboinhas no final dos anos 70 aos espectadores que eram moravam aí eles foram retirados e o material é que saiu dessa dessa destruídos ele vieram para esse espaço e o museu de arqueologia Começou a funcionar Tá legal então esse é um breve histórico é um breve forma de mostrar um pouquinho como é que fica com logia começou a pessoa de 1830 iniciou sua atuação né com próximos lado por favor ah ah tá é agora fala um pouquinho do fazer uma ligação mais direta aqui Ambiental do museu vem as é uma uma ação massa que a gente considera uma ação mais interessante mais efetiva que se refere à tá dando tá podendo incluir no nosso discurso todos os temas que envolvem a região de Itaipu tratorzão não desenvolve esse programa sozinho além da ação que do museu de arqueologia a gente tem o o o jegue é grupo de estudos interdisciplinares do ambiente da URSS p a gente tem aqui a faculdade de formação de professores da UERJ fica no município de São Gonçalo e também tem a parceria do Déia e também o laboratório de estudo de peixe também lá da UERJ o jegue é com o professor Douglas que mental e o laboratório de estudo de peixe com a professora rosana lima que são alguns dos professores da uesb e nos seus grupos de pesquisa que tem bolsistas e esse possessões quem está acompanhando ações do programa e além de poder ir fazer observar eu colaborar mas os pontos no programa eles também em alguns estados que fazem seus 16 E propõe até melhorias na no programa então programa tá sempre tá sendo sempre tendo recebendo boas orientações o que Grid da principal da UERJ tá e a gente faz esse programa com alunos da Escola Municipal Professor de Barros Valdemar 30 dias que é um país Municipal bem próximo do museu deve estar mais ou menos um quilômetro de distância e a gente faz esse as atividades pastoris 5º ano do Colégio e essa isso programa começou no ano de 2010 visualização aí 11 para 12 anos de desatres programa de educação ambiental ele tinha uma certa afeição é quando ele foi preso a escrita nela idealizado pela direção da conta do museu junto com o diretor do Parque da Serra desliga ele tinha uma proposta mas nesse período que ficou entrei em um outro servidor que tava na casa da mãe a gente foi dando uma ficou obviamente compartilhe com uma escola e com o pessoal da Wesley e foi deixando ele mais didático mas direcionado para a criançada EA partir de agora eu mostro algumas algumas imagens da Geisa tu mandou esse programa tá o próximo slide por favor não hesitem geralmente começa mostrando as fotos dos anos anteriores para turmas de como é que vai participar geralmente são duas a três turmas de mania de tarde então a gente mostra as fotos de como é que foi o o ano passado e para as crianças que estão fazendo durante o ano porque as ações começam aproximadamente Março São 15 anos aproximadamente Os encontros vão até até o final do ano novembro e dezembro e sempre tem alguma algum tropeço com chuva com agulha dentro da escola o museu e sempre ajustando o calendário e ele tem esse primeiro encontro Alice bate-papo para a criançada próximo slide por favor e primeiro ação que a gente faz é uma trilha interpretativa do Morro das Andorinhas então a gente explica um pouquinho para a criançada é só que são vários conteúdos que ele falou não vou ficar falando exatamente ficarem as águas um pouquinho aqui tá progressiva pensada o caso você vai por favor lá em cima na trilha você tem ainda a parte mostrando aí como o funcionamento da bússola eles tem os mapas aí vai começar a entender a localização digitar Niterói tendo em vista o mapa mundi próximos likes por favor ó e aqui em cima a gente está no alto do morro no livro então a gente faz para te levar a criançada é interessante esse ponto porque a gente fala comparação de como é que é o bairro ainda aí no fundo é o parque chamado Itacoatiara é um bairro com poder aquisitivo as pessoas bastante poder aquisitivo e já Itaipu e tem uma grande qualidade EA distância entre outros são de dois quilômetros até a praia de Itacoatiara bastante Guarda resguardado aí os montantes e também foi Nessa entrada que é somente só tem só tem somente uma entrada aqui tá quase nada e quem entra da parcela logo ditado não de caracóis logo de cara com posto policial Então existe uma certa alimentação ali na entrada e tá partilhar e vamos lá não vão até a praia dos anjos vão ter ali e retorno e da Itaipu. É Natália mesmo então a gente tem uma certa diferença ali no público que vai para Itacoatiara e no público vai sair com outros e só pra extremamente O vídeo mostra a criança do que que acontece o que que a Anitta Itacoatiara Príncipe de casa exemplo é um pouco diferente então eles são questionamentos que a gente tenta fazer ela perceber a desigualdade que você acha que acontece na região vamos lá próxima slides e aqui aqui a gente continua na na [Música] unidade pra passear então a próxima próximo slide 1 E ai nesse momento não outro no outro momento da do programa aí a criança tá fazendo uma entrevista com moradores tradicionais do do Morro do durinhos esse rapaz de azul aí ele é alto ele é o Marcos nome dele é Marcos e ele sempre lá recebe pensado bate um papo aí ele programa as perguntas dentro sala de aula em conta para a criançada e eles vão depois sobe a trilha são mais ou menos que cinco minutos para subir até o alto do morro e lá em cima é uma vida pela vida totalmente diferente lá debaixo né então eles fazem várias perguntas sobre o resto precisa fizeram contato com animais como que se pensa diverte nesse espaço e ele também conta um pouco de dificuldade que tem aviso sofre pressão ele tem a pressão da também de algumas movimentos da do lado de Itacoatiara no intuito de querer expulsar os moradores dali só que somos um grupo de pessoas que estar esses pago e qualquer legislação sobre pessoas morando em áreas de Proteção Ambiental então eles depois de assinar um termo de Conduta tem tem todo uma procedimento que eles fazem então que dá um ciência ao Inea sobre o que eles fazem eles não podem fazer naquele espaço para permanecer morando ali no alto do morro das Andorinhas próximo slide por favor é a gente tem aqui agora Almirante que dá para Praia de Itaipu E aí essa criançada tá fazendo uma cidade que se chama de olhando Itaipu ali planejando o futuro como é que os acho que tá aí com essa vai ser daqui a no futuro em algum ponto no futuro vamo lá próximo slide 1 e é isso aí é o momento de visita no Museu de arqueologia são esse tipo de visita que toda escola que liga para o museu é para fazer a mistura enviada a eles fazem Fala um pouquinho acho que senão da doença alimentos Santa Teresa com um ônibus ferido ele fala das questões dos pescadores Falamos também de arqueologia obviamente já que a gente tem um sítio arqueológicos é um samba que subiu no próximo ao museu então também é assunto e ao término da visita as crianças fazem oficina lá próxima situação as fotos eles fazem uma oficina de escavação a gente tem uma espécie de tanque de areia aí dividido em oito quadrantes de um por um recebem para uma planta tinha um lápis uma uma uma coisa tipo assim só fazia para eles vão encontrando elementos e encontrariam na no só pra aqui então tem Conchas e material ósseo ali o material lítico e eles pegam não podes material e vou precisar nesse x faz um desenho é um objetivo trabalho no disco mais entrosado compreende um pouquinho que faz um arqueólogo e quinta-feira esse trabalho nas próximas duas fotos são das oficinas de escavação Pode mostrar por favor E aí E aí já uma você tava no produto do programa que a gente chama de trilha interpretativa dos ecossistemas costeiros então ali junto ao museu existem Onde estão os uso a gente tem praia e retina tem largura de manguezal Então são os pontos que a gente leva a criançada conversando um pouquinho sobre a biodiversidade de cada local EA relação destes espaços como os moradores da região e então e atualmente até um trabalho muito muito interessante cidade de uma aluna do da UERJ lá que ela fez o terminal vou ter que ser dela agora fazendo uma trilha virtual nesses acontecimentos se adequando a tempo de bateria né então ela fez essa trilha a gente tem utilizado também essas ferramentas é de tarde aí tecnológicas para dar continuidade ao programa no mesmo nesse período de pandemia obviamente fazendo adaptações necessárias mais gente vai faltando o programa próxima Oi aqui é a criançada em frente ao sítio arqueológico uma grande e eu sempre conta a história que que marcou muito quando comecei a trabalhar em 2010 estava muita Muita confusão no museu porque uma pessoa andando no se tecnológicos e um tampo de um creme sendo areia e a pessoa sabia que queremos ficar que lógico pelo menos isso foi até o Museu a seleção do museu entrou em contato com o Museu Nacional o meu celular e mandou uma equipe de arqueólogos e começaram salvamento daquela daquele crânio só que daquele plano ali na verdade saiu Saiu um sepultamento ou um adulto e quatro crianças que o pagamento montado né e todo esse material ficou durante um tempo aqui no museu de arqueologia estava sendo separado e depois falar para o Museu Nacional do livro e participou todos os exames estudando pode ser no Museu Nacional a mais de dois anos né É sinal que ele incêndio que a gente tem as informações são muito precisas de que esse material não estava necessariamente onde onde o incêndio pegou Parece que estava muito local mas é subs esforços do trabalho de salvar Abra barrigata o material ainda do espelho então a gente aguarda mais para frente algumas informações mais precisas sobre sobre esse salvamento e a criançada e faz a visita tem algumas fotos Ali de serviço de salvamento e é sempre muito interessante quando. Essa história é muito importante para eles né Vamos lá próxima próxima próxima slides eles vão mais aquele que está na Laguna mundo resultado do manguezal e continua sendo expulso pensando nas questões ambientais sociais e também daqueles Passos né próxima foto e olha a sala de aula que a criançada vai ter oportunidade de leão tem um incide na mão tá quase tá com estaria no ambiente não tá vendo somente a foto no livro de idade que ele tá ali no no ambiente ele pega essa Maré mostra para a criançada ele pega se diz o que tiver ali pra cá geralmente têm alguma coisa ali fica um monte de fracas agarrado identifica e explica Tipo de ser aquele como é que é aquela dinâmica de abrir e fechar mostra as animais ao toque manguezal que aquele sal saindo da sua zona do Mangue explica comunicada fala próxima a próxima vai aí já arruma outra atividade o focando Vai tentando espíritos né é o nome das mãos na chamada fala piti desse dia Provavelmente estava um dia chuvoso tava final do ano e ele precisava terminar a o programa então esse deu material para a pré-escola mesmo e geralmente faz isso no museu próximo próximo à praia e pede aos pescadores o apoio nessa hora na atividade eles eu falo com o pescador lá e ele vai ficar ele leva para gente ir lá para o museu alguns peixes diferentes realmente precisam comerciais e vem na rede e ele sabe ele pega aqui em cima de misturinha aí pega distantes peixe leva para gente que a gente precisava criar as aqui no finalzinho aí é mais prefeitura as fotos da criançada como suspeitos na mão vamo lá lá e olha ali que tem alguma espécie de quilômetros feito para medir o texto ele tem uma onda do mar vista que a gente frente como fazer informações de cada animal foi capturado e quantas coisas como espécie fazendo uma pesquisa mesmo com os pés próximo slide 1 E aí ele sai com quem que não me fez isso eu tô desatualizado que voltar mais é do misturinha é o peixe é eu tive com você ainda não estiver lá para gente próximo live por favor E aí pra finalizar depois um ano inteiro estudando tendo não me respondeu diferentes aí galera merece um piquenique na praia né então é só um forte dá uma ligada no momento de confraternização e isso geralmente lá para o início de dezembro da gente finalizar o programa Vai aí a gente faz uma duas três fotos são nessa nesse momento de confraternização da equipe e tudo proprietários e com a criançada também bom então basicamente esta a um pouquinho do nosso programa de educação ambiental que a gente desenvolve lá é E aí é isso tem um pouquinho escudo de esquenta falar de como deve tradicionais arqueologia questões ambientais questões sociais no tudo isso a gente pensar um pouquinho na dentro desse programa se caracterizando como ação vai bem muito disciplinado Então é isso gente obrigada obrigada Flávio parabéns pelo trabalho de vocês também no museu eu até anotei aqui algumas abordagens né assim a gente é geralmente existem vários exemplos várias possibilidades Claro de trabalhar educação ambiental no âmbito escolar né a educação ambiental formal mas a gente quanto mais abrangente a olhar e olha aqui e né que experiências bacanas que conhecimentos fundamentais a gente está tendo nessa e diz tá pegando até um exemplo de ampliar o olhar para trabalhar meio ambiente nas escolas então tem tanto do ponto de vista né Arqueológico dos sítios arqueológicos a questão histórica né aquele abrigo de mulheres lá e como isso complete futuro também né A questão cultural como a gente consegue pensar nesses aspectos também e discutir elementos da biodiversidade trabalhar com os sistemas valorização da pesquisa né quando você coloca o aluno nessa nesse papel de pesquisador também seja é do uma simulação de escavação e é bem parecido né as fotos que o Eduardo mostrou do sítio né A questão da Lei os quadrantes né preparação do ambiente Então você faz um simulado no final das contas se você consegue estimular a formação de mais aqui ovos mais pesquisadores pelo mais uma um acidente por exemplo apesar de não ter ar que o aluno a cantar trabalhar da forma mais Mas deram Cível para criança ter uma noção melhor de como é que esse trabalho e fala que não é só a escavação de todo uma pesquisa elaboração de projetos é tudo uma questão antes de fazer o trabalho escrito e para ele sente mais vestido né palito panaria são as coisas estão a gente mas não é para aprender não precisa ser chato né vamos primeiro paradigma que é esse a gente consegue aprender muito né pelo lúdico divertido é isso faz parte né nessas atividades sociais confraternização é a pesquisa nessa também toda reflexão sobre o modelo de sociedade né aquele Mirante né que você colocou Então por que que assim né e eu trago aqui minha reflexão se somos todos humanos que tipos humanos diferentes que a gente virou que parece que é são outros outros grupos né outros outras espécies E no fim somos todos humanos em e a questão da visão de ah e também foi provocada pelas apresentações né Limpar ou seja da Integração dos olhares entre um social né o educação patrimonial lá numa caixinha educação ambiental em outra então realmente a gente vê exemplos a partir desse conhecimento de ações que a gente que a gente pode ter então muito bacana fazer brigada vou ter que ter mais leva para aproveitar e fazer uma pergunta para você tem algumas outras observações eu tenho duas que já vou fazer para você então aqui Flávio a Sandra tá perguntando aqui se arrastando que a nossa da nossa equipe aqui que fez essa essa ponte o contato com vocês Qual é o mote que conectar arqueologia com os temas socioambientais no programa do museu possível a Cristal das Dunas Qual que é o ponto de vovó do nosso caso lá principal questão de ter um trabalho multidisciplinar de poder a gente falar de números número de conteúdos é o fato do museu depois a gente tem que pensar um museu como um território Ele foi olhar para que a gente tem o nosso ambiente o que que inscreve no nosso y e falar aquilo tudo que tudo pela lei pode transformar de conhecimento Então a gente tem questões históricas polimento então isso vai ser a questão ao recolhimento e a gente pode puxar por exemplo o nosso nascimento de ação falar sobre feminismo Então vamos falar tudo isso também a gente tem um um sítio arqueológico E durante vamos falar como é que era a relação dessas pessoas com o meio ambiente é como que é bem mais saudável com a nossa relação hoje em dia que ele tem que tá conversou aqui agora eu muita coisa também antes e tem que ficar ir em pesquisa feita na pequena apostila e formam pelo menos uma sequência de mil anos consecutivos e tinha pessoas perguntando aquele espaço Então qual foi o impacto que eles trouxeram é um ambiente vamos comparar os últimos 100 anos que a gente tem aqui então a gente tem questões sociais acertar os facilmente em casa sair nessa como a gente tenta juntar todos os temas que a gente tem é muito longe Acho que qualquer lugar que qualquer Museu qualquer escola é só olhar para o lado de fora A gente faz a gente encontrar um encontrar um assunto O que você que possa abordar possa desenvolver um problema tá fazer é desenvolver conhecimento e que trabalhar criar na das Crianças uma coisa quem tem que importante é criar noção de pertencimento também todos conhecem melhor o local onde os mortos as crianças usado trabalha na frente e faz melhor local que eles moram é aquilo ali também pertencer a ele criar nosso curso pertencimento a criação de é preciso cuidar daquilo ali também ele também é dele também é casa dele e e não é desculpa só entrar aí meu amor rapidinho lá na alma Fábio não tendo um monte de interno de mediação que você tem uma né falando dessa esses olhares novos e mais consolidados de momento você tem um assunto contemporâneo né que é a questão da Igualdade igualdade de gênero e oportunidade toda essa batalha e o à reflexão feminista que vem você tem uma joia de sítio sítio arqueológico que a própria estrutura do museu se dividia com o casar todas as feministas não é para desenvolver um trabalho porque é epigônico espaço né como recolhimento mais às vezes nem sei que você tá falando de intervenções mas de reflexões mas eu acho que esse é um sítio importante para quem está preocupado te espero então você publicizar isso para atrair profissionais que estão preocupados com e desenvolver temas relacionados aí o que o próprio prédio do museu é uma matéria-prima para um trabalho mais aprofundado uma pesquisa e o htlv-1 de uma pesquisa direcionada para isso mas a gente recebeu algumas Estagiários da UFP outras universidades daqui e ela se aproveita e começaram a incluir curto na meditação e o que eu acho Ótimo então tem que trazer informações e fazer conhecimento que seja de interesse para o público então Qualquer novidade que seja válida pra gente é super bem-vinda e com certeza ele é muito bacana também no projeto né como vocês que exploram de terça oxigenação né a parceria com a universidade então consegui as contribuições dos Estagiários também que é muito importante essa troca Netão mais um elemento aí do programa que que é um exemplo Bacana também você seguir e legal do programa ele pra gente não fica monótono Porque todo ano tem alguma coisa diferente algum algum não chega para a gente pode fazer isso aqui melhor da forma se uma forma assim assim assado a gente vai sempre modificando alguma coisa no programa é pois a recebendo o aluno se transforma ser professores né então já é uma uma galera que já traz uma bagagem razoável para ir para colaborar com o programa né Ah e eles trazem na bagagem e leve ou esta essa abordagem esse olhar né na nos trabalhos que eles vão desenvolver então é um processo formativo em é muito legal eá a observação aqui que eu queria fazer Na verdade acho que é mais um comentário como ela tá dizendo a Janine Sofia Negrão ela gostaria de saber se existe um grupo um canal e meio de pesquisadores ou profissionais que tivessem disponíveis para apoiar projetos dentro de escolas então eu vou indicar aqui o seu contato também Flávia se você puder dar alguma sugestão para ela que justamente ela tá querendo desenvolver projeto nesse sentido ela é forma aqui é o lugar de formação de base e ela quer atuar na hora na área de Ensino Fundamental e Médio e E aí colocar os alunos né para reconhecer elementos Arqueológico Ela tá dizendo aqui né na experiência dela que ela reconheceu um samba aqui que ela identificou quatro quarteirões da Escola E E aí com a pandemia Ela acabou parando ela vai ter ela foi confirmar junto ao iphan que não tinha registro sobre esse aqui é um pouquinho ao final e como colocar essas iniciativas em prática né além a Que órgãos ela pode pedir ajuda apoio para conseguir trabalhar na área de educação sobre isso tem calção de alguma sugestão de fazer um comentário sobre isso Fábio pelas experiência eu acredito que além do isso obviamente que seria o primeiro órgão para pensar em no registro desse vídeo se Arqueológico aí ninguém tem as Universidades que grupo de pesquisa das Universidades dessa da região onde namorado e também ver professores da rede particular ou rede pública esteja interessado em elaborar diferente projeto então inúmeras ideias podem podem partir da detectivo dele Platão a pessoa tem que conhecer o espaço ali conhecer o oito anos para poder fazer só pensar essa conexão aí diferente é diferente frente para poder desenvolver um projeto eu acho que é mais legal é você poder estar juntando escola a universidade a cidade o projeto poder ganhar pouco ganhar e ganhar e poder ficar frente né tem quantidade e é bacana e também retomando né a gente vai deixar os contatos disponíveis E também o convite para entrar no percurso os educação né Paula também ela pode se inspirar lá na possibilidade de projeto de abordagem que vocês também estão nessa nessa plataforma e eu vou fazer mais alguns comentários aqui das pessoas que estão mandando agora pelo YouTube a gente já partir pelas considerações finais o Marcelo Oliveira tá aqui acompanhando ele é da área de soltura e monitoramento de fauna da reserva três meninos tá dando parabéns aqui é vocês excelentes Exposições o pessoal aqui do meliponário na escola jardim com abelhas também tá sendo excelente e as abelhas nativas também são exemplos de patrimônio socioambiental e cultural na forma de cultivo seja pelas comunidades tradicionais da cana brigada por estarem aqui com a gente também a Eliana Nakayama também tá mandando aqui uma lá para gente falando a importância de conhecer arqueologia Haroldo gretta dando aqui Parabéns para todos então excelente programa Flávio na tá dando parabéns aqui também deu parabéns para o Paulo que o Eduardo pela palestra bacana o professor Jane está aqui com a gerência do Bonfim a história da Unifesp já teve aqui com a gente no medição do participe e falando da importância de museus e educação ambiental fazendo aqui ótimo debate ótimas apresentações de trabalhos inspiradores uma boa coordenação ótima coordenação aqui brigada Professor brigada apertar aqui com a gente a gente possa ver se inspirar e integrar tudo isso olha Quantos elementos né na verdade não tem como não ser multidisciplinar e integrada a gente só desaprendeu a fazer desse jeito vai ter que reaprender de novo mas na nossa essência né Como os seres humanos a gente ir as coisas já estão Integradas a Eliana casa dela aqui fora de série tá pessoal tá adorando aqui dentro do seu Simulator Ana Paula também adorei as palestras Parabéns a todos o aranto perguntou se Flávio seus essas essas guitarras nos projetos também ela comente um pouco sobre as guitarras o fundo e interfaces pro futuro é E aí dá uma coisa nessa quando Emília pegou a gente de surpresa né isso aqui era o meu cantinho meu cantinho particular e agora todo esse tempo trabalhar meu cantinho não vou modificar meu cantinho por causa do trabalho né então na casa da casa aparecendo aí que eu tenho banda toca na noite aqui é um home studio faça algumas gravações Zinho e tal então acabaram acabei vamos comer nada só porque vai fazer reunião fazer lá em casa deixa aparecendo tem problema nenhum não faz parte da Cultura a gente não falou da integração entre meio ambiente calor Então tá tudo faz não fica bem algum problema eu já havia um instrumento até com água né até com o curso d'água pedras metais enfim que fizer só um né a gente e consegue tirar música de isso também vou passar lá e vou aproveitar que você já tá com a palavra então para suas considerações finais né da importância de se trabalhar no programa nesse sentido né O que que você gostaria de deixar de mensagem para quem tá aqui nos acompanhando agradeceu o convite para falar um pouquinho trabalho a gente faz acho que no meu caso como trabalhador do museu eu acho que é importante a gente tá atendendo não falo com o museu como servidor público né entender de alguma forma as pessoas que mora ali por perto então o que eu puder fazer atender ou programas e [Música] bom e é isso aí muito obrigado a todos aí e tenha uma boa tarde obrigada Flávio vou passar então para o Eduardo fazer as considerações finais né Que mensagem você gostaria de deixar para quem tá aqui nos acompanhando ou Obrigado pelo convite de novo hackear o prazer né dividir essa tarde com Flávio com o Paulo também e acho que nós conversa são muito boas acho que a mensagem é essa né é continuar a mensagem é paciência resistência vai passar e vamos vamos lutar para construir um controlar construir um país mais justo né cuidar do patrimônio ambiental brasileiro mas também que cuidar e valorizar a respeitar o patrimônio cultural e buscar o caminho da sociedade que permitam intersecção desses dessas duas heranças fundamentais que nós temos aqui no Brasil e cada um fazendo sua parte né da maneira com a tua mas sempre sempre com essa o mirando para essa direção a isso muito obrigado pelo convite EA oportunidade de conversar com vocês aqui foi um prazer para mim bom obrigada muito obrigada Eduardo obrigada pela sua mensagem pela suas reflexões vou passar então agora para o Paulo fazer suas considerações finais Paulo E aí tem que abrir o microfone tal acho que está fechada ainda dinheiro agradecer a oportunidade aí e agradecer aos que nome de todos os participantes da gente abrir nessa discussão esse espaço patologia para a museologia atividade a de comunicação desenvolvida por Museu dentro de uma perspectiva mais ventilada eu acho que sempre alimenta né traz à mente Esse aspecto que muitas vezes é Acaba Tratado de forma burocrática e o que o Edu ponto nós estamos falando de direito mal direito ao meio ambiente meio ambiente é feito dessas duas partes a gente dividiu para operacionalizar os processos mas eu acho que o caminho futuro el de uma articulação Sem dúvida mais mas a fraterna e sinérgica entre essas duas partes de a moeda na no qual é a experiência humana EA diversidade cultural foram fundamentais para gente chegar aqui não existe um modelo escolhi ativo existem outros modelos né existe um olhar construído de forma e a gente está construindo o olhar agora de dentro para fora e uma reflexão de Para onde vamos lá então eu acho que é isso não é a gente levantou essa essa bola e eu acho que é uma tarefa tarefa hercúlea ainda por caminhar na a gente não pode é barrar né no mar questão de verdade quando a gente vai arrumar um parque unidade de conservação em lá Caiçara ficam aos 100 anos e eu ia a vegetação é a mesma que estava muita muitas décadas né E essas pessoas serem retiradas do seu tem o seu modo de vida do seu das suas articulações isso acontece com grupos tradicionais é eles acabam invisibilizados nesses processos de licenciamento Oi e a gente tem que atuar para reverter aí junto a distâncias desses horas a que no momento sem dúvida da muito muito muito dificultado mas por que a gente isso pede falsos dilemas e começa a trabalhar com mais afinco nesses verdadeiros paradigmas que a gente tá divisando para esse novo normal que vem vindo aí que nada que não seja igual seja o novo normal mas se não seja igual supere de Lemos que a gente vem vivenciando nos últimos 500 anos aqui no País tá bom muito obrigado Com certeza tá que a gente tem que aprender alguma coisa desde quase aprender muito com isso né tirar sempre os aprendizados de situações que a gente está vivendo e que a gente consiga a viver não é diferente a parte do que a gente já atendeu e eu quero então mais uma vez agradecer muito a vocês então Paulo Flávio Eduardo obrigado é muito obrigada pela disponibilidade pela parabéns pelo trabalho né Brigada pela experiência de vocês vocês compartilharam aqui certamente vai ajudar muito Quem tá assistindo quero lembrar que o participe fica disponível se você pode assistir depois você pode compartilhar encaminhar para as pessoas é que você conhece mandar suas perguntas pelo portal de educação ambiental se eles tiverem perguntas a gente entra em contato com os nossos convidados né e pede a gentileza de eles responderem você vermelho que você não conseguiu assistir ao vivo sem ainda pode mandar suas perguntas e participar dessa maneira quero agradecer muito a equipe da Coordenadoria de educação ambiental na pessoa da nossa coordenadora Manu Freire e também na equipe do nosso portal de educação ambiental aproveito para convidá-los acessar o Portal também o link ficar disponível aqui no vídeo Você tá assistindo pelo YouTube aqui na descrição do vídeo você pode acessar o link da equipe do nosso por como aumentar o que agradecer a Cibele que fica aqui nos nossos bastidores que coordena as atividades do portal e a Sandra que fez essa intermediação foi ela tá Ângela dessa dessa edição do participe né indicando os contatos e minhas pesquisas plano que vocês para que vocês pudessem tá aqui com a gente hoje e também quero ressaltar que temos no âmbito da Coordenadoria de educação ambiental grupo de trabalho é justamente para trabalhar os museus ambientais então existem representantes das instituições que fazem que que administram né museus entre Museu Florestal tem um museu geológico diversos museus que fazem parte administração da secretaria de infraestrutura e meio ambiente Então já vou tomar pedir licença aqui para já e indicar os também para o contato de vocês né desse grupo de trabalho dos museus para que enfim outras outras dúvidas outras ideias esse essa troca também possa ser mantida ao longo do tempo e claro que agradecer muito a você que está nos assistindo Espero que você tenha gostado dessa a acip continuem participando coloca todo mundo na tela se para gente diz pedir Ah sim então é isso gente um ótimo dia ótima semana E até uma próxima E aí
Get free YouTube transcripts with timestamps, translation, and download options.
Transcript content is sourced from YouTube's auto-generated captions or AI transcription. All video content belongs to the original creators. Terms of Service · DMCA Contact