Gestão de Mudanças - A Curva da Mudança - Como lidar com a resistência na mudança organizacional.

Franciele Maftum | Saúde Mental e Neurociência2,137 words

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lá oferecer nos tons se ele tem gestão de mudanças e hoje a gente vai falar um pouco sobre uma coisa muito muito legal que uso em todos os meus cursos que é a tal da curva da mudança hoje eu pretendo de mostrar como você diminui a resistência das pessoas inclusive a sua em processos que envolvem mudanças em sua organização a gente vai entender um pouco sobre essa curva da mudança que nada mais é que uma curva de emoções durante a mudança aqui estou eu de volta falando de emoções durante a mudança porque é que eu falo tanto isso porque gestão de mudança é uma gestão de relacionamentos e emoções a mudança então quanto mais a gente entende disso mas a gente diminui a existência de melhor da nossa mudança pode acontecer eu vou mostrar pra vocês uma das vertentes dessa coisa porque tem alguns autores que escrevem essa curva de maneiras diferentes com mais passos ou menos passos mas hoje vou mostrar uma das formas que essa campanha é apresentada no meio internacional está a curva é mais ou menos assim então agora tem gente que está fazendo a curva pra cima ea gente cada coisa assim acho que vou usar curva pra cima tá é então eu fui assim é uma coisa que ela nos explica que na medida que as mudanças vão acontecendo a gente vai sofrer alterações emocionais que são alterações cerebrais e corporais biológicas que vão fazendo com que a gente relaxa de determinadas maneiras frente às mudanças e se comporte de maneira diferente também em relação às pessoas é o que a gente chama hoje de comportamento resistente que na verdade não tem nada de resistência é uma reação natural da gente a mudança com a curva não dança nasceu lá na psicologia em 1969 quando o câmbio e ross começou a estudar as pessoas que estavam em estágio de câncer terminal ele começou a entender que existe um padrão de luto nessas pessoas um padrão de comportamento que a gente nova de luto desde a hora que as pessoas sabiam que eu morrer até o dia da morte delas e ele começou a realizar um estudo e nesse estudo ele conseguiu perceber que a gente tem um padrão de comportamento frente ao luto ou frente a idéia da morte e aí nasceu essa curva da mudança só que mais tarde os outros pesquisadores da organização da própria neurociência começaram a testar esse mesmo padrão de emoção da curva é o processo de aprendizagem para qualquer ele para qualquer mudança porque processo de aprendizagem qualquer pessoa e qualquer mudança porque todos esses processos envolvem um luto e no nosso cérebro envolve ter que reaprender alguma coisa tem que deixar alguma coisa do passado e tem começar uma coisa nova então tudo isso são processos que é como se a gente tivesse pequenos dutos internos num nível cerebral mesmo biológico que explicam por que é que a gente tem emoções durante o processo de mudança então eu vou mostrar pra vocês o primeiro passo trocando nós porque pra ele porque depois outros atores vieram colocando mais passos está a gente não vai falar de hoje mas o primeiro passo para ele é a negação e na negação da negação é o primeiro contato que a gente tem com a mudança então me falaram que o novo projeto vai começar a gente tem uma reação natural que a gente até às vezes faz com o corpo assim quando recebe alguma novidade percebo dele de jogo quanto para o tas para trás que é uma reação de negar que aquilo vai acontecer como é a negação acontece com frases como se numa oferta isso a oferta eles esse não vai dar nada e já tentaram muitas vezes e não vai mudar nada pode continuar fazendo o que estava fazendo eu sempre fiz assim para quê mudar agora isso são frases típicas sair de um estado emocional federação está o que acontece na ligação na negação a gente já tá em resistência vamos colocar assim porque como a gente não quer nacionalmente entrar em contato com a mudança porque a mudança envolve uma quebra de padrão mental envolve uma pena eterna gente a gente né pra não entrar em contato algumas pessoas ficam muito tempo na negação algumas organizações também ficou muito tempo na negação e aí que mora o problema porque nem ação todo mundo vai sentir um processo de mudança uma hora ou outra questão é se a gente vive nesse processo emocional não consegue sair dele passando a reação tem um segundo estágio que é o estágio de raiva o culpa que é quando a gente viu finalmente começa a ficar com raiva e culpá a organização eo gestor ou alguém dessa mudança por que fazer isso agora porque resolveram noite tanta gente podia fazer desse jeito e raiva raiva mesmo ela experimenta com raiva a gente consegue perceber de uma maneira mais é mais mais clara às vezes tem aquelas pessoas que são as mais pacíficas que ela tem uma raiva interna quer dizer é odiosa conversar contar as piadinhas hoje com um pouco mais de ironia que é uma raiva apresentada de outras maneiras e aqui no estado da relva também que a gente vai ver reclamações como eu não tenho computador do meu computador está sempre estragando a minha cadeira pensei que um defeito eu sou o único que não tem uma caneta azul que disse que é quando a gente por um estado emocional de raiva começa a reclamar de coisas que não são o foco porque a gente está insatisfeito com a situação e não sabe por que está passando a raiva a gente tende a ir para um estágio de pai ganha todo mundo nos cursos agora quando eu falo da barganha sabe por quê porque vai ganhar um ponto conhecido tem das organizações é aquela famoso vamos fazer ganhar aqui que você ganhe aí mas que não têm uma intenção realmente da mudança acontecer a barganha nacional tem uma intenção do agente travar a mudança que é quando eu tenho que colocar as sessões para não mudar a gente faz ontem processos assim com novas políticas internas por exemplo aí tem mesmo que preenchesse documento inteiro após preencher sua metade após preencher qualquer coisa posso não preencheram todo o movimento de barganha tá posso não ir nesse treinamento porque afinal já sei sobre isso até ganha também o estado emocional então ela não é um estado onde a gente está racionalizando e também uma vida pelos medos da mudança pelo medo de novo padrão até agora essa curva inteira aqui ela é movida por medo de mudar tá e também à polícia que não adianta a gente lidar com as reações emocionais da mudança gerando mais medo punir as pessoas a gente tem que ter uma maneira mais inteligente de lidar com isso passando a barganha a gente tem um despacho a que a gente fala muito também que o de depressão que é quando a gente desiste de ter da o que eu desisti de tentar aí aceitar a mudança então isso não é bom não porque eu aceito mentalmente eu não aceito por foi o leite nem afetivamente então é quando eu não falo mais que eu penso harold nas reuniões que não adianta nada eu vou ficar calado não me esforço mais eu me comprometo mais mas lembrou a responsabilidade de mim porque não queria porque eu tô emocionalmente dentro de um processo onde eu acho que não vale mais a pena eu tentar mudar então eu finjo que tá tudo bem e vou fingir hindu que estou fazendo a mudança até acontecer a primeira dificuldade até acontecer a primeira coisa que não estava prevista dentro disso e aí eu diego de volta emocionalmente e volta o nosso comércio da curva depois da depressão a gente tem um outro passo que é a aceitação aqui que tem uma diferenciação entre autores que alguns autores colocam a experimentação que o experimento e realmente acontece também o cenário e até aceitar ea aceitação quando então aceitei e internamente que a mudança aconteceu é só depois disso que eu vou começar a procurar soluções então vejo a gente quer que as pessoas na organização vão da mudança da comunicação da mudança direto para a solução e é humanamente impossível uma noite impossível porque as nossas emoções nos permitem a gente tão rápido para solução mas aí você não tenho problema nenhum com mudança vou direto para a solução não deve ser uma mudança então você não conheça deu se uma mudança que você já conhece o que você já fez outras vezes ou você tem uma questão só você mesmo não identifica a maioria das pessoas que me disse que não tem programa e vai direto pra aceitar são geralmente está parado na negação achando que não tem dificuldades mas têm quando recebem feedback das outras pessoas das pessoas não é você ir ou amigo você quer todo mundo muito do seu jeito ou seja você não tá andando você só tá mandando os outros mudar então a gente tem que avaliar com muita honestidade aonde a gente permanece mais tempo nessa curva a curva ela não é assim tão linear ela é cada um de nós é fica no lugar mais tempo depois é que o outro a gente às vezes volta da depressão raiva raiva para aceitação acontece alguma coisa a gente regride e no sentido emocional de aceitar a mudança mas o mais importante é vocês entenderem que isso acontece com todo mundo e que a gente tem duas coisas pra fazer em relação a isso o que a gente tem que fazer primeiro se entender nesse processo onde eu fico mais porque eu fico mais assim quais são os comportamentos quando eu tô enganação que eu faço quando estou na vaga que eu faço quando eu vou provar ganha então a primeira coisa que se olha para si é segunda consegui identificar que as pessoas estão nesse processo também porque porque se as pessoas estão nesse lugar em qualquer lugar da curva não é a não ser aceitar são elas não vão conseguir te escutar e entender o que você está dizendo que elas um processo emocional elas não estão conseguindo quando está com a razão nessas horas quem técnicas que a gente pode fazer para tirar as pessoas desse lugar uma delas que não chega nem essa é uma técnica é uma habilidade que a habilidade da empatia existe uma técnica de perguntas simpáticas a gente tem um mapa de empate que você já deve ter recebido ele serve para tirar as pessoas desse lugar ou para impedir que elas fiquem muito tempo on line ele tem técnicas da própria comunicação que a gente vai fazer perguntas ou tras tica para tirar as pessoas a apreciação avaliativa refreiem são técnicas que a gente o cognitivo né na gestão de mudanças para ajudar as pessoas a sair para a solução com o menor sofrimento possível mas sim em quem realmente tem interesse em fazer uma mudança efetiva e focado nas pessoas que é o que eu tenho falado aqui há tanto tempo a primeira coisa a entender que isso é um processo natural só que ele é ruim quando as pessoas permanecem muito tempo então eu entendo eu espero que as pessoas vão ter um impacto e por isso eu preparo as minhas ações de mudança é as minhas comunicações de um jeito que diminua esse impacto de prontidão esse impacto de surpresa porque as pessoas precisam de um tempo então assim quando eu faço um workshop é aonde eu falo sobre a mudança no mesmo shopping eu quero que as pessoas já comecem a produzir soluções as pessoas ainda vão estar em voltar ao estágio emocional então é por isso que às vezes não dá certo né elas continuam a negação raiva por muito tempo porque eu sempre estou cobrando algo que emocionalmente eu mesmo não permitindo que ela alcance que isso gente vale para novos relacionamentos para as conversas que a gente tem com as pessoas de coisas novas que a gente traz a gente está em curva de mudança o tempo todo não tem toda a gente está vivenciando isso a cada nova informação a cada desafio que a gente tem na vida a decisão que a gente precisa tomar é um processo é de curva de mudança quanto mais eu me aproprio disso melhora consiga desenvolver um curso a gente faz isso de uma maneira mais prática uma maneira mais detalhada mas com isso você já consegue ter um pouco de idéia do que você pode fazer para entender a resistência das pessoas

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