Boa tarde. Boa tarde. Tudo bem? Sejam bem-vindos. Pera aí que eu não liguei o Instagram simultaneamente. Já vou entrar em todas as redes aqui com vocês. Acho que agora agora sim. Então, galera, agora sim estou conectada em todas as redes. Sejam muito bem-vindos a mais um programa Almoçando com a Vet. No episódio de hoje, nós vamos falar sobre parvovirose, tá? Além do soro e antibiótico, o que que a gente pode fazer de tratamento? Quais são as evidências atuais? Mas antes da gente começar, quero saber se vocês estão me escutando bem. E se vocês ainda pegam parovirose aí na rotinaando. Isso aqui, gente, a gente pega bem pouco, tá? Talvez pelo perfil de clientes que a clínica tem, que eh são é mais difícil a gente pegar animal não vacinado, né? São tutores que acabam tendo essa instrução. Eh, e não somos uma clínica 24 horas com internação 24 horas. Então acho que isso também direciona esse público. Então a gente tem pego pouco, mas o último caso que eu peguei foi sinistro e muito doido. O cachorrinho teve eh poliartrite imunomediada pós parvo. Vocês já viram isso? Vocês saberiam o que fazer nesse contexto de tratamento com um bigle de 3 meses de idade, que após sobreviver a uma parvovirose gravíssima, desenvolveu poliartrite mediado. Quem aí saberia o que fazer? Vão deixando aqui para mim nos comentários. Quero saber se vocês estão me escutando e eh como que tá aí a noção [limpando a garganta] de conduta terapêutica. A Ana 811 falou: "Corticoide". Sim, um dos pilares de tratamento é corticoide. a gente precisou entrar mesmo sendo um filhotinho, dose imunosupressora, porque é imunomediada essa condição, mas hoje ele tá com dois imunospressores com citosporina e corticoide. Ele não respondeu muito bem ao uso isolado de corticoide, tá? Então ele tá respondendo muito bem a cicloscorina, muito felizmente. E esse é só um caso, né, dos muitos que a gente tem na rotina de que a gente precisa de fato dominar a conduta terapêutica, saber, ah, o clássico é usar o corticoide, qual o corticoide, qual dose, como monitora, o que que eu espero de efeito adverso, o que que tem de diferente no acompanhamento de filhote? Posso vacinar? Não posso. Se eu precisar de um segundo tratamento, não respondeu bem, o que que é mais indicado? O que que é menos danoso para um filhote do ponto de vista de imunospressão, certo? Então, são muitas questões a serem respondidas e é justamente isso que a gente aborda de forma muito completa no nosso curso de terapêutica, que eu vou explicar melhor no final da aula de hoje como funciona. Mas hoje, como eu falei no início da aula, nós vamos falar sobre parvovirose, além do soro e do antibiótico. Que mais que eu posso fazer, tá? Certo? O que que a gente tem de evidências atuais aí na literatura? Para quem tá aqui no Instagram, lá no YouTube, eu vou compartilhar o material da aula, tá? Então eu recomendo que vocês meem para lá, porque eu não consigo compartilhar aqui no Instagram, beleza? Só ver se tá tudo funcionando aqui. Já tô compartilhando lá com vocês, tá? Agora já está compartilhando minha tela. Então vamos lá, gente. Relembrando, quais são os sinais clínicos que é comum a gente ver na parovirose? Diarreia aguda. Geralmente em filhotes ou animais jovens até 2 anos de idade é muito mais comum. Isso significa que a doença não acontece em animais mais velhos? No passado se achava que não. Hoje a gente sabe que é raro, mas acontece naquele animal que não tem uma proteção vacinal ou de campo, né, [risadas] com anticorpos adequados. Pode acontecer em animais mais velhos, mas é bem mais raro, eles são menos suscetíveis. até 2 anos de idade maior prevalência, sendo que até 1 ano ainda é muito mais comum. Eh, se o paciente tiver uma diarreia aguda e essa diarreia não for sanguinolenta, isso não exclui parvovirose, tá? Isso pode ser um erro aí na investigação. Ah, não, não tem sangue, não é parvo, não éina não. Se é um filhote, você precisa considerar isso até mesmo se ele for imunizado, tá? já comi bola, já atrasei diagnóstico por considerar que o animal era vacinado, não podia ser parvo com vacina ética, importável e tudo mais. Eh, lógico que se for uma vacina não ética de baixa eficácia, que a gente tem várias no mercado nacional, aumenta muito a chance de ser. Mas isso é importante. Duas coisas assim que eu quero compartilhar de experiência clínica com vocês. Não é porque usou vermífugo que é diarreia. Se o paciente tá com diarreia, que não é verme, já peguei um monte de casos que era. E não é porque é vacinado, que não é sinomose e não é parfum. Afasta a hipótese, afasta. É mais raro, muito mais raro, tá? com boas vacinas éticas atualizadas, com protocolo feito corretamente, é raro ver, raríssimo, mas não é impossível, tá? Outra coisa que eu falei aqui antes de falar de tratamento, mesmo que a diarré não tenha sangue, pode ser parvo. Isso é outra situação que muita gente come bola no diagnóstico, tá? Então anotem isso aí. Captaram? Se tiver alguma dúvida, pode ir deixando aqui nos comentários que a hora que eu descompartilhar aqui a tela, eu consigo ver comentários de vocês, tá? Então, o que que esse paciente pode ter? Diarreia, desidratação em decorrência da diarreia, vômito. Muitas vezes é um vômito profuso de eh resposta ao tratamento mais difícil. Eh, pode ter febre, letargia, anorexia, depressão e é bem esperado que tenha desidratação, tá? Eh, e gente, os principais pilares de tratamento giram em torno de controlar esses sinais. Até até agora no Brasil a gente ainda não tem um anticorpo monoclonal disponível. O tratamento é basicamente de suporte, mas tem algumas novidades de antivais que podem ser efetivos, podem auxiliar no tratamento que eu queria compartilhar com vocês aqui na aula de hoje. Então não saiam daqui que eu vou entregar tudo para vocês aqui hoje, tá? Um dado prognóstico [risadas] importante, tá? Eh, você atendeu um paciente com diarreia, vômito agudo, aquela diarreia clássica, fez o teste de parvovirose e é parvo. Mesmo assim, é importante fazer um hemograma dele, porque isso vai influenciar na conduta terapêutica. dosagem de albumina também recomendo que faça. E se no hemograma os leucostos totais estiverem acima de 4.500 e os linfócitos acima de 1000 na admissão clínica e nas primeiras 48 horas de evolução. Isso é um preditivo de maior taxa de sobrevivência, tá? Então, se tu atendeu aquele paciente que já tá lá com 2000 leucóstos totais, com 100 linfócitos, eh, com quadro severo de doença, ele tem mais chance de morrer. Isso é um pouco óbvio, mas isso tá bem eh delineado nesse estudo que trouxe justamente a interpretação do leucograma como fator prognóstico na parvirose, tá? E aí às vezes a gente fica frustrado que esse paciente morre e a taxa de mortalidade da parvo é alta, mesmo que você faça tudo que eu vou falar aqui na aula de forma perfeita, principalmente nesse cenário clínico. Por isso que é interessante vocês saberem desse dado. Eh, e não precisa apavorar o tutor com esse dado, mas é algo para se conversar que eh se for o paciente nesse cenário, quanto pior a leucopenia na admissão clínica ou nas primeiras 48 horas, porque esse cenário pode mudar rápido, maior a taxa [risadas] de mortalidade, certo? E o tratamento ele é amplamente de suporte. Então, vomitou da antigemético, desidratou, hidrata de forma correta com a solução correta, fazendo as suplementações indicadas que a gente vai falar, fazer falar aqui na aula. Não há benefício de uso de antidraicos, nem de carvão ativado pela via intrarretal, nem pela via oral, que tem um monte de protocolos mirabolantes que eu sei que o pessoal faz por aí, mas infelizmente na literatura técnica, nos estudos que avaliaram sobrevida, taxa de mortalidade, esses protocolos com o uso do carbão ativado não tem benefício comprovado. Então eu particularmente não uso na minha rotina porque não há evidência de benefício. Certo? Deixa eu ver se vocês já mandaram alguma dúvida aqui pra gente continuar no passo a passo de tratamento. Diagnóstico com teste rápido ou IGG? Teste rápido, né, gente? assim, IG primeiro que vai detectar eh anticorpos de fase crônica. Então ali no começo da doença pode nem dar positivo. Aqui na nossa realidade é muito mais caro, demora para chegar o resultado. E o teste rápido de detecção de antígeno, ele é muito sensível e específico, então eu não vejo por não fazer, tá? Por que o valor de leucostos é preditivo de sobrevivência? Porque quando tu tem uma leucopenia intensa, a o status de imunidade desse animal vai tá bem ruim, né? Então, eh, por isso, e aí tem que lembrar também no mecanismo da parv, por que que a parvovirose causa leucopenia? Vocês lembram? São vários mecanismos envolvidos, tá? [limpando a garganta] consumo de leucóitos e neutrófilos pelo processo da virose e bacteremia secundária, a disbiose e a destruição das microvelosidades que vai acontecer nessa doença. Então tem esse consumo aumentado de leucostos e temos também a o parvovírus canino tipo dois, que é o agente causador da parovirose, ele tem predileção por células em alta taxa de mitose, certo? que isso a gente tem lá no intestino, ele tem predileção pelo intestino e também na medula óssea. Então a gente pode ter uma supressão da produção medular de leucófos neutrófilos e linfócitos lá na medula óssea. E esse elas são as células de defesa, né? Então a gente vai ter um prejuízo na resposta imune desse paciente devido a esse consumo e também a invasão, a prejulção que o vírus tem pela medula óssea, tá? Então é por isso que o animal que tá com uma leucopenia pior, ele vai ter uma maior taxa de mortalidade. A Luna perguntou por que pode dar falso negativo no teste rápido, tá? Eu não lembro exatamente o a taxa de sensibilidade. Deixa eu procurar aqui que eu já falo para vocês. Vou procurar o da Aer, que é um dos mais utilizados. Eh, mas por que que dá pode dar falso negativo? O principal motivo de dar falso negativo eh na fase inicial da doença não ter antígeno suficiente. Então, na fase hiperaguda, tá? a gente pode não ter antígeno suficiente ali na amostra, geralmente é feito suave retal, né? Eh, para que positive o teste, mas mesmo assim a sensibilidade do teste da LER é de 80 90%, acabei de achar aqui na internet, e a especificidade maior de 95%. Então ele tem a alta sensibilidade e especificidade, tá? E é raro da falso negativo, tá? O que que acontece muito? O veterinário fica preso no túnel diagnóstico, ele não lembra, não sabe investigar direito as outras causas e aí acha que é parvelosa e que o teste tá errado, tá? A Ana diz o seguinte: "Professora, já tinha estudado parvosa e visto um caso, mas mesmo assim fico me esquecendo das coisas. é falta de memória ou o que recomenda para recordar os estudos que fazemos? Eh, você é estudante ou é já veterinária, só me fala mais sobre isso. Eu recomendo que tu tem, não dá para decorar e gravar tudo na memória, tá? É humanamente impossível. O que que acontece quando a gente vai tendo prática, clínica e vivência? você vai repetindo os casos que são mais comuns e acaba, né, internalizando essa memória. E o que que eu recomendo? Que você tenha um material de apoio bem montado das principais queixas da rotina. E aí, ó, nesse Qcode aqui, vocês vão ter tudo lá. Dentro do nosso curso de terapêutica, a gente organiza todos os materiais, inclusive tem e-books de todas as aulas completíssimos, onde você vai eh ter na mão esse essa consulta rápida. Você pode salvar o PDF no seu celular e consultar quando atender um caso para relembrar do passo a passo, porque é humanamente impossível você lembrar de todas as doenças, todas as condições clínicas, todas as doses, todos os tratamentos, tá? Então, tenha acesso a um material eh de rápida consulta e atualizado para te apoiar na rotina, tá, Ana? Quando eu comecei minha carreira, eu tinha um caderninho mesmo, porque na época, faz 18 anos, né, que eu me formei, vai fazer 18 anos em dezembro. Então, era tudo analógico, a gente não tinha tecnologia que tinha hoje. Eu tinha um caderninho mesmo em que eu tinha anotações das principais queixas e doenças da rotina, como fazer abordagem diagnóstica, eh, e tratamento com doses ali, tudo para essa consulta rápida nesse caderninho. Hoje a gente tem a facilidade da tecnologia, inteligência artificial e dentro dos nossos cursos a gente entrega isso para para os nossos alunos, tá? Inclusive, para quem não viu ainda, nós estamos com as matrículas abertas pro nosso curso de terapêutica e é só até amanhã. Depois as matrículas vão encerrar. Eu já vou mostrar mais sobre o curso para vocês depois de terminar a explicação sobre parvo, tá? Por enquanto tivemos perguntas só diagnóstico, prognóstico. Quero saber dúvidas de vocês sobre tratamento. Flávia, depois eu te respondo sobre protocolo vacinal que vai estar mais no final da aula, tá? E eu vou voltar aqui agora paraa apresentação que eu preparei para vocês eh sobre tratamento na parvirose, o que que a gente tem de atualizações e que que eu já vi muito muito errado, gente, protocolo de antimicrobiano errado, cálculo de fluído errado, falta de monitoramento dessa fluidoterapia e acompanhamento do paciente e falta de suporte nutricional precoce. É isso que mais vai matar na parovirose. Não adianta tu querer eh fazer firula se tu não fizer o básico bem feito. Então, ah, eu quero dar um antiviral, eu quero dar um anticorpo monoclonal que não saiu do Brasil ainda, deve sair em breve, mas não tem disponível ainda. Se tu não faz fluído direito, tu não trata o vômito direito, não, não nutre esse paciente de forma precoce, vai perder o paciente igual, tá? Então, o que que eu tenho que avaliar no paciente que chegou com um parvo, tá? Se tem desidratação e sinais clínicos de hipovolemia, tá? Quais são esses sinais no exame físico que vão c? O TPC bastante aumentado, geralmente acima de 3 segundos. Taquicardia ou bradicardia e hipotermia, que já vão indicar eh a brade e a hipotermia, um sinal de choque em fase de descompensação, tá? e pressão arterial baixa. Se a gente tiver esses parâmetros junto com o paciente desidratado, com vômito diarreia e o teste rápido lá já deu parvo, ele tá chocado, tá? Então ele vai precisar de prova de carga carga para reanimação volêmica. Quais são as doses preconizadas de prova de carga para cães atualmente? Videline de fluído eh de 2024, a gente tem essas recomendações, a gente aborda amplamente nos nossos conteúdos, inclusive tem aulas específicas sobre atualizações de fluído lá dentro do curso de terapêutica. A dose atual, prova de carga para um cão chocado, com choque hipovolêmico, é 10 a 20 ml por kg que você vai calcular, tá? Que deve ser infundido de 15 a 20 minutos até 30, tá? O lines traz de forma mais conservadora estender até 30 minutos para evitar uma sobrecarga volêmica nessa fase inicial de tratamento, tá? Vou trazer um exemplo aqui para vocês de como calcular isso. Esse era o Zezinho, um cãozinho que eu atendi com parvo. Ele chegou em decupo lateral, chocadaço. E a gente só filmou quando ele melhorou, porque quando ele chegou morrendo, eu fui atender e não filmar, né? E aí ele [risadas] eh após a prova de carga ele tava assim, ó. Ele chegou deitado, não respondia nenhum comando e chocado. Aqui ele já não tinha dado 20 minutos ainda de reanimação polêmica, ele já tinha ficado em decúlto external mais alerta, atento pro ambiente. Qual foi a fluidoterapia? Como que a gente fez esse cálculo? Tá? Primeiro, a gente vai calcular eh também o a reposição volêmica baseada no percentual de desidratação, tá? E tem que calcular a prova de carga, tá? Eu achei que eu tinha colocado o cálculo aqui, mas não coloquei. Mas eu já faço aqui com vocês. Vamos fazer ao vivo. Quem sabe faz ao vivo, né? Ó, então deixa eu mudar aqui para cá que daí dá pra gente calcular como que seria a prova de carga, qual o volume que eu tenho que fazer nesse paciente, tá? Solução de eleição ringer lactato. Nessa na parvovirose, na maioria dos casos, ringer lactato é a melhor opção. Prova de carga 5.5, 10 a 20 ml por kg, tá? Então, se a gente fizer vezes 10, dá 550 ml, certo? Se eu preciso fazer isso em 15 minutos, fazer 550 ml. E aí aqui eu tenho que ter uma malandragem para calcular, porque as bombas de infusão elas têm configuração por hora, né? Então se eu preciso, opa, não é 550, é 55 vezes 10, né? X 100. 55 ml em 15 minutos eu já vou calcular em 1 hora, porque a bomba de infusão vai tá configurada por hora. Então não adianta eu calcular por minuto porque eu vou ter que transformar em hora. Então o x é igual e 55. Vamos fazer a conta aqui, 60 minutos, né? 1 hora é 60 minutos, então é 55 x 60 di por 15, certo? Aplicando a fórmula de 3, 55 x 60 div por 15, que dá 220, tá? [limpando a garganta] 220 ml por hora. Então, como que eu vou configurar lá minha bomba de infusão para fazer essa prova de carga? 220 ml por h. Certo? Eh, essa é a fluidoterapia inicial para esse paciente. Melhorou os parâmetros hemodinâmicos. Eu vou pausar essa infusão em alto volume e vou fazer a reposição mais manutenção em 24 horas. Vamos calcular aqui juntos também. Reposição volêmica pelo percentual de desidratação dele era 12. né? Porque já tava chocado com desidratação grave. Então, 5.5 x 12 x 10, esse vai dar o volume de reposição volêmica que a gente deve fazer para repor essa desidratação. Então, vamos lá. 5.5.5 x 12 x 10 dá 660. Então, o volume de reposição volêmica é 660 ml. Manutenção, a fórmula mais usada, mais aceita que tá lá no lines é peso xes 30 + 70 que dá. Vamos lá pra calculadora. 5.5 x 30 + 70 235 reposição e reposição volêmica de desidratação no lines atual. Antigamente a gente fazia mais rápido, mas hoje a recomendação fazer é em 12 a 24 horas, tá? Eu costumo fazer em 12 horas e já somar aqui, ó, 660 + 235. Você soma, reposição com manutenção. Então vamos somar mais 660 aqui e vai dividir em 24 horas. Então tu vai mudar a tua taxa de infusão na bomba de fusão para 37 ml hora, certo? Dúvidas? até aqui conseguiram entender o cálculo de fluído? Só um pouquinho, gente, que eu tô com uma urgência aqui. Assim, eu perguntei, falou e disse que acabou esquecendo o Helena o a Isau aquela cochiladinha no colo e daí quando ela ia pegando o sol, ela tava bem e ali perto daiva e meio que acho que tá doendo dente ali, né? E não meu pena. Desculpa, gente, a babada minha filha aqui me deu um susto, mas tá tudo certo, tá? Vamos voltar. [limpando a garganta] E se não tem bomba de infusão, aí você precisa calcular o gotejamento. Para baixo de 10 kg, a gente costuma usar o equipo macro microgotas, tá? menos de 10 kg microgotas, mais de 10 kg macrogotas. Aí 1 ml tem 60 gotas. Se você dividir 1 ml por 60, cada gota tem 0,017 ml. E aí é só você calcular quantas gotas precisas em um minuto. Então tu vai dividir aquela taxa que eu fiz ali em 1 hora por 60, que vai dar o volume em minuto, e dividir por 0,017, que é o volume da gota. Isso vai te dar o número de gotas por minuto, certo? Lá dentro do curso de terapêutica tem várias aulas onde eu desenho isso, trago vários casos clínicos, mostro na prática como calcular que a gente não vai conseguir aprofundar isso agora. Porque eu tenho um tempo curto de aula aqui com vocês. Eu tenho mais 20 minutos exatos para conseguir pegar o bebê, amamentar, almoçar e voltar até 1:30 pra clínica. Então, honrem essa minha hora aqui com vocês que é uma correria, tá? Deixei um monte de gente esperando, cliente esperando para estar aqui cumprindo o meu compromisso de trazer esse conteúdo gratuito para vocês, tá? Eh, 5.5 kg, o ideal é microgotas, tá? A aula de hoje tem material de apoio. Olha, eu vou deixar lá no Instagram um story para vocês e lá. Eu acabei de inventar que vai ser assim porque a gente precisa entregar esse conteúdo aqui para mais gente e o algoritmo me pede para fazer essas coisas. Então, se você for lá no Instagram e disser que quer o material de apoio e tiver mais de 100 comentários, eu libero material para vocês. Depois eu vou postar para liberar só lá no Instagram, tá? Bom, gente, revisei fluidoterapia. Agora vamos para os próximos passos do tratamento, tá? Então essa seria a o cálculo de fluído. Ã, na parva virvirose, gente, é muito comum, como esse paciente tá com vômito diarreia e geralmente não tá comendo, que ele tenha hipocalemia. O ideal é dosar o potássio, o ideal é fazer hemogasometria. Eu sei que muitas vezes isso é inviável, até porque o perfil socioeconômico de clientes que têm cães com parovirose costuma ser de baixo disponibilidade financeira. Então a gente pode fazer reposição empírica. E essa é a taxa e volume que você pode colocar na infusão de ringer lactato, que é uma dose empírica segura, que não vai ultrapassar o número de mil equivalentes por hora, que você pode adicionar de potássio, desde que você calcule direito essa fluída e cuide dessa fluída. Então, pode adicionar 4 ml de KCL a 19,1%, que é o mais comum de a gente tem na clínica, em 500 ml de fluído. Então, numa bolsa de ringer lactato, adiciona 4 ml, é uma dose segura. Se tu calcular direitinho, certo? Se tu não sabe calcular, tem dúvida para calcular, não faz isso. Mas você não pode tratar se com essa dúvida. Você tem que saber calcular, senão tu vai perder o paciente. Ah, daí eu perco tudo, todos os animais com par. deve tá fazendo alguma coisa errada, porque a taxa de mortalidade é alta, mas não é 100%, tá? É muito comum ter hipogalbuminemia nesse cenário, geralmente vai precisar de transfusão de plasma. Se não tiver disponível, ainda pode ser usado volumen, tá? Mas o mais indicado é a transfusão de plasma. Essa tabela que é lá do curso de terapêutica, a gente tem uma aula para explicar como utilizar isso, como fazer reposição eletrolítica em vários cenários da rotina, mas aqui tem um resumo do que tu pode fazer, quanto que tu vai adicionar na fluído para não exceder essas taxas e eh fazer uma reposição de potássio adequada eh sem risco, tá? Que mais você tem que prestar atenção no tratamento da parvo? Hipoglicemia, tá? Se o se a glicose sérica tiver abaixo de 60, tem que fazer dextrose intraósea ou intravenosa, tá? Tá. A primeiro faz um bolo de 1 a 2 ml por kg de glicose a 25%. Professora, mantenha 25%. Pega a 50% e dilui meio a meio em solução fisiológica, em ringer lactato e faz e vê. Isso vai virar 25%. Tá? E aí você pode adicionar também a glicose no ringer lactato junto lá com potássio e fazer uma solução de reposição mais balanceada com glicose junto. E é mais indicado depois que termina a fase de reposição volêmica, porque senão a taxa pode ser um pouco excessiva e provocar diurese. Mas aí você tem que avaliar o contexto geral se esse paciente tá hipoglicêmico, está recidivando essa hipoglicemia, certo? Que mais no tratamento antieméticos, tá? Na minha experiência, o maroptante disparado tem um resultado muito melhor de controle da ESE nesse paciente. Então você pode usar manoptante, se disponível ou se viável. Se não estiver disponível usa onda cetrona. E metlopramida eu não gosto muito de utilizar, tem na literatura mais antiga, não é muito efetiva, ela pode ter algum benefício pela pela ação prócinética e tu só pode utilizar ela se tu tiver certeza que não tem nenhum processo obstrutivo concomitante. Na parv é comum acontecer sucepção, então tu tem que ter certeza disso antes, tá? Eh, antibióticos, pacientes com interite por por parvovírus, gente, vão ter essa destruição de velocidades, eles vão ter uma bacteremia. É muito comum que tenha bactérias granegativos eh provocando essa gastrointerite grave e bacteremia. Então, tem que usar antibióticos de amplo espectro. Que que a gente pode usar? Ampilina. Ampelina com subactã. Aqui protocolos para uso endovenoso, né? Eh, enro e metronominasol, eu não gosto muito de utilizar enrofloxacina para filhote é contraindicado, mas tá, né, tendo escrito na literatura como opção terapêutica. O que eu mais uso ampicilina com subactã ou até amoxicilina injetável mesmo via subcânia, tá? Eh, pode usar se trraxona. Tem alguns umas situações em que o paciente tá já em choque séptico, que ela pode ser eh uma opção, tá? Mas não é a primeira linha de tratamento. Vemífogo precisa usar. É comum pacientes com parvovírus ter coinfecção com vermes e até oxídios. O ideal é fazer exame de feses e guiar essa conduta baseada no exame de feses completo com identificação de diárdia, critosporí e os parasitas clássicos como ancilóstoma, toxocág, etc. ou faz o exame ou faz o tratamento empírico. Melhor fazer o exame antes, porque ou todo esse protocolo com vermíficos ou usar até eh, por exemplo, uma surfa para pensando em coxidiose junto, vai piorar a disbiose. Então você só usa se precisa. Outro ponto, pilar de tratamento que eu falei no início da aula, a nutrição interal precoce é essencial para prevenir atrofia de enteróstitos, fornecer nutrientes para cura e ela tá associada a uma recuperação mais rápida desse paciente, tá? E socar a comida igual ela abaixo, tentar forçar a alimentação, não é nutrição interal efetiva. Você precisa passar uma sonda na asa isofágica ou até mesmo isofágica. vai depender das condições tamanho do paciente, mas na parvo, como é cachorro, eu uso mais a nasofágárgica, tá? Às vezes eu faço até a nasogástrica porque esses animais eles tendem a ter um trânsito intestinal muito reduzido e acúmulo de líquido no estômago. Então essa sonda nasogástrica para você esvaziar esse volume que fica no estômago pela falta de peristaltismo pode ajudar muito no controle dos sinais. Então também costumo fazer isso e deixar na azogástrica mesmo e aí alimentar via sonda. Então você faz tudo junto, trata de forma adequada, faz as suplementações de potássio e glicose, faz o tratamento antiemético e começa a alimentação desse paciente, tá? Inclusive um dos bônus lá dentro do curso de terapêutica é o módulo de nutrição no paciente internado, tá? [limpando a garganta] Então, como eh calcular essa nutrição, como fornecer de forma efetiva, eh como fazer eh que dieta usar e não só dieta super caras. Tem alternativas lá para você fazer isso de forma viável. Um paciente com parvo, que muitas vezes não tem verba para usar uma recovery, uma AD da Hills, uma alimentação enlatada. que às vezes seria o ideal nesse cenário, mas que não é viável. Então tá tudo isso detalhado dentro desse módulo com a nossa professora convidada Luía que é nutricionista. Outro pilar de tratamento na parvo é analgesia, tá? Que deixa uma lista de analgésicos que a gente pode utilizar, sendo que o que eu mais gosto de usar na rotina é buprenorfina e butorfanol. Em alguns casos não vai ser suficiente, vai precisar de uma opioide forte. Aí você tem que avaliar a dor desse animal, tá? Pode associar de pirona, eh, principalmente quando tem febre, geralmente vai ter, tá? Mas de pirona sozinha, escopolamina sozinha, não segura dor na pa, tá? Foquem nessa lista de analgésicos, sendo que os três primeiros são os mais utilizados, até porque morfina vai procanusa, então é muito interessante, tem mais impacto hemodinâmico para esse paciente, tá? E não adianta só calcular fluído uma vez e não monitorar esse paciente. É um paciente que vai precisar de cuidados intensivos, tá? Vou deixar aqui esse artigo, gente, traz um protocolo para tratamento de parvo domiciliar quando o tutor não tem verba para internar, tá? Você pode fazer a reposição volêmica inicial, tirar do choque no consultório, corrigir a hipoglicemia presente e fazer amox ou amox com clavanato injetável a cada 48 horas, essas deongação, tá? E aí, nutrição e fluído subcutânea, eh, pode ensinar o proprietário a fazer em casa essa fluído subcutânea? É o ideal, não é? Mas antes de mandar morrer em casa e não fazer nada, esse é um protocolo que eu já fiz em vários casos e funcionou. antimétrico costuma usar serene injetável aqui que tem eh o efeito de 24 horas. Então, tirem um print desse protocolo aqui que já salvei algum bichinho com esse protocolo num caso de tutor que não tinha verba para internação, tá? Novidades que eu ia trazer de atualizações para vocês. Tem alguns antivirais que estão descritos em literatura. Esse artigo aqui já é velho, 2010, mas ele traz o uso do oceutam pro uso para parvovirose. Eh, e o que que eles viram que na no uso doivir o a taxa de morbidade, mortalidade foi igual. E o que que a gente pode usar na rotina então que pode ser que tenha resultado? Nesse estudo aqui, ó, a taxa de sobrevivência no nos animais que receberam tratamento de suporte mais interferon, tratamento de suporte mais oceutamir e tratamento de suporte e fancyicovir foi maior nos grupos que receberam antiviral do que naqueles que receberam só o tratamento de suporte, que é o que a gente conversou até agora. Então sim, gente, o Tam Flu, que é eh o centalivir, né, pode ser utilizado, é um tratamento clássico para gripear eh na dose de 2 mg por kg vi orar o beij por 5 dias, tá? Só que ele só vai ter um efeito eh nessas taxas de sobrevivência aqui, seria usado bem no início do tratamento, tá? Preferencialmente ali nos primeiros três dias de de evolução iniciar esse tratamento, tá? para usar, como ele só tem apresentação via oral, você tem que controlar o vômito antes e pode fazer o uso via sonda nasia esofágica ou até mesmo vioral, dependendo aí da condição dos pacientes, tá? Ã, sorimune, o pessoal pergunta muito, os estudos são conflitantes, alguns estudos mostram que melhorou, outros mostram que não teve nenhum resultado. Eu não costumo usar muito na rotina, tá? Eh, e o que a gente deve ter em breve no Brasil é o anticorpo monoclonal para tratar a parv, né? E só que não tá até onde eu sei, pesquisei hoje de manhã se tava disponível em algum lugar no Brasil, se já tinha chegado e não, não está disponível. Então, é algo que ainda não faz parte da nossa realidade, eh, mas que é uma grande promessa e e os estudos mostram uma taxa de sobrevivência de 100% quando do uso precoce do anticorpo monoclonal paraa parvovirose. Então vai ser caro, com certeza, assim como todos os anticorpos monoclonais que a gente tem disponível, né? Porque é uma tecnologia nova, tem todas as questões de conservação desse produto que são complexas para colocar eh em escala comercial, mas teremos essa opção em breve. Já temos, não temos, tá? Transplante fecal é uma opção, dá para fazer de forma raiz com um cachorro, com um cocô supostamente saudável, mas não é recomendado. O ideal é fazer com um banco de fez certificado. Então tem várias no Brasil e a gente pode fazer o transplante fecal, tá? Já fiz na rotina com um cocô que parecia bonito de um cachorro que tava saudável e também achei que foi OK o resultado, mas não é o ideal. O ideal é ter um cocô certificado, sabendo que aquela microbiota lá eh vai ter benefício. A gente tem empresas no Brasil que fornecem esse produto. Depois, quem quiser, eu posso até passar contato no direct, porque eu não tenho aqui para passar na live, tá? E o ponto chave da prevenção da da virose é a vacina, né? Então isso a gente tem que tá sempre reforçando e instruindo os nossos clientes que são os instrutores para vacinar, porque é uma doença grave, na taxa de mortalidade é alta, o tratamento que salva mais não está disponível no Brasil ainda, mas se acontecer a doença, tudo isso que eu falei aqui na aula de hoje vai ajudar muito na prevenção, tá? E agora, gente, eu queria compartilhar com vocês algo bem importante. Nós, eh, desenvolvemos um curso de terapeutica que ele é constantemente atualizado e ele já trouxe benefícios e resultados para centenas de alunos que são alunos aqui do nosso curso. E o fato é que o Brasil é o país com mais curso de veterinário do mundo e novas vagas são abertas sem condições mínimas de ensino. A gente sabe disso, tá? Inclusive nosso conselho também sabe disso, mas aí é uma briga entre conselho, MEC e políticas do Brasil, tá? E aí, que que acontece, gente? São 536 cursos no Brasil, isso provavelmente já tem bem mais que eu ainda não atualizei essa tabela, que é do ano passado. E o restante do mundo tem 360 cursos de veterinário. A conta não fecha, né? Não tem como ter docente especializado para tudo isso de curso veterinário, tá? Eh, então o país, o que que a gente tem nesse cenário? Um ensino sucateado, tá? Aqui a gente tem mensagem, essa mensagem é de estudantes e veterinários, a pior parte, docentes desatualizados, ensinando errado. E eu vejo isso o tempo todo. E justamente por isso, por saber que a terapêutica de cães e gatos é um uma lacuna de conhecimento muito forte lá dentro da graduação, inclusive ela não é nem matéria obrigatória pelas normativas do MEC. Então, tem faculdades que dão uma pincelada ali na dentro da clínica médica, mas a maioria não tem essa disciplina de forma eh específica dentro da graduação. Então, o curso de terapêutica de cães e gatos vem para sanar esse problema e realmente trazer resultados que você tenha segurança na hora da prescrição na sua rotina. O que que você encontra dentro do curso? oito módulos de videoaulas gravadas, suporte e tirar dúvidas dentro das aulas, material em PDF, aula bônus, um ano de acesso, garantia. Se você entrar no curso hoje e não gostar, dentro de 15 dias você pode pedir teu dinheiro de volta e certificado de conclusão, tá? O que que vocês vão encontrar dentro dos módulos do curso? O módulo um e módulo dois são os tópicos gerais em terapêutica, cálculo de dose, prescrição, antiinflamatório não esteroidal, eh, antiinflamatório não esteroidal, grapiprante, que é um fármaco recente com indicações bem pontuais, tratamento sintomático em pacientes com febre, corticoides antiinflamatórios esteroidais, reações adversas, princípios de tratamento em doenças imunediadas, terapêutica da anflaxia, fluidoterapia atualizada, terapêutica nos distúrbios eletrolíticos. Tá, professora, como é que eu faço essa reposição de potássio aí? Não entendi nada. Eu detalho tudo lá dentro do curso. Antimicrobianos. A gente tem aulas específicas com para o uso de antimicrobianos nas condições clínicas que você precisa na rotina. Antifúng, antivirais, antiparasitários. O que que tem de diferenças nos filhotes? Eh, transfusão sanguínea, quando indicar, quando não indicar. Aí vem o módulo três, que é sistema gastrointestinal. Então, tudo que você precisa para fazer uma terapêutica adequada em condições do trato gastrointestinal. O módulo quatro, terapêutica do sistema cardiorrespiratório. Tudo que você precisa de terapêutica relacionada à síndromes clínicas e doenças específicas do sistema cádiorrespiratório. Módulo cinco, sistema urinário e reprodutor. Módulo seis, endócrino. Módulo sete, condições hematológicas comuns na rotina. Módulo oito, terapêutica dermatológica. B os bônus desse curso, você entra e não paga nada por estes minicursos que tem dentro dele, que é nutrição no paciente internado, uso de antioxidantes, nutracêuticos, probióticos e suplementos nutricionais e analgesia e controle da dor, tá? Dentro lá da plataforma você tem acesso a todas essas aulas que eu mostrei aqui e uma área de comentários para tirar suas dúvidas, caso tenha alguma dúvida. O curso tem o certificado emo nossa empresa de educação continuada, que é registrada no ramo de educação. Então você vai ter um certificado válido e um ano de acesso. Mas muito mais do que essa certificação, você vai ter a certeza que está fazendo melhor pelo seu paciente e vai parar de ter dúvidas na hora da prescrição, seja na nível ambulatorial, internação ou prescrição para casa, certo? bônus que você vai ganhar ou entrar pelo no programa. Módulo de nutrição no paciente internado tem um valor de 397, você não vai pagar nada. O módulo de antioxidantes nutracélos e suplementos tem o valor de 297, você não vai pagar nada. E o módulo de analgesia e controle da dor para o clínico que tem o valor de R$ 397, se não vai pagar nada, tá? Eh, o curso tem um valor integral de R$ 5.000 e somente até amanhã você ainda consegue entrar no programa pelo valor de R$ 2.997, que pode ser parcelado em até 12 vezes sem juros ou à vista com 10% de desconto, tá? Eh, aqui está a data errada porque eu peguei de outra aula, mas somente somente até amanhã a gente está com as matrículas abertas. Você consegue parcelar no cartão. E para quem precisar parcelamento no boleto, é só chamar o nosso suporte no WhatsApp. Aqui na página de matrículas do curso tem um botão de WhatsApp que é só você clicar ali e chamar caso necessário, mas o que eu recomendo é que você faça a sua matrícula agora. Alunos da pós tem desconto? Tem desconto sim, Marília, pode chamar ali no botão do WhatsApp que você fala lá que é aluno, a gente vai conferir tua matrícula e tem desconto. Sim. Pode usar de pirona quando o paciente tem comprometimento de perfusão. Eh, geralmente a pirona não vai ter um grande impacto hemodinâmico, tá? Então tem que avaliar esse contexto, mas em geral pode, tá? Metoclopramida pode usar quando tem estase gástrica? Pode, tá? É uma das indicações pelo efeito procinético, mas você tem que ter certeza que não tem processo obstrutivo dentro da párv. O mais comum é a intussão, tá? Então, sem uma outra sonografia de triagem antes, não recomendo. O Augusto perguntou: "Existem dois tipos de equipo, macro e o micro. A diferença entre eles é a quantidade de soro que desce pro paciente." Não entendi direito a pergunta, mas o macro cada ml são 20 gotas e o micro cada mlão são 60 gotas. Lá dentro do curso de terapêutica, nas aulas de fluidoterapia, eu explico detalhadamente como calcular usando bom de infusão ou com gotejamento, com equipo macro ou micro, se você não tem a bomba. E trago vários casos práticos, inclusive mostrando o passo a passo, calculando como eu fiz aqui com vocês na aula, mas fazendo essa parte de gotejamento que a gente precisa de mais tempo também. E que mais que eu ia falar? Eh, e lá tem exercícios para você realmente entender isso, conseguir fazer na prática, ter um gabarito para depois você conferir se entendeu, tá? Tudo isso dentro do curso de terapêutica. Para fazer a matrícula tem o link aqui nesse Qcode que tá na tela do YouTube, tem o link lá na eh bill do Instagram. Oi, Leonardo. Bom dia. Leonardo é o nosso parceiro aqui que faz biópsia transoperatória pra gente quando precisamos. Que bom te ver aqui. Eh, matrículas do curso de terapêutica, gente, voltando só até amanhã. A porteira vai fechar, esse valor vai mudar e eu recomendo fortemente que você aproveite para fazer a sua matrícula agora. Depois não adianta vir chorar, mingar lá no direct, a eu não sei o que fazer de tratamento. Vai continuar sem fazer se você não sair aí da zona de conforto e realmente investir na sua carreira, no seu conhecimento. Se você quer dominar a terapêutica, clica logo aqui no link que eu deixei no chat para vocês. Tem no QR code que tá aqui na tela, tá? Eh, pode chamar ali no botão do WhatsApp que a gente vai te ajudar a achar uma forma para que seja viável você fazer a sua matrícula agora. Eu tô atrasadíssima. Muito obrigada pela presença. Beijo. Até a próxima.
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