#127 – Heidegger – Ser e Tempo, com Marcia Cavalcante

Filosofia Pop15,477 words

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o Olá meu nome é Marcos Carvalho Lopes seu podcast filosofia pop esse nosso pessoas número 127 Recebemos a filósofa Márcia Cavalcante chuva para a conversa sobre Marte rádio mas especificamente do livro ser tempo Márcia Sá Cavalcante schuback é filósofo a professora titular da Universidade de southampton a Estocolmo Suécia e autora de diversos livros de filosofia como tradutor responsável por transmissões em português com série tempo de Martin heidegger é autor do livro fascismos habilidade lançado recentemente pela Editora da UFRJ vamo trocar nossa conversa sobre ser tempo de Marte Harley com Márcia Cavalcante e E aí [Música] E aí [Música] e hoje a gente vai conversar com a professora Márcia Cavalcante schuback então nosso nossa conversa hoje é sobre raiva que a gente abrir um recorte Matt Hardy vai fazer um recorte muito específico falar sobre se ele tempo mas eu vou ter que perguntar antes perguntar sobre essa figura esse autor perguntar quem é Mark Hardy depois a gente começar a conversar ou marcas muito obrigada pelo convite e bom a gente vai falar master.rar da igreja esse nome quando se perguntar uma raiva para ele falar quem era um filósofo que ele ia trabalhar por exemplo Aristóteles ele dizia o filósofo na Grécia que nasceu viveu e morreu a e eu não vou dizer a mesma coisa com relação raro quê Porque a figura do reggae é um pouco controversa né mas a gente pode dizer que raiva que um filósofo que nasceu em 1889 e em Friburgo na de escória e morreu em 1976 ou seja ele é um filósofo que atravessou é uma virada uma que nada na história do mundo mesmo né do mundo moderno ele atravessa as duas guerras e a filosofia dele o impacto da filosofia dele tá ligada também a uma mutação desses três verbos que ele Define um filósofo ou seja do que significa nascer do que significa viver do significa morrer isso sofreu profundos abalos na a Litorânea Hoje em dia a gente não diz mais que alguém nasce e morre vive da mesma maneira que eu acho que se dizia no século 19 e com as mutações mutações genéticas tecnológicos né os resultados das Guerras dos extermínio das das avalanches né existenciais sociais políticas então rara que é um filósofo que fez um grande Impacto ele foi aluno de Edmundo Rússia Edmundo Russell para quem não sabe é o pai da chamada fenomenologia e ele foi assim o grande continuador de Rússia Mais logo no começo ele transforma também de maneira forte radical a própria próprio sentido de fenomenologia e ele vive no seu usando jovens ele professor em marburgo onde onde existia um centro da filosofia neokantiana muito forte então a presença de cantino pensamento de raio é muito grande e ele vai para Friburgo para Fraiburgo que a gente dizem alemão e assumir o carro a cátedra em 1929 dois anos depois de ter publicado o livro que o tornou tão célebre O que é ser e tento sempre tento foi publicado Em 1927 mas na verdade ele foi escrito de maneira muito rápida onde ele reuniu vários trabalhos que já tinha sendo feitos Radeon um filósofo tremendamente produtivo e tem uma obra completa que acaba de ser ditado esse ano com 102 volumes não eu e ele então tem que cumprir lá e produzir esse livro para poder buscar a carta aquele assumir em 1929 então 1927 a lançar-se ele tempo que é um livro que realmente Rosa trem muito impacto no quadro da filosofia alemã e europeia saiba que se envolve né com o nazismo e ele é reitor da universidade em 33/34 ele não fica nem completa nem um ano eles ar ele não é bem quisto pelos nazistas tão pouco porque ele é muito complicado é considerado muito complicado né embora ele estivesse filiado ao partido e em se manter filiado a partido e ele continua ensinando durante os anos até o final da Guerra É mas no final da Guerra ele por conta desse envolvimento ele passa se ele é proibido de ensinar na universidade e ele fica assim muitos anos escrevendo dando palestras etc mas tem curso e sem a cátedra vamos assim como professor a gente pode dizer que o pensamento de rádio que continua a influenciar enormemente o pensamento europeu hard sem a sua recepção da França talvez eu não tivesse tido a Bruna assim a a expansão né da sua celebridade e isso sobretudo depois da segunda guerra também se ele tempo causa impacto na filosofia Em 1927 juntamente com a 1ª Ed U2 banda escritos filosóficos de Marx que é ditado inclusive por uma aluna do Hard Land Ruth juntamente com o livro do Lucas história e a consciência de classe então esses três livros ele a balão de certa forma a ideia da filosofia o E durante esse período onde assim pré-nazista o quase né antes do nazismo se instalar com Hitler e completamente é pensadores como Marcos por exemplo tentado desenvolver um Marxismo heideggeriano Digamos que o pensamento raro que ele e cor né em várias background né Não só o fenomenólogo mas também pensamento dialético marxista tinha uma relação rádio que foi célebre essa pessoa porque ele também ele abalou muito o modo de ensinar filosofia a a a ele que foi a dona dele e enviar uma digital e ásperas ela dizia o abalo que quando rasga dava aula era realmente um acontecimento quer dizer ele deve ter deixado aquela carteira é muito formal alemã muito acadêmica muito rigorosa e ele traz um vigor a esse Rigor acadêmico alemão e ele tem um outro estilo de ensinar então Harley é um grande Professor a gente pode ver quando a gente Lê por exemplo o volume 31 das obras completas que é um curso dele sobre o conceito da Liberdade em casa a gente de que quando a gente está estudando Campos alunas é muito vão de se encaixa difícil não estudar as antinomias da Razão etc mas quando a gente vê um curso desse do rádio que a gente tem uma um grande Professor nos colocando dentro do texto do Canto e vamos assim clarificando e esclarecendo todos os Miúdos mais complexos de uma maneira muito pedagógica isso quem vê o raio que vive conhece a linguagem difícil dele fica até espantado ele passa a ser tão pedagógico então ele foi um grande professor ele lançou esse livro que causou um impacto enorme influenciou o modificou os rumos da fenomenologia e influenciou enormemente a filosofia alemã Francesa e europeia E com isso também Mundial porque a influência dele por exemplo no Japão gente é é também Grande ah e tem um impacto da sua vida política vamos assim que abalou também a filosofia e colocou de novo a questão sempre difícil que era a relação entre teoria e prática que a relação entre filosofia e política isso também é uma questão a gente pode sempre fala muito de um filósofo gostava de tomar cerveja a 17° E aí vem as suas particularidades né mas digamos de maneira geral eu não sei se você acha que é suficiente vamos vamos para o seu tempo a gente a gente fica preso na figura isso é muito interessante porque a figura do rádio chama muita atenção essa figura entre o profeta o professor que só aparece a escrita também mas eu vou conversar perguntando sobre a série tempo e aí para falar de ser tempo a professora Márcia é uma novidade por pela fé a tradução para o português aí eu vou perguntar ele de cara sobre essa essa coragem essa aventura que ela teve de fazer a tradução para depois de começar a falar da obra porque no apresentação do livro O Professor Emanuel Carneiro Leal fala da dificuldade de falar por falar em português o texto que a gente não tem essas vivências do muitos termos e a necessidade de abertura poética para fazer isso né e é quase uma tarefa do Impossível né como naquele conto do Jorge Luis Borges terminar o autor do Quixote que para atualizar o Quixote você teria traduzir palavra por palavra toda da palavra por palavra no final o texto eu sei idêntico ao texto antigo então é um jogo o a tarefa do impossível mas como foi quando foi que a senhora aceitou essa tarefa Como foi esse desafio Olha esse desafio e ele tem uma história na verdade foi o na época Frei Leonardo Boff é que me propôs essa tarefa que realmente foi um tremendo desafio para minha vida eu era jovem né era uma mostrando né tinha começa não na verdade eu tinha começado para o doutorado ela já tinha esquecido é mais uma doutoranda e foi uma confiança muito grande eu já havia feito os trabalhos de tradução para voces da dentro da edição da obra completa do yang e ir traduzido e um de um texto tremendamente difícil que era psicogênese das doenças mentais onde eram transcritos os delírios e quer dizer a linguagem esquizofrênica no dialeto de suíço-alemão O que é difícil muito difícil e traduzir para o português realmente foi uma loucura Digamos que só atendo também acesso hoje alucinatórios para conseguir fazer algo parecido então eu já tinha tido uma experiência de desafio do ponto de vista da tradição linguística né do da equivalência o tentativa agora a tradução de ser tempo na época a gente tem que entender que tem uma história da tradução desse livro talvez quem nunca tenha lido não saiba que se trata de um livro de filosofia uma obra nós temos A fenomenologia do espírito de Hegel A Crítica da Razão Pura de casa nós temos o diálogo Parmênides de Platão e aí vai que são todas obras difíceis muito difícil esse ser traduzido se ele tempo também e o as investigações lógicas de búzios e de quem está mais como rasgar no no livro e a gente espera tempo oportunidade de explicar por que ele sente a necessidade de criar uma nova gramática uma nova gramática do cê ele então faz um experimento quase de linguagem que eu particularmente considero muito afim e muito parecido porque um Digamos um James Joyce fez na literatura inglesa como Guimarães Rosa sem ter essa pretensão formalista do George aconteceu na Língua Portuguesa ou seja a gente poderia uma maneira um pouco de que mate que dizia que raiva que está inserido numa uma experiência linguística caracteristicamente Modernista a bom então nessa tentativa de uma nova gramática o raio é que vai forçar tremendamente a língua alemã forçar criar né por isso a dificuldade de traduzir se ele tempo é a dificuldade de traduzir um texto filosófico sobretudo de língua alemã que tem um outro paradigma do que as nossas línguas latinas ela se a soma a dificuldade desse projeto linguístico de linguagem né então daí a dificuldade acho que existe um equívoco porque houve também uma mitificação é porque a língua alemã é uma língua aqui ela usa muito certinho nos é uma língua aglutinadora ela é uma língua que exerce um Fascínio né e a relação com a língua alemã mesmo os franceses que tem uma linguagem filosófica uma tradição enorme existe uma também uma estranha subserviência quase que uma colonização né de achar Eu imagino amor philia né que apareceu muito ligado a linguagem EA obra do raio é por causa dessas dificuldades ela foi até mitificado porque a maior parte das discussões sobre esse tempo São discussões de tradução e não se entra na questão né então briga a gente tradução e absolutamente registo é absolutamente discussões do outras e complexas e com voz empolada né Eu já tive em reuniões onde se queria traduzir cada palavra disse ele tempo até as palavras mais simples do tipo que não tem discussão verde e mundo né xixi é mesa né ele e assim vai mas discutindo Porque também se mostra que se sabe falar alemão isso também uma coisa muito chique que é mais difícil do que saber simplesmente em inglês ou francês Então existe muita mitologia existe muito pedantismo né existe também muita arrogância mas existe vamos assim as questões concretas agora o que eu queria dizer mais importante é que se ele tempo é um texto difícil para o alemão e como George o texto difícil para um nativo de língua inglesa e como Guimarães Rosa não é um texto fácil para quem está nós que somos brasileiros né E ela Exige uma aprendizado dessa língua para o próprio Nativa então se ele tempo precisa ser traduzido do Alemão para o alemão e ele não é assim um alemão lê e entende porque simplesmente sabe alemão não Então nesse ponto a tradução de ser tempo ele exige um trabalho de tradução filosófica e eles exigem Talvez um trabalho é do que os irmãos como chamar uma vez de tradução antropofágica Precisamos de uma um exercício transferir a dor Se quiser usar esse terra de uma certa antropofagia então precisa ser um trabalho onde a nossa própria O que que é uma tradução antropofágico no Manifesto antropofágico vou dar uma escapadinha da nossa linha reta tem a famosa frase né tupia o nosso PE Oi e essa frase que como diz o Manifesto o que está em jogo na antropofagia é um princípio ou regular e não oracular é um princípio de escuta então o Tupi o nosso Big chop é Tube o nosso de pronunciado na escuta tupia o nosso pin e ele não chega a traduzir ele não disse eu não ser ele simplesmente o som dessa língua estranha ele já te põe no movimento diz que pensar na língua própria degraus então subiu not be ouvindo isso com ouvido Tupi se escuta Tupi or not Tupi essa antropofagia então Digamos que não se ele tempo que é uma obra muito mais difícil fazer isso porque é uma prosa filosófica no né são versos poemas que são difíceis por sua vez só moro próprio é preciso ouvir e a língua eu vi como o raio que também pensa muitas vezes pelo ouvido né a certas associações conceituais que não só não são apenas um formalismo uma morfologia própria em Marta da língua alemã mas a gente vai pelo ouvido né por isso toda a tradução de ser tempo e o li em voz alta todos os capítulos quando eu tava traduzido para ver como suava ela precisa fluir né agora na prosa e isso fica mais restrito porque a gente não consegue a mesma riqueza né mas existe um princípio desse vou tanto na nossa linha reta né teria muito a dizer sobre essa tradução essa tradução ela e ela foi muito combatida no Brasil é por causa de uma escolha a escolha de traduzir o termo da asae primeiro por traduzir porque a grande maioria das tradições não traduzem guarda o termo alemão e por ter traduzido como eu Traduzir por presença né então isso foi uma grande discussão e mas a situação acadêmica no Brasil é uma situação quando assim limpa né porque nós somos colonizados bom e Isso significa também que foram transferidos de 17 anos da minha tradução a única que existia para eu ser chamada numa poste para a palestrar sobre a vida tradução né então é isso é bem uma situação da Academia Brasileira que eu acho que espero que esteja mudando agora né mas esse tem vários sim bom isso sobre a história da tradução brasileira na época foram elas foram publicados pela pela voz e pela editora Vozes em dois volumes quando o primeiro volume os dois volumes saíram no Brasil entre 8689 é na época a tradução francesa por exemplo só tinha a primeira parte e na história das traduções desse tempo existe uma primeira no primeiro movimento que é a tradução de tentar germanizar a própria língua muito forte bom e na segunda lei ou seja as reproduções a gente pode ver isso a gente pode ver muito Claro na tradução espanhola né são duas agora é a primeira tradução do gás ela Gemma mesa bem a tradução a língua espanhola EA segunda foi feita no Chile ela já vão dizer assim espanhol Lisa a língua espanhola deixa a língua espanhola falar mais e em vez de ter raiva das traduções com as pessoas costumam ter é importante entender que ser um movimento de interpretação é um movimento de escuta movimento de trabalho então o texto está dado na língua outra né da tradução a partir daí começam as discussões as leituras o trabalho acadêmico trabalho de leitura e com isso as opções vão se transformando as mãos enriquecendo algo simples bom então isso é interessante ver o movimento dessas traduções porque elas contam também a história da assimilação da interpretação e da veiculação desta obra que como essas brigas por traduções entrada forma que atualiza o certa certa auto-estima raio Eliana brinco com esse jogo de traduções chegar no texto perfilar O texto é um jogo que o rei faz muito e muito bem né E quando eu comecei a lidar com raive quando eu conseguia repente eu tinha que usar palavras em grego já foi que fica usar palavras em alemão para dar os sentidos E você começa a ter uma autoestima em torno disso O problema é quando você fica preso nisso tá aí você fica preso nessa nessa imagem narcisista de algumas palavras e começa a arte de dominar de alguma forma eu acho que talvez isso seja seja muito comum aí a gente tem que começar de novo eu voltar no texto e cuidar da linguagem de novo mas eu vou perguntar a pergunta talvez mais simples assim e a mais difícil o que que é o esquecimento do Ser Olha eu acho que se você é me der um tempinho porque é difícil ter uma resposta imediata o que que é o esquecimento ser né a gente retórica a mente até podia dizer uma frase é os e do esquecimento Mas isso é retórico mas é preciso entender Qual é o projeto do Livro dos ele tempo porque ao fazer essa pergunta nessa nossa conversa o leitor ou quem está ouvindo né o escutador e vai pensar que o livro trata do esquecimento de ser e sem dúvida Tá mas é preciso entender Qual é o Projeto desse ele tempo agora né então ao menos como eu vejo se ele tem um livro que tem uma estrutura ele é um livro que se apresenta como muito metodológico até metódico hard que ele deixa esse estilo e passa a escrever muito com mensais né conferências e tem um outro outros estilos sobretudo e depois da guerra e a gente pode vir aqui a coisa fundamental desse livro e o rico lugar retomar a pergunta pelo sentido de ser esse livro ele a questão pelo sentido do ser e não só a questão do ser essa diferença é muito Fundamental e lê a primeiro Hari ga não faz ele não diz agora vou escrever um Tratado de Ontologia ou seja vamos tratar da questão do ser ele diz Nós Vamos retomar e a pergunta o a questão pelo sentido do ser e ele diz essa pergunta essa questão ela foi esquecida pela filosofia faz como ela foi esquecida eu quero que vai dizer bom aqui não Sofia começa tô perguntando e pelos E de tudo que é pelos e200ha que a filosofia grega ela começa como ontologia o moderno diria a filosofia moderna vai ser não a questão da filosofia básica não é a questão antológica né Talvez seja até a questão lógico se a questão epistemológica etc mas pelo menos no seu início né na sua fonte a filosofia nasce com essa pergunta é simples colocada por ela histórias e toca o que é ser a questão do seu mais raro que diz ele tem um começo que é assim que começa a ser tempo de uma forma muito levemente escrito assim de maneira quase que é uma estação de passagem mas que é o norte e a orientação de Toda obra ele diz é a filosofia começa e se perdendo da filosofia a filosofia grega não é uma construção Espetacular maravilhosa é que depois ela vai decaindo se perdendo dela própria ou se desvirtuando como quiser Conta essa história e que para salvar o descarregamento vamos ver assim dessa racionalidade filosófica a questão sentia volta aos Gregos muita gente de Harley assim mas não diz três quatro primeiras linhas do primeiro pagar e o todo da sua obra né digamos assim então que ele diz assim quando começa a filosofia a filosofia começa com um enigma e com espanto dizia Platão e Aristóteles mais espanto de que o espanto de que ser é e se é isso é uma forma muito estranho porque não é isso não é aquilo e esse é é um verbo intransitivo ser é a existência é um fato bruto que espanta espanta por quê porque todos estão sendo Mas de repente se dá um Abalo de que nos damos conta de que ser é existência existe esse espanto que é uma luz vamos assim pelo menos para os gregos ele é o começo da Filosofia mas como é que o filósofo grego de Gasol homem grego Responde essa esses pontos ele responde de uma maneira estranho ele responde se perguntando Tá mas porquê as coisas rapidão E qual é o sentido qual é a finalidade E qual é esse que é assim e quem fez Quem criou ou seja essa doação do fato de que ser é se transforma nessa pergunta pelo ser de tudo que é você entendido como razão fundamento justificativa seja isso que é uma gratuidade o ser é sem porque lançado jagunça mentes e gente quiser falar língua de várias Rosa né e não é acolhido com essa doação gratuita mas é acolhido como uma pergunta de que precisa encontrar uma razão para que ser seja precisa encontrar um fundamento para isso precisa ter uma finalidade ou seja existe uma instrumentalidade no rádio que vai entender que essa essa consciência que o homem grego tem de que o homem é técnico de que o homem aquele que acrescenta natureza coisas Essa racionalidade ela é na verdade o fundo dessa é desse acolhimento do fato brilhante quase como um brilho de lua até enigmático misterioso né de que as coisas são como diz o Fernando Pessoa O Mistério das coisas e as coisas não terem nenhum mistério atrás deles é a existência por exemplo que elas são a gente pode ler muito Fernando Pessoa com Ryder Carreiro sobretudo né e eu não consegui acolher por causa dessa instrumentalidade então o começo da filosofia que é a pergunta pelo ser 200 que eu pergunta pelo fundamento pelas causas primeiras e últimas ela é a perda eu disse Impacto que é o começo da filosofia então a filosofia começa se esquecendo começa pelo Impacto dessa desse de se dar conta do Mistério de que ser é mas esquecendo esse mistério e toda sua história é a história desse esquecimento assim entende raiva né e assim começa se ele tempo caminho e te perguntar agora mas sobre sobre como é necessário então destruir a história da filosofia o outro caminho Talvez seja possível fazer a convergência porque quando você falou esquecimento eu fiquei na minha cabeça com e quando o significado grego da palavra verdade como isso é pressuposto quando ele vai falar de esquecimento né uma ocultação é algo que sim cobriu essa ficar muito podem se cruzar né certa forma destruir a história da filosofia é mostrar e assim comprimento é isso não eu acho que os caminhos convergem Então nós vamos vou ver se eu consigo fazer convergir né então digamos assim e o resto que se faz a pergunta então ele diz bom e é esse esquecimento descer é um esquecimento da própria pergunta pelo sentido de ser né E quando o a filosofia grega começa a se perguntando pela pelo fundamento pela Essência pelas causas primeiras e últimas de tudo que é entende ser dessa forma o que acontece aqui a filosofia grega a junta ela imediatamente entende ser por oposição ao não ser né a gente tem o poema de Parmênides como grande vamos descem texto dessa diferença mas não só isso desliga que é o sentido comum de metafísica como dizer nem separar ser de não ser ciência de aparência mas a substância Lisa ser o e confunde ser com os dentes na linguagem larga digamos até que se criam verbo de identificar não só identificar mas identificar que é entender ser como uma Instância uma permanência né algo que é se não é eterno ele é realmente removível né Ele é substancial ele segura todo o mundo fenomenal com as suas mudanças as suas multiplicidades né então o que o rádio ele vai dizer o seguinte e em vez de dizer bom contra essa metafísica digamos da substância que entende ser conserto zentes fundamento etc eu então vou desenvolver uma filosofia completamente não ser digamos assim né De certa forma mídia aponta para esse esse caminho que é um pensamento do de vir né Bora e sejam também vamos assim crescer né da história da filosofia que é mais complicada mais raro ele vai dizer olha e em tudo esse esquecimento do sentido de ser G1 quem vive o sentido de ser latentemente tá ali né Isso não é por causa que os filósofos pensaram errado seja porque era um grego seja por causa do momento histórico seja por causa da contingência do universo não esse erro é propriamente a maneira que esse ser é se dá e se dá a conhecer para aquele que se coloca à pergunta sobre o sentido de ser e a gente diria o homem o carinha de ir um modo de ser O que é de tal maneira que está sempre lidando com a pergunta pelo ser para poder ser e isso é como ele entende o homem digamos o que a gente chama de homem normalmente tá então o raio que vai dizer olha se não é substância se ele é o que se ele deve ele também diz não se eu verbo ser É sim é sim isso é um greve é um verbo que para ele se ele é um infinitivo né Aí ninguém entende o verbo ser como o infinitivo eu acho eu não tenho certeza mas eu acho que o raio que se ouvisse o infinitivo pessoal do Caetano Veloso o quereres e ele ia gostar bem né ele ia gostar quando Caetano fala de que o quereres e estares sempre a fim do que em mim é de mim tão desigual faz-me querer-te bem querer-te mal né eu querendo querer-te sem ter quem e querendo de aprender o total né do querer que ar ele fala mal ao queria diz assim infinitivamente pessoal né Caetano então o alemão não tem o infinitivo pessoal né Nós o cartão até brinca com uma passagem do rádio dizendo que só são é possível filosofar em alemão né mas não talvez o pensamento Harley seja melhor pensado no infinitivo pessoal nossa né mas digamos o verbo se então então a gente pode dizer sim para rapariga é a questão do sentido do ser é na verdade a questão do sentido de ser mais porque Rider substantiva ser em toda sua obra ele fala o c e a gente pode dizer bom a língua alemã perde isso não certa forma Claro as línguas tem as suas gramáticas e suas regras Mas é porque raio é que diz isso é da estrutura é daquele que coloca pergunta sobre o sentido de ser que ele é a estrutura da existência humana só aprender esse sentido intransitivo do verbo ser descer como verbo transitivo perdendo isso é justamente quando ele tenta substantivar isso porque porque o homem não dá conta e dessa presença e no sentido aberto dizer ele não dá conta e precisa aprender e precisa não é ar ele precisa conceito a ele precisa determinar ele precisa definir ele precisa encaminhar e isso é o ser linguagem do ano então é nessa tentativa de apreender o que o homem perde é o sentido verbal descer mas é nessa perda que ele também contra o sentido então a gente já tem aí a estrutura desse pensamento da a letra O que é a palavra grega para dizer verdade que a composta para quem não conhece nem o jargão aí daquele ano e nem o grego que é composta de um prefixo a Alpha privativo não elet que é o rio do esquecimento do ocultamento né ou seja ocultar estar oculto não é está desaparecido não é inexistente mas está presente de uma maneira ausente o ou seja em todo perder-se de si sentido Há sempre um traço desse sentido na perda bom então o rádio que percebe que isso é a estrutura mesmo de como a filosofia se constituiu num acidente porque a gente sempre esquece que o Harley tá interessado em ser tempo ele tem oito parágrafos onde ele coloca o problema é sobre a questão sobre o sentido de ser a questão do esquecimento o que que é o fenômeno de ser ele coloca isso nos oito primeiros parágrafos depois a gente pode discutir por que que ele escolhe como método investigar o modo de ser é desse em que se caracteriza por colocar pergunta descer você já existem semanas 75 parágrafos sobre as estruturas existenciais desse modo de ser que ele então vai escolher a palavra da sign alemão uma palavra muito simples e Alemão significa existência e presença bom E se a gente discutir depois mas quando ele ele faz isso ele tá dizendo e é preciso compreender e como que a filosofia surge E por que ela surja desse modo você julgar ninguém tá se perguntando se ele tempo que é filosofia e essa pergunta e mais fundamental do que a pergunta o que é o homem embora pergunta o que seja filosofia pergunta que é o homem são para ele perguntas absolutamente convergente não tem umas em outro né mas digamos a gente muitas vezes quando ele se ele tempo a gente passa as primeiras paradas achando que são na questão metodológica delivery Oh e vamos então para análise Oi Da Da presença do dá azar é o será isso lá circular E aí tem muita discussão sobre a gente pode voltar isso também mas a gente esquece que a questão Fundamental e isso aí é um método um para mim para se colocar retomar a pergunta pelo sentido de ser que é retomar a questão pelo que é a filosofia chama atenção porque ele diz estar usando o método fenomenológico é mas quem conhecer se o professor dele Rússia eu ia falar assim mais isso com essa numerologia do Malandro e o que é então A fenomenologia que ele vai usar Olha o Russell Então é isso que eu tô falando que geralmente a leitura se faz desse 75 parágrafos que que passa-se uma uma análise fenomenológica né desse fenômeno que é a existência humano o livro seja tempo foi lido como uma antropologia foi assim que você leu e o russo ficou uma fera ele porque o Russo eu era muito determinado a gente uma escola de fenomenologia assim muito bem constituída onde ele de fato foi o primeiro na academia alemã a integrativamente as mulheres tem várias mulheres fenomenólogos rede time Conrado Marcius dia da volta tem várias fenomenólogos mas ele determinava os seus alunos da sua área o maxilar você vai trabalhar sobre isso águia vai trabalhar sobre A fenomenologia do místico determinada tudo e o rádio estava trabalhando mais com a questão da história e não é isso vinha já do professor dele rica então ele ele fica muito decepcionado porque acha que raiva que escreveu uma antropologia filosófica rádio que também lido como uma espécie de Psicologia existencial ele também é lido como mais uma obra de filosofia do sujeito da subjetividade na linha da filosofia moderna né onde tô descendo a destruição do Design e uma subjetividade que não mais se define com relação aos outros em ENEM aumente Supremo né aquele dia não é mais o sujeito sendo criado ou sujeito que se diferencia do como racional 200 no Racionais etc mais que seria um sujeito que se Funda nele bom então rádio que foi logo classificado como um filósofo da resistência na linha mais de até schelin que que guarda na que ele então vira um filósofo da existência junto com cale as perns e diferente um pouco dos existencialistas Franceses que vem depois né mas então foi assim que foi lido o hylian o momento do sistema imunológico do rugby ele a ter tem uma descrição dos seus métodos não curso que ele dá em 29 30 ficou famoso pelas teses de que o homem é um formador de mundo o animal é pobre de mundo e a pedra é sem mundo né Isso é os conceitos fundamentais da metafísica mas ele diz nesse nesse curso que ele a questão dele para compreender Qual é o sentido de mundo e na primeira filosofia dele ele buscou um caminho histórico do conceito de mundo e ele ver estas transformações não sei ele tempo ele já vai desvendar a mundanidade do mundo né a partir do modo como o homem é no mundo então um chamado existencial fundamental né que descreve essa estrutura esse modo de ser de ciente que em tudo que ele não é está sempre engajado com o sentido de ser que a resistência humana e ele vai dizer que escolhe esse caminho que é de descrever como o homem se se relaciona o busca o sentido de ser estando no mundo né não sei o modo de estar-no-mundo e e ele propõe nesse curso um método comparativo foi a outra questão mas digamos assim que eu rasguei vir que são tentativas Não não é um absoluto porque a gente quando deu livro impresso acha que ficou para sempre né o livro ficou para sempre mais a busca reflexiva não o método fenomenológico Esse é um método de deixar as coisas e se darem a conhecer se mostrarem a partir delas mesmas né fenomenologia é o vir à tona o Vivo a visão o dar-se a conhecer a partir desse mesmo é mostrar mas o fundamental que diferencia de Rússia para dizer esses maneira vamos assim relativamente simples e breve é que para ele a diferença está em como você entende o que é mostrasse a área que se mostrasse é sempre mostrar o retrair-se mostrar o seu não mostrar o ou seja todo mostrar mostra o seu nome mostrar porque porque para Rider a questão fundamental Não certo pronto ainda também com Rússia aqui você não me dar hoje quer dizer o Aparecido as coisas então para raiva que ser e aparecer e esse a gente pensa bem não precisa levar que eu não preciso saber alemão o que que é aparecer aparecer é sair de um desaparecimento para aparecer né então a gente pensa no teatro quando alguém entra em cena né aparece ou seja Saiu daquele desaparecimento e se mostra o aparecer ele traz em tudo que aparece vamos ver assim a gente nunca pode ver o aparecer propriamente mas a gente vê o aparecer e tudo que aparece o aparecer vem junto então Alguém entra no aqui nessa sala e a gente vê se alguém entrando mas junto com alguém há tanta gente vivendo entrar e o entrar em outra junto com alguém isso eu sentido de ser o que se mostra retraindo se em tudo o que é e nas suas determinações aí substanciais objetivas concretas identificáveis identificáveis mas esse movimento de ser Ele se mostra junto É mas ele nunca se mostra frontal eu não posso vencer ninguém conta o seu no meio da rua e ainda tem gente que acha que o encontro aconteceu no meio da rua mas você esse verbo né ele se dá no sendo de cada coisa então Ele se mostra se retraindo e se eu sentir da fenomenologia no no Hidden poético no sentido mais pleno eu tô lembrando lembrei da passagem de um comentário do Ferreira Gullar de está alimentando os pombos pontas são os animais aqueles ratos com asas né e jogando milho para os Pombos de efeito os pontos para estar novo ar e não era mais pontos elas explosão cinzenta pálida plano dele é um toque essa essa dimensão que ele colocou ela não era o povo era aquela explosão inventa partida que estava ali ele transformou isso na poesia é um você ganha um significado de música que você não ir né então eu acho que eu me lembrei dessa dessa designação do triangular começa a tecnologia tem essa relação com o poético né com saída que não querem ficado e buscar e para além da replicação o antes da replicação buscar vamos ver esse entre né esse antes da no repicado e você até tinha colocado essa questão antes sobre a Porque então investigar a presença porque colocar esse homem em questão da asa por quê que o rádio escolhe isso vai funcionar responder um pouco sobre isso mas eu vou perguntar mais diretamente porque eu acho que como você tinha um a questão é até bom você me dá a chance de formular novamente Olha que diz assim olha como é que eu vou perguntar é pela questão do sentido de ser como vai ser meu acesso né porque vou rir porque precisa retomar essa questão e também tem a pergunta por que raiva que precisa naquele momento histórico colocar essa pergunta né a filosofia sempre tá espremendo expressão sempre do seu tempo errada que diz assim olha e o acesso não pode ser uma discussão de filosofia vamos de conceitos de doutrinas filosóficas que é um equívoco que vem orientando muito a filosofia sobretudo hoje né mas discutimos o que o ajustado falou que ela falou que eu não sei que falou que não sei o que ir muitas vezes e nos esquecemos de porque o como as questões platônicas e aristotélicas surgem então raiva que vai dizer e precisa entender como é possível e o acontecimento que é para ele civilizatório em e da filosofia no Ocidente que com o tempo com as leituras de rendering passa a ser para ele a pergunta de como é possível acidente né o acidente na sua estrutura na sua racionalidade histórica e na história da sua racionalidade ela é o acidente é filosófico a sua estrutura mesmo não é só uma contingência ele vê isso como uma estrutura mesmo civilizatório um acontecimento no universo digamos assim essa pergunta que vai dizer mas como é possível que o homem e esse homem ocidental que a gente se tua gel politicamente até já o filosoficamente assim Falta a pergunta filosófica dessa forma como foi feita EA resposta do rhayner e estranho ele diz E é porque e a gente só por ter acesso a esse sentido a pergunta pelo sentido de ser investigando que me faz essa pergunta ou seja o homem que para ele homem já é uma determinação de uma coisa que vai bem depois esse modo de ser nos ter que faz a pergunta pelo sentido de ser a gente chama de homem né esse modo de ser e ele reproduz é o sentido de ser nele o melhor esse incumprimento da questão que acontece no primeiro gesto resolvido ele é acontece em quase que um espelho é um homem é um espelho desse comprimento e o incumprimento é o espelho do homem é uma é uma visão estranha do raio né então ele diz assim essa estrutura de existência dentro da existência esse modo de ser dentro dos e por isso é tão fundamental para ele o conceito de ser hein Oi e a gente diz ser em ser no mundo não tenha no mundo é dentro do ser é né ser em ser em ser ser dentro do ser o homem é dentro do seu né então alcançar isso ele diz assim então único jeito de eu entender e eu investigando porque eu eu mais acessível é entendendo quem faz essa pergunta com isso ele tá dizendo essa pergunta a lógica filosófica sobre os sentidos e ele é também a pergunta Quem é o homem e essa pergunta também é uma pergunta Quem é um homem não no sentido antropocêntrico não não sentido como entendido no momento o rádio que até de certa forma pode ser considerado antigo por cento que em alguns aspectos Mas a questão para ele assim mais vamos assim estrutural até uma palavra que não é dele mas ele fala muito de Constituição constituição ontológica né então ele vai dizer assim e o homem e essa estrutura que eu não quero chamar de homem porque que ele não chama o modo de ser que faz a pergunta pelo sentido de ser porque que ele não chama de homem e ele diz bom isso é uma determinação isso já definiu o que que é isso Já identificou errei ficou esse modo de ser esse modo de ser ele é muito extremamente no seu tempo ele é o hífen E aí junta o pré e da presença na presença da quem prefere Traduzir por ser aí que é um equívoco peguei se dá não é tão pontual neodar em alemão a palavra dá azar para quem não sabe se escreve em português gente fala dá para sim cena Sr N em alemão e se pronuncia usar esse da ele é um por aí é né E se alguém perguntar por mim diz que eu fui por aí né ele não é aqui nem lá e ele é uma indeterminada determinação então homem ele tá sempre situado em mais de uma maneira indeterminada por quê Porque ele tá sempre é afrontado desafiado em ter de ser porque ele não é nada é porque ele é um verbo então da za presença ser aí ser acumular como quiser O que é um verbo e não uma determinação e esse verbo ele é uma tensão entre está sempre lançado nesse o acontecimento de sentido que a gente chama que ele vai definir como sendo mundo né mundo pára-raio ainda não é um conjunto de coisas né Isso já é uma herança fenomenológica né do seu professor russill mundo é uma dinâmica de sentido e o homem nasce surge no mundo já numa estrutura de sentido uma dinâmica de sentido e ele surge de tal forma que ele precisa sempre dar sentido ao sentido por isso ele nasce em aberta a estrutura fundamental de ser esse modo de ser que a gente chama de homem ou esse modo de existir no existir é estar lançado na busca dos na dinâmica dos Sentidos está lançado na dinâmica de sentido sendo busca de sentido sendo pergunta pelo sentido então ele é e está lançado e ele é um projeto o rádio quer dizer que envolvem site e em divor Mas entre o projeto eu traduzir para o projeto muito a contragosto do que se eu fosse livre emenda reproduzir tudo como eu queria é a palavra seria esboço que o fez boas né então você tá lançado numa dinâmica de sentido o homem não pode não estar é atravessado é o tatuado pela pela questão do sentido e ele os sentidos estão sempre já dados mas tão dados de uma forma que o homem busca sentido e dar sentido ao sentido por isso ele tá sempre esboçando sentidos né esse é o sentido o projeto né então é fundamental entender que e esse modo de ser não ser que a gente não aumente por tradição chamou de um homem o hard que diz isso é um há uma tensão um hífen né uma suspensão há entre está lançado na dinâmica de sentido como busca de sentido Então para mim eu acho que é a coisa mais importante para se entender o que que é dada em presença no seu tempo é celulite em uma tensão entre né O homem é isso não é uma determinação não é uma definição portanto não é uma entidade identidade sobre o mundo por sobre o mundo né outra maneira que o Harley que define a existênci eu nasci hoje é ser no mundo isso também é sempre um pouco mal entendido porque a gente acha bom hard que eu Pensador que descobriu que o homem tá no mundo como se nenhum Pensador só desce jeans é um pouco absurdo né porque todos os mais místicos transcendentes transcendentais sabem que o homem é no mundo mas o Conrado e descobre é que ser no mundo Esse é o homem e isso é no mundo é no Ceará e e até a gente poderia dizer sendo mundo é mundo né então não é porque eu insisto nisso cifens todos né que o raio existe é porque ele vai dizer não a uma o homem não nunca está fora do mundo e para lidar com o mundo para dar conta o pensar o mundo lidar agir sobre o mundo o mundo o homem já é mundo Ah mas já é mundo numa tensão e o homem não é o mundo bom então isso são se utiliza uma outra forma de a Expô O que é que esse modo de ser que a gente chama homem que tá chamando de presença das Armas ser aí é o que eu traduzi por cura o que alguns algumas pessoas preferiam a tradução por cuidado né cuidar do mundo mas a cura é a palavra Latina que diz ni certo modo cuidado é mas a cura e o mais importante é como o rádio é definir ele define como uma frase enorme né é está junto perto no ele usa várias preposições numa definição do que que é cura não é simplesmente que o homem vai cuidar do mundo É sim Ah quem dera que o homem cuidasse melhor do mundo mas um fundamental para descrever o que que é esse monte de ser é um modo preposicional cheio de- e ele não tem posição homem e esse modo de ser e sempre preposicional ele está sempre a caminho porque porque esse modo de ser sendo o espelho digamos assim quase uma imagem de ser como verbo esse modo de ser é tempo a temporalidade Mas é uma temporalidade estranho porque o hard que sempre definir até a parágrafo de 65 tem essa definição lapidar que esse modo de ser que é existência é ex existência é ser para fora está dentro de si e para descer então é uma imagem muito para adopção o que que é um em si o que não é contra Hegel para si ou seja uma identidade dividida que vai se conquistar mas ele é um insic é nele mesmo sempre fora de si para além de ser Eu amo em cinco PE e não contemporâneo assistir na verdade presença da Jaime É ritmo e eu acho que raiva que eu queria dizer ele é Rua palavra eu devia bem arrogantemente ele absolutamente igual a palavra porque o que ele quer dizer e de escrever com a existência esse modo de ser cima de ser e Ritmo e Ritmo não é a periodicidade quem sabe mínimo de música sabe que ritmo é felicidade etc ritmo e síncope o ritmo é descompasso o ritmo e nunca está onde se está bom então o homem o que é esse modo de circo que está no ser nunca estando onde ele está e ele precisa cada vez cair na real Tá vendo como português e ajudar o raio é o raio que ajuda português muitas vezes cair na real onde sempre se está da forma de conhecimento ocidental dizendo que a forma de conhecimento depende de você entra no ritmo daquilo que você quer conhecer então eu não posso saber sobre samba de roda simplesmente olhando porque o time vai chegar para mim eu tenho que entrar na roda e tem que entrar no samba de alguma forma para poder ter alguns dá sentido aquilo também né mas eu vou te perguntar sobre algo que acho que é muito importante até para não interpretar equivocadamente o hard em seu projeto que como rádio e crítica em relação sujeito-objeto eu sei que você tá falando disso tempo todo mas eu acho que é importante falar diretamente daqui de feira de cá porque a gente vai ver que algumas abordagens vão tomar a ser tempo Como projeto moderno e se você considera essa crítica fica mais difícil que essa abordagem faça sentido né Por exemplo você tomar simplesmente como um a sobreposição de existenciais as categorias kantianas que perguntar Mais especificamente sobre como que o de carga de carta criticado pelo hard e como ele tá faça dos relação sujeito-objeto é como eu disse assim como você falou o tempo todo estou falando disso ele tá dizendo só não ser esse-já quebrou ele já tá dizendo que não existe o objeto Ele tá dizendo assim tudo essa construção moderna o que coloca o problema da filosofia como um problema de conhecimento né que coloca o sentido do homem como um problema da consciência né ou como o problema da subjetividade ele parte do princípio que tudo que é é somente é enquanto puder ser representado né se objeto de uma representação da Consciência Humana bom então tudo que existe existe a medida que pode ser representado ri apresentado Como diz a palavra né implicando nisso uma exterioridade né entre o sujeito do conhecimento eo objeto do conhecimento agora a filosofia moderna ela não é assim tão simples e ela também de Kate não é assim então digamos tão pouco fenomenológico né porque Sem dúvida não não há uma compreensão nem mesmo para raiva desde que esse objeto seria o sujeito de que esse copo que está na minha mão sou eu é né Ele está na minha mão existe toda uma interação aqui né digamos assim mais um coque é um copo e a mão é a mão agora a questão toda é de acesso Oi tá acesso e o modo como a questão EA pergunta pelo sentido de ser tá sendo colocado e o modo é como os 5 sexta sendo entendido como representação bom então esse é o grande problema que é entender ser né com aquilo que é definido pela consciência e esse é um projeto de maestria do mundo né tanto que Max depois vai dizer não é a consciência que definir ser você que define a consciência é né digamos assim e Hayden minha terra não mano colocação digamos semelhante o talvez a fim até um certo Pronto ele vai dizer não o erro do de Kátia dizer né cog Tu é o bolso mas ele devia dizer ego Sum ergo cogito eu sou por isso logo eu penso e não eu penso logo existo o rádio que faz uma leitura no se ele tem ele tem um livro com muita autonomia né área que apresenta suas próprias categorias e desenvolve as suas próprias a sua própria metodologia etc mas ele tem alguns parágrafos onde ele faz um trabalho Digamos um pouco exegético tá um desses parágrafos são depararmos sobre de Castro então ele vai pega os textos de carros etc e a questão fundamental para ele é realmente mostrar como raro entendeu o sente o mundo e o mundo como uma exterior idade o mundo como uma extenção né o mundo dentro de um modelo segundo Rider não só subjetivismo no sentido transcendental do terminal psicológico né ele não sentido de uma consciência representa a dor do Real Mas também como vamos ver se no modelo matemático científico de uma quantificação do Real de uma reivindicação do Real então ele vê no de Cássio o grande paradigma para a compreensão das coisas 200 dos modos de ser né das experiências como coisa então de Kate o parâmetro da coisificação do o que ele vai usar por duas vezes no seu tempo entre "o termo reificação esse termo vende Lucas né esse tema é um termo de Lucas no na história e consciência de classe que Hayden que não dá referência mas ele coloca entre aspas né Então esse é o sentido do de quarto e isso é o que ele precisa quebrar porque a questão para ele esquecer sempre insistindo e que o modo de ser que a gente chama de homem ou da presença do das Armas setra vai mostrar é que ser não é coisa e não é ser simplesmente dado não é é substância e nem é sujeito bom então a ser quem é o verbo e esse interfine tividade essa infini são descer é que desaparece e em tudo que é mas ele cidades aparecendo porque isso não pode ser identificado substantivado não pode nem mesmo ser nomeado por isso que raiva que vai durante a sua obra ele escreve ser eles põem um X em cima do descer ele diz seria nada ele escreve ser com y ele vai atacando digamos esse verbo porque na sua infinita são não é nada E eu nada que é tudo né porque tudo é então só aqui como um homem pode dizer ao dizer nada já disse alguma coisa bom então esse é o vamos assim ele tem nesse aspecto vários pontos de contato com um escritor como o Samuel Berger por exemplo tá o mesmo lanchou né que bebeu muito digamos assim né das fontes já irianas para pensar dessa impossibilidade de dizer né O que não se deixa dizer mas que a fonte do dizer então é a questão de ser de cena é isso aparece porque o homem é como se fosse um exemplo disso no homem você ver isso então trocar ele é uma evidência o homem é uma Evidence ação eu disse sentido verbal de ser que só aparece e traindo se e eu respondi a sua pergunta a gente tá sempre colocando alguma coisa assim parecida com essa aqui do que não é a interpretação existência mas existência de hidratação é um jogo de palavras que é muito parecido com aquele que você falou do mar mas vai vai no sentido hegeliano que fala olha a existência que vai primeiro todo mundo né Eu já tenho um faz parte de um mundo tá E aí eu vou interpretar a partir daquela do a série de disposições ou de coisas que são são são pré linguísticas né Vamos colocar assim mas eu vou passar por essa questão do ser no mundo e vou perguntar a já sou e do que é próprio e do que é impessoal porque eu acho que nessa atenção da autenticidade tão aztec muito polêmico muito interessante do Raid como é que o raio que vai separar esse essa questão de ser próprio do ser impessoal do ser autêntico ou do seu inautêntico é porque eu acho que aí entra a questão da alienação entre algumas coisas que a gente tá falando também com reificação na olha se o raio que ele tá dizendo desde o começo que esse sentido de ser que é infini são que não é nada que não é substância né que é esse Enigma mesmo né O Misterioso e que o modo de ser que a gente chama do homem Olá queridos presença das áreas certas é um exemplo mostra é ali que só aparece né Ele tá dizendo que e o digamos o homem para facilitar Esse é um modo de ser a EMC Olá tudo que o homem é e ele não é ele é e não é ele é ser e não ser em tudo que ele é e não é porque porque o homem não é nada substancial substancial porque ele é uma busco porque ele é um né já estar lançado na dinâmica do sentido ou seja mundo como busca de sentido né Então significa que tu por isso que o raridades eu não quero definir no parágrafo 41 quando ele tá discutindo o que que é cura né Glória que as estrutura preposicional Ele tá dizendo eu não quero definir um homem como os românticos fizeram Ele não disse isso literalmente mas ele dá todas as categorias românticas como é pulsão como ímpeto como desejo etc ele não quer isso né porque porque isso ainda é Suponho que tenha o que deseja alguma coisa que impulsiona você já tem uma espécie de um de um predadorzinho né de uma uma espécie de uma pequenina substância que está se movimentando em movimento Mas esse modo de ser e essa dinâmica que ele então para não cair nessas categorias de devia de transformação românticas que pressupõe um substrato que se transforma se desenvolve ele então vai pensar que ser humano e no imediato dele sempre uma relação de estar e de ser não sendo ele toca é o modo de ser desse desse dessa existência é sendo não sendo ou seja Tô quase descendo buscando-se querendo ser podendo-se categoria fundamental né esse molde se eu não poder ser significa que ele está sempre não sendo é só que Rider entendeu isso de uma maneira assim muito existencial concreta não ser quer dizer é ser quem não é a simplesmente porque eu ainda não sou como a criança ainda não é adulto ou adulto ainda não é ancião é mas é afirmando que afirmando categoricamente eu sou isso eu sou aquilo definindo-se substância alisando Se subjetivando se isso é para rasga uma impropriedade Porque isso é uma maneira de esconder de camuflar de negar de fugir desse alienar desta condição fundamental que é cê não poder ser e poder ser implica poder não ser Ou seja é imcubrir o tempo todo a partir de determinações que se tornam dogmaticas estáticas substância listas humanistas né uma definição daquilo que é indefinido é a única definição desse modo de existir que a gente chama um homem é sim Indefinido Então o que eu quero que está chamando de um próprio e não tente e que ele usou um recurso da língua alemã de uma sueca Nórdica também faz isso muito bem que é o mano irmã né com Coloca mais ou menos nele ficar homem que ele fica muito bem por um negócio dele mas a gente não tem esse pessoal né o nosso infinitivo é a pessoal E então eu Traduzir por impessoal Tá certo então na língua alemão nas línguas nórdicas a gente diz isso o nosso talvez cortei ligar se eu tinha razão quando ele diz que então vem Se a gente pudesse traduzir esse mano por a gente é né a gente faz isso a gente faz aquilo mas o português brasileiro é a gente é muito forte é muito e muito bom de ser muito pessoal já né é muito até bonito é muito poético né a gente a gente humilde Chico Buarque o que for né mas é isso não é uma razão para não traduzir tem outras dificuldades se fosse usar a gente mais e também para nós em português ficou a gente mostrar todos os campos se é difícil de sintaticamente trabalhar isso na tradução Mas algumas a tradução é assim né mas isso quem taticamente é difícil né e o impessoal e mais línguas nós que alemão você fala assim ah as pessoas pensam assim E é assim que se pensa a gente diz em português né É assim que se pensa é assim que se faz a gente as pessoas fazem assim o inglês traduziu por dei eles né pensa assim certo e o rádio ele diz o que a gente diz normalmente eu penso assim aquela máxima subjetiva que o Kant diz que tem que se tornar universal para poder né seguir escutar o imperativo categórico é imperativo categórico que é que você tem que transformar uma massa máxima subjetiva são máxima subjetiva podia ser uma interpretação do que que é isso hein pessoal porque isso impessoal ele fala e em termos de um eu muito categórico a eu penso assim eu acho assim quando na verdade eu não quis assim que eu nem sei como penso eu tô seguindo maria-vai-com-as-outras de como se pensa de como é que a mídia nos propõe pensar de como é que o público né se propõe pensar como é que o jornal as então a gente acha e esse esse aí não tem cidade é a maneira como o Wilson é afirma normalmente nesse mundo né então isso já é uma questão então a gente podia dizer assim a descrição fenomenológica no sentido Heart de como ele descreve os fenômenos da decadência fairfield Inn O que é no português até ficar bom que tem uma Cadência né descer essa decadência que são como o impessoal pensa é né como que a curiosidade se constitui né como que ambiguidade se constitui Como que o Falatório né na verdade o que ele tá escrevendo e eu diria até a lógica é tanto uma lógica discursiva que a gente tem o nossos critérios de validade nós critérios até de verdade como uma uma lógica que é definir o que que é a posição dogmática bom então o inautêntico o impessoal que vida autêntica que a lógica do impessoal ela é a lógica da posição dogmática é do Sono dogmático do campo podia dizer isso é uma maneira de interpretar agora o inautêntico que a lógica do impessoal se pensa assim se faz assim em pessoal porque não é uma conquista né da experiência né não é um pensamento que vem da Ordem da experiência da reflexão de entendimento da compreensão e esta se a lógica do ciúme não tens que elas dizem pessoal ele encobre essa indefinição do modo de ser esse-essa contínua tensão com já ser e vou descer eu sempre já ser para poder vir a ser aí ficou coloca uma questão quando o Harley político digamos assim vai afirmar o povo alemão Como o povo da pós-metafísica digamos assim projeto dele digamos assim o nazismo O tópico do rádio que que não é o nazismo de Hitler e ele é de uma de uma de um povo pode metafísico um povo que superou isso tudo o povo de um outro de um novo de um outro começo bom então esse povo como ele define no volume 37 ele vai dizer que é o povo que aguenta ser esse não ser é mas ao fazer isso ele também rir fica esse não ser bom né Então esse é um dos problemas de grãos no meu entender um grande problema policio que é hoje para nós uma questão é né como não cair nas categorias fascistas do Povo é né como o mesmo tempo ser um povo ser os povos que nós somos sem que isso recai nas categorias de Gamas edificantes e fica dores né então eu não sei se isso assim que eu vejo então o rádio foi muito criticado por essa questão do Autêntico não tem porque como a retórica nazista hitlerista fascista é uma retórica do da autenticidade é a retórica do originário né do Povo originário e é isso é a retórica nazista o povo Ariano sempre racial né racializado biologizado então foi por aí que grande parte das críticas identificaram esse essa reivindicação da autenticidade com a questão do Povo da autenticidade um pouco quando eu fui dar aula e minha linguagem não nossa estava da Luna não conseguia falar com os alunos que eu falava Adriano eu tava preso no vocabulário então toda vez que alguém me perguntavam questão achava questão Ótica e eu ia para caminhos odontológico só que eu precisava me comunicar com os alunos eu fui procurar então aquilo parece um elo EA música eram ela interessante um bocado a Legião Urbana e gostava muito o Renato Russo é um grande compositor grande poeta eu fui traseiro músicas em uma das coisas que eu fiz que acho bem interessante analisar uma canção chamada Tempo Perdido da Legião Urbana nesta canção tempo perdido ele fala aparentemente até falar sobre o mundo dos trabalhadores etc mas tem todos os cursos sobre a morte Comente o culto à morte no cotidiano né e ele vai falar o busca uma brother logo assim ele faz a construção que eu achei muito boa para explicar essa questão de na felicidade porque no tanto de falarmos que ele fala assim o que foi escondido é o que se escondeu e o que foi prometido ninguém prometeu Nem foi tempo perdido somos tão jovens tão jovens tão jovens nessa repetição de ser tão jovem ao questionamento a um questionamento de suas é tão jovem mesmo E aí ó quieta disso também você quebra com isso eu achei muito interessante que ele coloca esse na canção as pessoas estão cantando ali eu vou ele vai cantar e não vai perceber que está questionando a própria ideia de juventude né de você a maior parte das pessoas vai cantar e vai perceber que ele tá funcionando a própria Juventude né E vai parar abordagem pediria um cuidado contrário tá que você se aproximar da canção não aquela escuta a canção repete a letra sem entender o que está sendo dito pelas palavras são ditas pelas palavras então eu tô falando isso também depende falar da questão da linguagem Clara a gente não falou disso ainda eu acho que esse não tá aí na repetição Não caiu não acredito no caindo que eu comum também é o algo é relevante né esse cuidado com a linguagem eu vou deixar passar lá para você eu não sei se você quer ficar no seu tempo ou na questão da linguagem do rádio em geral porque isso era poder Acontece muita diferença é um pouco diferente eu acho que é uma questão tão fundamental que já que você disse que uma diferença eu não posso me esquivar diz que mais lembra dia que tem mais diferença assim se ele tento é interessante que é um livro que dá conta de muita coisa né tem tanta coisa que a gente não falou tem muita coisa a gente falou mas ele não tem ele tem algumas algumas reflexões sobre a questão da linguagem mas o Fundamental e uma discussão sobre o problema do sentido porque se a gente pergunta assim porque que o raio que quer tanto perguntar pelo mundo se a questão é a questão O que é porque para ele mundo é uma dinâmica de sentido então questionar a mundanidade do mundo é questionar o sentido de sentido né basicamente então ele precisa disso para poder enfrentar pergunta sobre o sentido de ser e o livro Como tá o a obra é uma experiência de linguagem e a gente já falou da dificuldade tradução da dos neurology zmos da nova gramática de etc né uma nova e sim táxi ele fala a gente precisa uma nova assim táxi né e agora o Harley ele é de fato um Pensador se por um lado e da filosofia do próprio sentido da filosofia ele é um Pensador é do fim da filosofia é né ele ele se dá conta para ele a questão do fim do acidente do declínio do ocidente EA filosofia tão juntas né nesse ele tá bem contemporâneo agora ele é um Pensador do pensamento É mas não assim do pensamento dos Pensamentos Claro que ele tem na sua obra gigantesca de 102 volumes ele com ele tem uma narrativa da história da filosofia que é sedutor porque ela causou um impacto tremendo mas também problemática Porque ela fica com uma descrição a maneira como ele faz tão vira dogmática Ou seja é assim você der a história da filosofia assim né então tem pensadores que vão ficar muito irritado com raiva e tentar escrever uma outra história da filosofia o que o raio ele não falou né os pensadores que ele não leu E aí vai mais tentando fazer mais ou menos na mesma coisa digamos assim escrevendo a história agora e ele se não Pensador do pensamento ele não é só para desconstruir o destruir toda a história da filosofia ocidental para ver onde esse sentido verbal infinitivo de ser tá ali né respondo sim respondo ao se retrair Digamos que esse método alegria né mas é atendem sobretudo de descobrir o a se pensar e no limite do pensar você já Rider é um tentador No Limite do limite do que pode ser pensado né Ele é a gente pode errar ele assim vou dizer É categoricamente nós pode ser vida assim né mas ele não é só um Pensador do acidentar do a ser pensado o do limite da filosofia ele é um Pensador a Atento escutando nega até propõe uma mudança de registro de um pensamento que é ocular para um pensamento ou regular de usando o termo do Manifesto Nossa antropofagio discuta de como o pensamento vem a palavra a cor de como a palavra ou melhor a palavra vem a a palavra bom então é uma escuta do acontecimento da linguagem é mais um acontecimento da linguagem de dentro da experiência ou seja isso eu digamos o acho que o raio que queria conseguir pensar é mas é linguagem é muito estranho porque tudo o nervosismo por isso que o rádio eles não esse esse projeto neologismo fracassou E por quê porque cada palavra já é é um mistério aquele valor hoje Enigma de como essa palavra veio a palavra Então as etimologias do Rei da que virou virar uma espécie de fetichismo né toda mas é preocupação se a gente não for só alegria nizar repetir do que o Érica falou Você tá certa mas tentar entender o movimento do pensamento dele e o que que a gente pode descobrir com isso então a gente pode descobrir que ele tá ali buscando é esse via a palavra da palavra como é que essa palavra se focaliza como ela vem à tona e como ela vira uma canção bom então o cuidado com a linguagem é para raiva de uma uma tarefa fundamental da Filosofia mas é a tarefa de pensar e dizendo esse pensar dizendo esse dizer pensando o dizer um pensando né é ali que ele tá falando assim nos momentos como no livro dele é a caminho da linguagem né ele dá mostrando isso dentro de leituras que ele faz dessa questão na poesia e agora muita gente tomou as interpretações que a gente faz da poesia como a perda e muita gente Tomou como é um grande mentira sobre aquele correto né ou seja Leu as interpretações não de poetas como por exemplo rica como Renda ele não como traquilo né então muita gente ler isso é a verdade de Tracker diga dele o raio que falou tá falou tá falado né e outras pessoas leem a grande mentira traga não é isso eu dele não é isso aí certo né agora ele ele começa a sê-lo citações sobre a poesia de Berlim e tem vários volumes não é isso eu tenho muitas muita coisa questionável discutir certo mas ele começa dizendo que a leitura de um poema e essa leitura que vem da filosofia seja da interpretação da leitura da escuta o que for ela deve ser como um floco de neve que cai num sino o e faço Alcino mas derrete e vai embora é né A imagem é muito bonita eu não sei se o raio que consegue fazer isso mas se ele tentou já já valeu eu acho né Digamos que uma interpretação uma leitura de um poema e ela fez somente aquilo que faz sol poema Oi e essa leitura se retrai leituras do Rally são tão linfáticas que muitas vezes até o poema se retrai fica a leitura dele né mas eu acho essa passagem Talvez uma das coisas mais importantes da Leitura dele bom né é poder sugerir que talvez até a própria filosofia Oi e a leitura da filosofia do Hardware ou de qualquer filósofo seja assim que ela deixe um pensamento né e colar bom né Na sua possibilidade na sua impossibilidade no seu limite e essa leitura tanto assim é abrir esse desse descongele né pa se digere não se fixe não se fixe como um novo Dogma para dar lugar e ao pensamento a ao ato de pensar e eu acho é mais confusão pergunta da nossa conversa porque senão vai abarcar Tudo é impossível a gente mas eu acho que um algo importante nessa própria disposição nessa nessa metáfora que você falou do como Xbox medo caifás um sino solar com essa ideia de de uma proximidade do limite de um ser-para-a-morte de uma fala Apocalipse na de procurar esse limite a gente tá sempre agora cada vez mais falamos do a proximidade do fim do mundo isso virou a preocupação é uma preocupação no preocupação e felizmente a ocupação Porque como se ocupa com o fim do mundo Oi como é que você se ocupa com o fim do mundo e eu acho que isso também é eu talvez seja a Justamente a última questão é como que você ver como você faz essa crítica dessa posição dessa posição Apocalíptica Olha eu tenho um texto do cântico eu gosto muito que chama o Tom apocalíptico da filosofia né na filosofia Esse é um Eu estou fazendo um título reduzido do titular do canção geralmente longo e eu acho que o canto chama atenção para uma característica dessa filosofia que é o acidente O que é ocidental que é descer essa Filosofia de gramas grega que é realmente de ser uma filosofia Apocalipse ou seja entender O que é toda a história da filosofia tá dizendo assim bom eu tava dormindo precisa acordar né filosofia vai e acorda quem tá dormindo né a sua Sofia põe luz no no escuro a filosofia racionaliza e põe ordem do Caos a filosofia da fundamento porque não tem fundamento a filosofia basta elegante e ela vai assegurar com a teologia teleologia o acaso né a Coincidência né e e ao faria isso a filosofia ela já tá sempre compromissos desde o começo de que o acontecimento de um sentido mas esclarecido mas baseado mais fundamentado mas científico mais racional que for ela é sempre resultado de uma Balu de um sentido isso vai chegar na formulação lá que dar do russio nas meditações cartesianas que é preciso né que o mundo ele seja colocado em parentes ouço kumba para aqui uma compreensão do sentido de mundo possa aparecer Então você precisa abalar todo o sistema de sentido que a gente tem para poder ter um sentido mais verdadeiro mas racional mas saltar Então já está no espírito dessa racionalidade filosófica e o Apocalipse o fim do mundo um sentido melhor onde o justo bom como a narrativa do apocalipse do livro de São João o Ranger é um testador antimetafísico é veementemente antimetafísico mais um Pensador Apocalipse o Harley é o Pensador do fim da filosofia né então nós temos o fim da arte o fim do mundo fim da história o fim do Homem Cor não temos esses fios o fim de Deus a morte de Deus né E nós temos o fim da filosofia tudo esse motivo do fim da Morte e ela de alguma forma e ela tá contra ou a favor mas ela tá junto Ela tá perto dessa retórica Apocalíptica e o raio é que fica bem apocalipse nos anos da Guerra Neve cadernos negros etc Eu acho que o grande problema Ah e não se dá conta Oi tia é o sentido não nasci do fim de outro sentido é isso até uma lição High degree Ana não aspecto mas a grande dificuldade é de se dá conta que eu acho que é o problema da filosofia do Ryder é de querer superar é de querer ir além né superar o que o Real de alguma forma superar o Real quer dizer a maneira desviar da maneira inconsciente a maneira alienada claro que temos que superar alienação né decisão de consciência imagina que estão vivendo no Brasil Óbvio Mas a questão é confunde isso por uma Superação do está sendo e da existência e se está sendo não tem começo não tem fim e o está sendo está sendo ele tem uma outra temporalidade que eu acho que o rádio que tentou pensar mas ele se viu o talvez em maranhando por esse discurso civilizatório sigla civilizacional né E com isso com uma grande narrativa né e eu acho que o fim de um discurso apocalíptico e a gente encontra eu não pensamento e do centro da existência O que é na verdade no meu entender um pensamento de como nos tornamos presença no nosso presente bom então o que eu dei-lhe da xingou Harley e todos da metafísica da presença que Ele misturou presença com ser simplesmente dado com o tema do Hard for Android não com reivindicação com coisa e ficar são com presenteísmo etc eu acho que a palavra presença ela ou vida como essa esse está no sendo sendo ritmado Como ser igual a falou pelo ritmo do está sendo então isso eu era Vamos descer não é uma Superação do discurso apocalíptico é simplesmente ele no discurso apocalíptico não não bate mais não é coroa mas em uma outra no outro tipo de estilo e na filosofia um outro tipo de escuta isso não é uma receita Mas é uma maneira como eu vejo problema porque se a gente lembrar todo dia e se põe todo dia morre todo dia acaba mas ainda e acorda ainda não né Pode ser que um dia a vida morra a vida da vida e a gente está no momento em que a gente tem muita responsabilidade para cuidar da vida da vida até mais do que da própria simplesmente da vida né Então temos que cuidar de tantas vidas e para se poder cuidar da vida da vida se você para a morte do hara as olivinas que era bem antes vai brilhar E ele disse uma coisa importante numa conversa na 47 de que ele disse que o senhor para mancha do rádio que aqui depois ele vai brigar muito com isso ele tinha uma coisa extraordinária que ele colocou pela primeira vez a impossibilidade possibilitadora que a morte né G1 e ele colocou pela primeira vez a possibilidade da gente superar o paradigma aristotélico de pensar o possível e a realização E por quê Porque ao colocar a impossibilidade como possibilitador eu acho que de certa forma e se separa Nossa ele ele é que vale um pouco aquilo que eu vou dizer com palavras de Clarice Lispector em inglês né já que os seus alunos estão reclamando você falava arigliano então eu prefiro falar clariciano né eu clariciano aí eu mesmo né então ela diz assim o que verdadeiramente somos e aquilo que o impossível cria em nós Ah tá e quem sabe Qual é a sua seja a história de uma impossibilidade tocada e tocar ser tocado pela impossibilidade é sentir havia usado nas vezes a vida pulsando nas veias então o que que ser para a morte de é porque a palavra amante a gente tá vivendo um momento terrível da nossa história vivendo necropolítica vivendo genocídio vivendo as monstruosidades então a palavra morte claro uma coisa é tenebrosa que mostre aqui já é assassinar né Tá mas o que que tá querendo dizer é que ser tocado pelo impossível né e não só pelo possível é poder realmente transformar e como estamos existindo é né de uma maneira muito um tremendo dizia a Clarice né sentindo como a vida pulsa nas nossas veias e e eu que eu diria um ótimo eu vou até situações mais simples eu ninguém mais simples mas espera respostas mais curtas Mas a senhora responde como achar melhor a primeira delas é o que é filosofia eu acho que a filosofia ela é se ela tiver ainda algum sentido essa palavra grega intraduzível bom né falada em todas as línguas consultar aqui ó o cheiro ainda fizer um sentido e não foi entendida só como esse projeto racional você dental e etc mas ser entendido como esse modo de ser o que a gente chama de presença humana na vida e no mundo que é uma presença onde pensar e dizer tão tremendamente ligados mais ligados de uma maneira vamos assim quase trágica o sincopado uma nunca equivalendo totalmente o outro ele é a experiência humana de pensando poder transformar-se no incompleto e não transformar-se no completo mas transformar-se num incompleta ou seja poder viver existir numa atenção e não Cuidado com a vida comando com os outros na sintonia o kit Mago por estar sempre por um fio bom então é descobri que somos Saltimbancos numa corda Oi e a nossa vida é por um filho e o que é que é pensar e dizer quando se incorpora encarna esse estar por um fio eu acho que a filosofia é isso por isso que eu acho que a filosofia é sempre o pensar e o dizer no limite do pensar dizer nunca na sua possibilidade total né mas justamente sempre lidando com o invisível um pensava o impossível nós tocamos esse eu acho que é a filosofia e é da da celulose fazer um filósofo que você conheceu pessoalmente qual cor que mais impactou e olha é é chato porque a gente conhece tanta gente né os meus Mestres não é meu professor e mandou eu quero enviar o professor meus colegas é filósofos que eu conheço encontro por toda a parte agora realmente teve uma um filósofo que me impressionou muito Oi e ele foi um freio o frei Hermógenes Harada bom e talvez seja tem bom salário de um Freak diferente de um religioso que é diferente de um padre que é diferente de um celular de uma a projeta é diferente de uma de um crente é né eu falar de um frio que era uma uma experiência de pensamento realmente é atado no corpo da experiência e eu acho que a grande lição mesmo três morte temos sido assim era um grande conhecia muitos textos estudou com muita gente etc mas a sua ao seu modo de pensar que era muito criativo e era justamente o mostrar um pensamento que está atado no corpo da experiência ele vem desse corpo e ele vende um fazer e ele não vende vamos assim combinatória de conceitos de palavras de citações de dinheiro de São o de a missão e várias formas Então esse foi para mim uma experiência embora ele Jamais diria que ele era um filósofo Talvez ele e sempre dizer que dá no freio era uma pessoa muito espiritual etc Então mas eu modelo digamos assim se poderá dizer que me impressionou mas conheci muitos muitos conhecido essa dores e conheço né escondidos e velados debaixo do filósofo né a coisa mais Espetacular e encontraram um Pensador debaixo da capa da filosofia da capa da academia né mas isso é errado mas existe né para é daquela daquela história de do Heráclito né que ele estava se aquecendo no fogo não agora esqueci que tu tava descansando no fogo pessoal Ele disse que todos os lugares em filosofia inclusive aqui aparece na academia mais difícil de dar certo essa afirmação né porque ele tava na casa dele ele tava ele tava passando um pão E aí o pessoal falou puxa vim encontrar um filósofo pessoal devia tá procurando filósofo do Rodão né com aquela cara assim e encontrou o filósofo fazendo pão no forno e ali perto do Forno Fogão E aí ele disse olha aqui também moram os deuses a gente pode vir aqui também mora a filosofia né agora eu acho que é filosofia o Kant dizia que todo mundo muito pensa e ele também era muito crítico a o filósofo de da academia né filósofo de profissão aquele dizer né problema mas eu acho que a filosofia é também o seguinte a gente todo mundo pensa pensar a gente faz toda hora eu penso na pessoa que eu tô com saudade eu penso nas minhas filhas eu penso no que eu vou fazer amanhã pensar que dizem muita coisa o de kart mesmo na terceira meditação dizia para ele pensar ela querer odiar amar tudo isso vai pensar o de tarde o rádio que não deu bem de casa mas tudo bem minha briga com raiva até passa pelo deitar mas é outro problema mas e o existem momentos de intensidade a onde a ver que estou vendo dizer que estou dizendo né escrever o escrever esses momentos que a gente descreve como meta né estão os momentos de intensidade não fazer que são um momento da filosofia e esse é o momento né aí então isso é raro Ah e não dá para a gente ser tão presente digamos assim ao ao estar se fazendo da existência o tempo todo e seria loucura né por isso que o carinha diz o homem aí não tem tipo sempre né porque ele não aguenta esse momento de presença de intensidade onde se pode ver esse ver e se pode sentir esse Sexto Sentido dizia já está atriz nem onde você pode sentir até o sentir esse momento de intensidade E realmente o instante em que a filosofia é começa o aparece né isso aparecem várias civilizações em várias culturas né acha que é como ele que vale um pouco a um rito iniciático É mas não tô entrando mais feita com muita gente a gente você tentar acho que entra no aceita e fica lá aí deveria analisando Pitágoras nizando na sim adorando né ele certa deliciando mas não é uma seita né é poder eu podia fazer como escutei uma lenda muito bonita uma vez 200 kamayurá e talvez a gente possa não sei meio começa a chegar o final mas é diz que eu tinha um índio que ele era ótimo ele era o jovem ele era o melhor da luta é uma tribo conhecida por ser muito bom de lutar eu e ele então atribui a viajar toda para a lutar né numa luta Marcial uma dança com uma outra tribo e ele tava todo animado porque ele era o melhor mas aí o cacique e o chamando me lembro agora disse olha você não vai Ah não você não tá pronto ainda para ir e quadrado ele ficou arrebentando como é possível que ele tudo tudo dele era aquilo ele era inclusive tão bom de luta Oi e a tarefa dele foi para Floresta e se deitar mamãe na rede o lugar completamente no aberto da floresta ou não fechado dela Talvez né a gente pensa assim as nossas merecem e se desfazer de todas as insígnias e as marcas de ser um kamayurá e até o momento que ele virasse Floresta É nesse momento ele estava pronto e ele se tornou O Maior lutador um dos canais orar ele isso há muitos anos então não é um relato antropológico de Gamas absolutamente fiel ao relato mas é a empresa a memória que eu tenho dessa história que eu vi em 1979 eu nunca me deixou o que eu acho que isso é o rito iniciático da filosofia né poder abrir mão dos istas sempre um dos dogmas Favorito e hoje logo continuação Favorito Olha isso vai variando né quando eu escrevi meu a pouco tempo um livro sobre de card é eu eu realmente eu não vou dizer que me apaixonei por ele porque assim demais mas Digamos que descobrir coisas maravilhosas no de kart um Pensador que é um escritor que eu não tenho um pensar de uso do gerúndio assim perto de mim né você citou a Clarice Lispector também então eu não tô dizendo que é minha favorita 300 isso vai variando com sim sentar né então eu diria para você que eu acho Por exemplo que muita gente já me acusou que eu sou uma que eu sou do lado da poética do da filosofia e portanto não sou filósofo direito a e eu quero dizer mais descubro não pode entrar como povo rir numa escritora como cáries esperto grandes pensadores e por isso mais filósofos que filósofos Porque para mim a filosofia é um modo de pensar Oi bom dia arte eu amo muito modo de pensar né a filosofia pensa para o conserto e eu acho que as a arte plástica pintura representa o pinto por em alemão eu consigo fazer a palavra encerra também português eu não vou conseguir é por não conceitos mas imagens feitos né são as imagens que são os conceitos e na literatura um Pensador como Vale rir Pensador um poeta Pensador claríssimas escritor e Pensador e o último livro que eu escrevi um livro É que na verdade é mais para Clarice do que sobre é um livro sobre o que que é pensar para Clarissa eu acho uma grande pensadora cima das maiores o neto ah e tem vários outros pensadores de menores mas esse acontece que eu estou nesse nessa vibração e eu daqueles que eu já ouvi se ouvir solicitando eu lembrei aqui do Pasolini também que é outro que a gente tem comum também essa admiração Pasolini e a gente vai começar as indicações e eu vou indicar o livro o fascínio da ambiguidade que acabou de sair o heteu o passar nenhum um dos interlocutores tem que pensar o Brasil de hoje né Eu acho que o leitor vai pode ir atrás das indicação né porque o Pasolini é aquele tentador para mostrar como faz isso mousse se faz cotidiano não mais um momento de excepcionalidade mas não vai ser mais aquele a juventude fascista mas aí vai ser a escola toda não vai ter como fugir é indicações o livro fácil de ambiguidade é o que são indicados indicarem pros ouvintes de leitura que o indicaria foi justamente a arte de pensar os ensaios filosóficos do povo a rir e eu acho que em junho vai haver uma laje a gente vai fazer um lançamento desse livro né além o mesmo da ambiguidade tem muita muita coisa para ser lida né muita coisa muita coisa boa muita coisa ruim também né mas eu digo assim das últimas coisas que eu fiz Espero que o meu livro sobre é dedicada no livro para Clarisse Sousa Clarice desde Clarice Espero que ele sai esse ano e a gente possa indicado a planta então quê que eu disse que a professora Márcia deixar o espaço aberto para dar o recado final dela nessa conversa o que ela quiser divulgar agradecer também pela pela abertura e disponibilidade para essa conversa Olha a única coisa que eu posso dizer o seguinte já tenho muita coisa para dizer mas eu queria dizer fora bolsonaro fora fascismo né Vamos realmente dotar pela Liberdade do pensamento fundamental não dá para dizer outra coisa agora é Oi e aí você não as Episódio Espero que você gostava tudo que poupam podcast e procura abordar a filosofia com pasta Cultura a gente das episódios quinzenalmente e quando quanto o episódio diferente o episódio temático especial né Você pode encontrar mais informações sobre o podcast mais textos e outras outras referências no site filosofia pop.com.br mas vou pedir para você seguir a gente então nosso canal no YouTube no seu agregador Favorito de Podcast acompanhar a gente no Twitter essa página no Facebook e o Instagram no Instagram nosso perfil é Podcast filosofia pop tudo junto se você quiser mandar um e-mail pra gente o nosso primeiro contato a roupa filosofia pop.com.br a gente mantém uma campanha de financiamento coletivo Catarse a ideia acaba concurso de atenção hospedagem Catarse do pronuncia própria catarse.me/filosofia underline pop sim mas mais importante para a gente é contar com apoio de vocês com comentários sugestões dando aquela força também ditando com amigos Espero que você tenha gostado dessa Episódio então então pessoal até o próximo episódio

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